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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Nada de novo


Nada de novo

O primeiro jogo-treino do Marcílio Dias, no último sábado, havia gerado uma expectativa de que uma nova equipe pudesse ser levada a campo, já com os reforços que chegaram para a Série D. Porém, a escalação que começou a atividade contra o Patriotas (PR) mostrou que não, que o pragmatismo do trabalho no departamento de futebol do Marinheiro segue o mesmo. A única novidade na equipe inicial foi o centroavante Alex Gonçalves, até porque Luan Viana está emprestado. Para azar do Marcílio, Gonçalves permaneceu apenas 18 minutos em campo e sentiu um problema muscular. Fora isso, alguns nomes que pouco renderam na Copa SC e no Catarinense seguem “titulares”, como Marquinhos Pedroso, Juninho Tardelli e Gustavo Poffo. Com todo respeito à história de Tardelli e Poffo com a camisa rubro-anil, o Marcílio precisa de novidade no setor ofensivo. Rogério Sena entrou depois e até marcou gol, enquanto os meias Daniel Mendes e Julio Rusch também ganharam minutos em campo no time considerado “reserva”. Faltando menos de um mês para a estreia contra o São José (RS), o Marcílio terá muita coisa para ajustar com os novos reforços e acho que o técnico Cristian de Souza perdeu a oportunidade de fazê-lo já contra a equipe paranaense, que se mostrou frágil em relação aos adversários que o Marinheiro enfrentará no Brasileiro. Ainda são necessárias mais contratações, como um lateral esquerdo que venha para ser titular, e atacantes de lado de campo, já que a permanência de Geovany é muito improvável.

Final com confusão

A final do Catarinense foi a cereja do bolo de mais um campeonato polêmico. O pênalti anotado para o Avaí, que foi decisivo para o título azurra, foi o motivo principal para o protesto da Chapecoense, cujo presidente ameaçou trocar até de Federação após o jogo. O lance divide opiniões a cada nova imagem que surge, mas a participação do VAR foi decisiva para confundir ainda mais o bom árbitro Gustavo Ervino Bauermann. Ele estava de frente para a jogada e deveria ter mantido a decisão de campo. No âmbito da arbitragem, não podemos esquecer do gol anulado do Barra após o apito final de Bráulio da Silva Machado. O caso ainda será julgado no STJD. Mais do que a qualidade da arbitragem, clubes e Federação precisam rever os rumos que a principal competição do estado está tomando, com o seu campeão não vencendo nenhum jogo na fase de mata-mata e um futebol de nível técnico muito baixo. O produto está cada vez mais desvalorizado.

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Final com confusão

A final do Catarinense foi a cereja do bolo de mais um campeonato polêmico. O pênalti anotado para o Avaí, que foi decisivo para o título azurra, foi o motivo principal para o protesto da Chapecoense, cujo presidente ameaçou trocar até de Federação após o jogo. O lance divide opiniões a cada nova imagem que surge, mas a participação do VAR foi decisiva para confundir ainda mais o bom árbitro Gustavo Ervino Bauermann. Ele estava de frente para a jogada e deveria ter mantido a decisão de campo. No âmbito da arbitragem, não podemos esquecer do gol anulado do Barra após o apito final de Bráulio da Silva Machado. O caso ainda será julgado no STJD. Mais do que a qualidade da arbitragem, clubes e Federação precisam rever os rumos que a principal competição do estado está tomando, com o seu campeão não vencendo nenhum jogo na fase de mata-mata e um futebol de nível técnico muito baixo. O produto está cada vez mais desvalorizado.


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