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Por Flávio Perez - redacao@diarinho.com.br

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Catarinense segue entre os líderes do Mundial de Optimist

Publicado 02/07/2022 16:33

O Arkas Optimist World Championship 2022 reúne 280 velejadores de até 15 anos de vários países e o Brasil está entre os protagonistas do campeonato de base. Após quatro dias de regatas, dois representantes do país estão entre os primeiros colocados na tabela.

Um deles é Erik Scheidt, filho do bicampeão olímpico Robert Scheidt. O jovem, que compete pela Lituânia por causa da mãe Gintare, está em segundo lugar após seis regatas. Já o catarinense Davi Neves é o quarto colocado na tabela de classificação. O líder do geral do Mundial de Optimist é o ucraniano Danyil Mykhailichenko.

A equipe brasileira está presente, além de Davi Neves, com Joana Freitas (66ª), Melissa Paradeda (75ª), Arthur Back (37º) e Zion Faria (74º). E na disputa por equipes, o Brasil passou muito bem para o segundo dia vencendo Canadá, a experiente Argentina e a tradicional seleção italiana.

''São mais de 30 equipes e nós e os EUA entramos para a final como os cabeças de chave. Tem muita coisa pela frente para a decisão de domingo, mas o resultado elevou o moral da garotada'', disse Guilherme Born, team leader da Equipe Brasileira de Vela. ''Conseguimos vencer times fortes, como Argentina e Itália com boa vantagem''.

O país está na disputa na Turquia para defender o título mundial da categoria conquistado no Lago di Garda, Itália, em 2021 pelo velejador de Ilhabela (SP) Alex Kuhl. Na oportunidade, o atleta de 15 anos ficou com a inédita conquista para a vela brasileira. O evento mundial em Bodrum será realizado até 7 de julho.

Foto: Matias Capizzano

Veja todos os resultados aqui

Duas semanas atrás, no Núcleo de Base da CBVela - Confederação Brasileira de Vela, fez um treinamento específico para as equipes brasileiras de Optimist em parceria com Optibra e Secretaria Especial do Alto Rendimento.

As atividades foram realizadas de 16 a 19 de junho na sede da entidade, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro (RJ), com 25 participantes de seis estados, incluindo 10 meninas neste grupo.

Além dos jovens de Op, a Confederação Brasileira de Vela atende mais de 60 atletas da nova geração da modalidade em treinamentos na Marina da Glória, no Rio de Janeiro (RJ), no Clube Naval Charitas, em Niterói (RJ), ou em campeonatos no exterior.

O trabalho é voltado para que os competidores mais novos cheguem bem preparados em campeonatos de ponta, como os Jogos Olímpicos de Paris 2024, Los Angeles 2028 e Brisbane 2032.


Bicampeão olímpico Marcelo Ferreira no hall da fama do COB

Publicado 02/07/2022 15:38

O Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB) nomeou mais sete integrantes para o grupo de homenageados em 2022. Entre eles está Marcelo Ferreira, bicampeão olímpico com Torben Grael em Atlanta 1996 e Atenas 2004. Os sete novos nomes se juntam às 28 personalidades do esporte que já fazem parte do Hall da Fama da entidade.

O velejador, junto com os outros seis escolhidos este ano, será homenageado em eventos do COB, em cerimônias especiais, e deixará seus pés ou mãos eternizados em moldes que serão exibidos em uma futura exposição no Centro de Treinamento do COB. 

Em 1988, Marcelo iniciou uma parceria vitoriosa com Torben Grael. Juntos, eles disputaram quatro edições dos Jogos Olímpicos, sendo a primeira em Barcelona 1992. Já nas três seguintes, a dupla conquistou dois ouros e um bronze.

"Recebo com grande satisfação e orgulho essa homenagem de fazer parte desse seleto grupo de atletas, que com muita raça, determinação, resiliência, abdicação ter o reconhecimento do COB", comentou Marcelo Ferreira. 

"Agradeço muito os ensinamentos que o esporte me deu e carrego em minha vida no cotidiano.", finalizou. 

Marcelo Ferreira começou a velejar na adolescência, no Iate Clube Brasileiro, em Niterói, sua cidade natal. Na hora de decidir entre a universidade e o esporte, escolheu a segunda opção. Em 1985, foi morar nos Estados Unidos e trabalhou em uma loja de equipamentos para barcos, onde começou a sua história na classe Star.

Entre os títulos da carreira estão, além das medalhas Olímpicas: Ouro em Atlanta 1996 e Atenas e bronze em Sydney 2.000, títulos mundiais nos anos de 1990 e 1997, além de ter participado de sete campeonatos brasileiros, em: 1989, 1996, 1998, 2000, 2001, 2002 e 2003.

Junto com a tripulação do Brasil, Marcelo ficou em terceiro lugar na regata de volta ao mundo, a Ocean Race. Após Atenas 2004, o velejador se dedicou à vela oceânica e a projetos fora do esporte.

O Hall da Fama do COB foi lançado em 2018 para exaltar e enaltecer a história olímpica brasileira. Os primeiros atletas a deixarem suas marcas foram Torben Grael também da vela, a dupla Sandra Pires e Jackie Silva (vôlei de praia) e Vanderlei Cordeiro de Lima (atletismo).

Em 2020, mais um membro da vela foi escolhido como homenageado: Reinaldo Conrad, cinco vezes olímpico, que ao lado de Burkhard Cordes conquistou a primeira medalha olímpica da vela brasileira nos Jogos da Cidade do México em 1968, na classe Flying Dutchman. 

Veja mais sobre o Hall da Fama aqui.

Sobre a CBVela

A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) é a representante oficial da vela esportiva do país nos âmbitos nacional e internacional. É filiada à Federação Internacional de Vela (World Sailing) e ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

A vela é a modalidade com o maior número de medalhas de ouro olímpicas na história do esporte do Brasil: oito. Ao todo, os velejadores brasileiros já conquistaram 19 medalhas em Jogos Olímpicos.

 

 

 

 


Cuba garante a última vaga das Américas na SSL Gold Cup Finals

Publicado 02/07/2022 15:22

A seleção de Cuba conseguiu neste sábado (2) a última vaga das Américas na SSL Gold Finals, a Copa do Mundo da Vela. Nas eliminatórias latino-americana para o evento do Bahrein em novembro, os velejadores caribenhos ficaram na segunda colocação, perdendo o título no desempate para Omã.

Foram disputadas seis regatas no Lago Neuchâtel, na Suíça, desde a quinta-feira (30) e os campeões somaram 22 pontos. A Guatemala que liderou boa parte das regatas e o México ficaram de fora. Com a vaga de Cuba, estão definidos os representantes do continente no Bahrein 2022, que são Brasil, Argentina, Chile, Peru, EUA e Canadá. 

O SSL Team Cuba foi comandado pelo tricampeão pan-americano de Snipe Nelido Manso Lopez. A equipe chegou um mês antes à Suíça para se adaptar ao veleiro e as condições do lado em Grandson. O trabalho surtiu efeito e a classificação veio para os Piratas do Caribe e logicamente para os Leões do Mar de Omã. 

''Estamos muito felizes porque tivemos que trabalhar muito para isso. As pernas de downwind em ambas as regatas foram complicadas para nós. Ainda precisamos trabalhar muito nisso. Dedicamos esta qualificação a todas as pessoas que nos seguiram no nosso país e em todo o mundo, especialmente às nossas famílias que acordavam muito cedo todas as manhãs para nos ver", disse Pedro Vega do SSL Team Cuba.

Agora restam apenas mais quatro vagas para o Mundial do Bahrein 2022. A rodada final da SSL Gold Cup 2022 Qualifying Series acontece no Lago Neuchatel de 14 a 17 de julho. No grupo 7 estarão China, Índia, Malásia e África do Sul. Já no Grupo 8 correm Coreia do Sul, Singapura, Tailândia e Ucrânia.

A SSL Gold Cup 2022 começou no dia 19 de maio com as eliminatórias no mesmo Lago Neuchatel. Todas as nações classificadas do Top 25 ao 56 no Ranking da SSL Nations (com base nos números de janeiro de 2022) se enfrentarão em oito grupos de quatro equipes cada. Serão cinco etapas, ou rodadas, até 17 de julho. A Série Final de 28 de outubro a 20 de novembro de 2022, no Bahrein. 

Assim como no futebol, cada time contará com 11 atletas. A bordo do SSL Team Brazil estarão as bicampeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, ao lado de Henrique Haddad, Gabriel Borges, Henry Boening, Juninho de Jesus, Joca Signorini, Alfredo Rovere e Mário Trindade.

Os velejadores serão liderados pelo multicampeão Robert Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas e capitão da equipe.  O CEO do SSL Team Brazil é Bruno Prada, que tem duas medalhas olímpicas ao lado de Scheidt na classe Star: uma prata em Pequim 2008 e um bronze em Londres 2012.

O Brasil voltará a treinar na Suíça em agosto sob o comando de Robert Scheidt e com equipe completa. O barco disputou um dos eventos-teste e ficou em segundo lugar, só perdendo a regata final para a Croácia no ano passado.

Como a Copa do Mundo da Fifa, a SSL GOLD CUP oferece um desafio singular com oportunidades iguais para todas as 40 equipes, que correm exatamente no mesmo barco, o SSL 47, um veleiro de alto- desempenho de 14 metros, entregue pela organização.

Duas nações se qualificam para as oitavas e depois às quartas-de-final. Se o Brasil passar em primeiro entra no grupo de Itália, Espanha e mais uma equipe a definir nas eliminatórias. Se terminar em segundo, a tripulação verde e amarela encara Nova Zelândia e Austrália, além do primeiro da chave que pode ser França ou Suécia, chave considerada a ''da morte'' no campeonato. 

Os argentinos estão também nas oitavas, na mesma chave dos Estados Unidos. Se passarem em primeiro, pegam Grã-Bretanha e Dinamarca na fase seguinte. Avançando em segundo, entram no mesmo grupo de Alemanha e Holanda. 

Além do chamado Brazilian Storm, apelido dado à equipe brasileira, a SSL Gold Cup terá os melhores velejadores do mundo como Ian Williams e Sir Ben Ainslie (SSL Team GBR), Tom Slingsby (SSL Team Austrália), Anne-Marie Rindom (Dinamarca), Xavier Rohart (SSL Team França), Taylor Canfield (SSL Team EUA) e outros mais.

Diferentemente do que ocorre nos Jogos Olímpicos, em que a medal race (regata da medalha) premia o barco mais regular levando em conta os resultados das regatas anteriores, vencerá a SSL Gold Cup a equipe que correr mais rápido na hora da decisão. Os países serão eliminados fase a fase até a Grande Final, com apenas quatro seleções. O troféu será organizado a cada quatro anos pela Sailing Athletes Foundation (SAF).

Confira os países em disputa no Qualificatório da SSL Gold Cup em: https://goldcup.starsailors.com/schedule/

Sobre a SSL Gold Cup

A SSL Gold Cup reunirá 56 nações entre os membros da World Sailing para coroar a melhor nação da vela a cada dois anos. Em um esporte mecânico em que a corrida pela tecnologia pode atrapalhar a corrida pela glória, a SSL busca uma competição igualitária, em que o talento dos velejadores está na vanguarda, e os campeões se tornam heróis inspiradores de novas gerações. A SSL é um evento especial da World Sailing desde 2017.

Como na Copa do Mundo de futebol, as primeiras rodadas de qualificação selecionam os times que avançam para as fases eliminatórias. Todas as regatas são disputadas com flotilhas de quatro barcos em cada, até as quartas de final. As equipes serão colocadas em chaves, com os oito primeiros colocados garantidos nas quartas-de-final.

Duas flotilhas de quatro competem nas quartas-de-final para selecionar as quatro equipes que participam da única regata da Grande Final. O vencedor da Grande Final será coroado como a Melhor Nação da Vela. A SSL criou um formato inovador. E os fogos de artifício ao final do evento prometem dar um desfecho dramático para esta incrível competição global.

Mais informações em https://goldcup.starsailors.com/

 


Top Rank aguarda segundo do ranking para pegar Esquiva Falcão pelo cinturão do mundo

Publicado 30/06/2022 17:17

A Top Rank, maior promotora de boxe do mundo, deve confirmar nos próximos dias qual será o provável adversário do brasileiro Esquiva Falcão pelo cinturão mundial dos médios da IBF - Federação Internacional de Boxe. O medalhista olímpico é o atual número 1 da categoria até 72,5 kg e tem por direito a chance de disputar o título. 

Invicto com 30 vitórias em 30 lutas, Esquiva Falcão retificou sua posição no topo da tabela no  Boxing For You 11 realizado em 29 de maio, em São Paulo (SP), contra o argentino Cristian Fabian Ríos, por decisão unânime. 

O nome do oponente ainda não foi definido por duas questões importantes. A primeira é que o atual campeão GGG - Gennadiy Gennadyevich Golovkin (Cazaquistão), que seria o adversário obrigatório, deverá deixar o cinturão vago, pois encara o mexicano Saul Canelo Alvarez, em setembro, em outra categoria.

Com isso, o cinturão dos médios da IBF ficaria livre e a disputa pelo título seria entre o primeiro e o segundo do ranking. Mas outro detalhe deve ser levado em conta: o australiano Michael Zerafa (30-4-0), segundo do ranking da IBF, e o alemão Patrick Wojcicki (15-0-1), terceiro, estão trabalhando nos bastidores para ter essa prioridade. 

''Pode vir qualquer um dos dois e a luta pode ser onde for, no Brasil, na Austrália ou na Alemanha. Um campeão não escolhe adversário! Eu queria pegar o Triplo G, mas ele está em outra agora. Só espero que seja o mais rápido possível'', disse Esquiva Falcão.

Representante da Top Rank no Brasil e CEO do Boxing For You, Sergio Batarelli garante que a luta pelo cinturão do mundo dos médios será realizada com Esquiva Falcão no ringue ainda em 2022.  O manager paulista foi o responsável por agenciar a carreira do brasileiro desde que saiu do boxe olímpico após a medalha de prata em Londres 2012.

''Como o GGG já deixou claro que não volta à categoria dos médios, as atenções ficam voltadas ao novo duelo que definirá seu campeão. Esquiva já está garantido, sem discussão, e existe uma disputa entre o australiano e o alemão, esse último alega ter a prioridade por ter se machucado. A decisão está prestes a sair!'', contou Sergio Batarelli.

No ano passado, Esquiva Falcão era para ter enfrentado o polonês naturalizado alemão Patrick Wojcicki, mas o europeu se machucou. Com isso, a Top Rank colocou o canadense Patrice Volny para encarar o brasileiro. A luta de novembro de 2021 teve vitória do capixaba por decisão dividida.


Guatemala abre na frente na última seletiva americana da SSL Gold Cup

Publicado 30/06/2022 12:39

A SSL Gold Cup, a Copa do Mundo da Vela, terá mais uma rodada das eliminatórias para o Bahrein 2022. A partir desta quinta-feira (30), as equipes da América Latina se enfrentam ao lado de Omã para definir as últimas duas vagas do continente nas finais, que serão realizadas em novembro no Oriente Médio.

Entraram em ação no Lago Neuchâtel, na Suíça, as seleções de Cuba, Guatemala, México e Omã. Apenas as duas primeiras na pontuação avançam e se juntarão aos vizinhos Brasil, Argentina, Chile, Peru, EUA e Canadá nas regatas finais do Bahrein.  

A equipe da Guatemala comandada por Juan Ignacio Maegli venceu as duas regatas do dia e lidera com folga. Em segundo estão empatados Omã e Cuba. ''Nossa força foi que todos estavam trabalhando muito bem juntos, as manobras foram muito bem executadas. Tivemos uma boa compreensão do que o vento – ou da falta de vento – estava fazendo e de onde vinha a pressão no lago. Então, estamos muito felizes com nosso desempenho hoje'', disse Juan Ignacio Maegli.

 

A SSL Gold Cup 2022 começou no dia 19 de maio com as eliminatórias no mesmo Lago Neuchatel. Todas as nações classificadas do Top 25 ao 56 no Ranking da SSL Nations (com base nos números de janeiro de 2022) se enfrentarão em oito grupos de quatro equipes cada. Serão cinco etapas, ou rodadas, até 17 de julho. A Série Final de 28 de outubro a 20 de novembro de 2022, no Bahrein. 

Depois das eliminatórias entre os países latino-americanos, a última qualificatória será de 11 a 17 de julho e terá dois grupos. China, Índia, Malásia e África do Sul estão em uma chave e Coréia do Sul, Singapura, Tailândia e Ucrânia na outra.

Para os cubanos 'Piratas do Caribe' e os guatemaltecos 'Jaguares', esta será sua primeira regata na Suíça. Las Catrinas, do México, já navegaram por essas costas uma vez antes, terminando em último lugar em seu grupo no evento-teste inaugural, em setembro de 2021. Os Leões do Mar de Omã terminaram em terceiro nas regatas do treino do ano passado.

Assim como o futebol em 1930 e o rugby em 1987, a SSL Gold Cup foi projetada para coroar a melhor nação de vela! Os 56 melhores países do mundo, selecionados em seu ranking SSL Nation, lutarão para conquistar o cobiçado e único troféu da Copa do Mundo de Vela.

Países classificados via eliminatórias:

Grupo 01 - Antigua & Bermudas, Estônia, Irlanda e Tahiti

Grupo 02 - Eslovénia e Lituânia

Grupo 03 - Portugal, República Tcheca, Peru e Chile

Assim como no futebol, cada time contará com 11 atletas. A bordo do SSL Team Brazil estarão as bicampeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, ao lado de Henrique Haddad, Gabriel Borges, Henry Boening, Juninho de Jesus, Joca Signorini, Alfredo Rovere e Mário Trindade.

Os velejadores serão liderados pelo multicampeão Robert Scheidt, dono de cinco medalhas olímpicas e capitão da equipe.  O CEO do SSL Team Brazil é Bruno Prada, que tem duas medalhas olímpicas ao lado de Scheidt na classe Star: uma prata em Pequim 2008 e um bronze em Londres 2012.

O Brasil voltará a treinar na Suíça em agosto sob o comando de Robert Scheidt e com equipe completa. O barco disputou um dos eventos-teste e ficou em segundo lugar, só perdendo a regata final para a Croácia no ano passado.

Como será o campeonato no Bahrein 

Como a Copa do Mundo da Fifa, a SSL GOLD CUP oferece um desafio singular com oportunidades iguais para todas as 40 equipes, que correm exatamente no mesmo barco, o SSL 47, um veleiro de alto- desempenho de 14 metros, entregue pela organização.

Duas nações se qualificam para as oitavas e depois às quartas-de-final. Se o Brasil passar em primeiro entra no grupo de Itália, Espanha e mais uma equipe a definir nas eliminatórias. Se terminar em segundo, a tripulação verde e amarela encara Nova Zelândia e Austrália, além do primeiro da chave que pode ser França ou Suécia, chave considerada a ''da morte'' no campeonato. 

Os argentinos estão também nas oitavas, na mesma chave dos Estados Unidos. Se passarem em primeiro, pegam Grã-Bretanha e Dinamarca na fase seguinte. Avançando em segundo, entram no mesmo grupo de Alemanha e Holanda. 

Além do chamado Brazilian Storm, apelido dado à equipe brasileira, a SSL Gold Cup terá os melhores velejadores do mundo como Ian Williams e Sir Ben Ainslie (SSL Team GBR), Tom Slingsby (SSL Team Austrália), Anne-Marie Rindom (Dinamarca), Xavier Rohart (SSL Team França), Taylor Canfield (SSL Team EUA) e outros mais.

Diferentemente do que ocorre nos Jogos Olímpicos, em que a medal race (regata da medalha) premia o barco mais regular levando em conta os resultados das regatas anteriores, vencerá a SSL Gold Cup a equipe que correr mais rápido na hora da decisão. Os países serão eliminados fase a fase até a Grande Final, com apenas quatro seleções. O troféu será organizado a cada quatro anos pela Sailing Athletes Foundation (SAF).

Confira os países em disputa no Qualificatório da SSL Gold Cup em: https://goldcup.starsailors.com/schedule/

Sobre a SSL Gold Cup

A SSL Gold Cup reunirá 56 nações entre os membros da World Sailing para coroar a melhor nação da vela a cada dois anos. Em um esporte mecânico em que a corrida pela tecnologia pode atrapalhar a corrida pela glória, a SSL busca uma competição igualitária, em que o talento dos velejadores está na vanguarda, e os campeões se tornam heróis inspiradores de novas gerações. A SSL é um evento especial da World Sailing desde 2017.

Como na Copa do Mundo de futebol, as primeiras rodadas de qualificação selecionam os times que avançam para as fases eliminatórias. Todas as regatas são disputadas com flotilhas de quatro barcos em cada, até as quartas de final. As equipes serão colocadas em chaves, com os oito primeiros colocados garantidos nas quartas-de-final.

Duas flotilhas de quatro competem nas quartas-de-final para selecionar as quatro equipes que participam da única regata da Grande Final. O vencedor da Grande Final será coroado como a Melhor Nação da Vela. A SSL criou um formato inovador. E os fogos de artifício ao final do evento prometem dar um desfecho dramático para esta incrível competição global.

Mais informações em https://goldcup.starsailors.com/

 


Brasil estreia com vitória no Mundial de Optimist 2022 na Turquia

Publicado 29/06/2022 16:32

O Brasil estreou no Arkas Optimist World Championship 2022 com bons resultados nesta terça-feira (29).

O catarinense Davi Neves venceu a primeira regata da flotilha azul do dia nas águas de Bodrum, na Turquia. Na segunda prova ficou em nono e com isso está entre os Top 10 do ranking geral da competição internacional. Ao todo, quase 280 velejadores de até 15 anos competem o Mundial, que é realizado anualmente.

A equipe brasileira está presente, além de Davi Neves, com Joana Freitas, Melissa Paradeda, Arthur Back e Zion Faria. O filho do bicampeão olímpico Robert Scheidt também disputa o mundial. Erik Scheidt, no entanto, defende neste evento a Lituânia, por causa da mãe Gintare. Para completar o time estão em Bodrum o treinador Tijo Novello, o team leader Guilherme Born e Alexandre Neves.

O país entra na disputa na Turquia para defender o título mundial da categoria conquistado no Lago di Garda, Itália, em 2021 pelo velejador de Ilhabela (SP) Alex Kuhl. Na oportunidade, o atleta de 15 anos ficou com a inédita conquista para a vela brasileira. O evento mundial em Bodrum será realizado até 7 de julho.

''É a categoria principal para os jovens e sempre teve bons resultados na história. Mas o título do ano passado, quando a gente quebrou o tabu, gerou mais responsabilidade. O Brasil se tornou um país mais visado e respeitado pelos atletas do mundo. Mas o ambiente da equipe é muito bom!'', contou Guilherme Born.

Veja todos os resultados aqui

Duas semanas atrás, no Núcleo de Base da CBVela - Confederação Brasileira de Vela, fez um treinamento específico para as equipes brasileiras de Optimist em parceria com Optibra e Secretaria Especial do Alto Rendimento.

As atividades foram realizadas de 16 a 19 de junho na sede da entidade, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro (RJ), com 25 participantes de seis estados, incluindo 10 meninas neste grupo.

Além dos jovens de Op, a Confederação Brasileira de Vela atende mais de 60 atletas da nova geração da modalidade em treinamentos na Marina da Glória, no Rio de Janeiro (RJ), no Clube Naval Charitas, em Niterói (RJ), ou em campeonatos no exterior.

O trabalho é voltado para que os competidores mais novos cheguem bem preparados em campeonatos de ponta, como os Jogos Olímpicos de Paris 2024, Los Angeles 2028 e Brisbane 2032. 

"A evolução recente da classe Optimist no Brasil é muito significativa, tendo como marco a conquista recente do título mundial inédito em 2021. Essa evolução se deve em muito ao esforço conjunto de CBVela, Optibra, pais e velejadores para realização das clínicas preparatórias com as equipes classificadas aos eventos internacionais (campeonatos Mundial, Europeu, Sul Americano e Norte Americano)'', disse Cássio Lutz do Canto, técnico da equipe brasileira.

A CBVela também em 2021 assinou sua filiação na Rede Nacional de Treinamento com objetivo de criar um caminho para o atleta desde a sua entrada na modalidade até chegar ao topo do alto desempenho. Na vela jovem, as categorias mais praticadas são Optimist, dos 7 aos 15 anos, 420, 29er e Laser. Todas versões 'mais leves' das classes utilizadas nos calendários dos Jogos Olímpicos.

O Núcleo de Alto Rendimento é uma parceria da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) com a Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania para apoiar a preparação de todas as equipes brasileiras da modalidade em suas categorias de base.

A sede oficial do projeto é a Marina da Glória, palco das regatas da Rio 2016 e de outros grandes eventos da vela. Por lá são atendidos adolescentes entre 13 e 17 anos, que integram as seleções para os principais campeonatos, como o Mundial da Juventude da World Sailing. 

Inédita conquista de 2021

O jovem velejador Alex Di Francesco Kuhl se tornou o primeiro brasileiro a ser campeão mundial da classe Optimist. O título foi conquistado em 2021, no Lago di Garda, na Itália, no evento que reuniu mais de 250 velejadores de até 15 anos. O atleta venceu a competição com 54 pontos, garantindo a medalha de ouro. A medalha de prata ficou com o norte-americano Gil Hackel (59 pontos perdidos) e o bronze com o italiano Alex Demurtas (79).

O time brasileiro contou  ainda com Lucas Freitas (9º), Douglas Said  (33º), Luiz Felipe Giagio (56º) e Eduardo Zeitone (79º). Os treinadores dos velejadores brasileiros foram Ricardo Paranhos e Rodrigo Amado. Na disputa de melhor país, o Brasil ficou na terceira colocação.

Alex Kuhl ganhou três de dez regatas disputadas no Lago di Garda e se manteve no top 15 em praticamente todas elas. O atleta recebeu o troféu das mãos do campeão olímpico, Robert Scheidt. 

Já o Campeonato Brasileiro 2022 de Optimist foi vencido pelos cariocas Arthur Back e Joana Cocchi no Cabanga Iate Clube, em Maria Farinha (PE). A competição da vela nacional teve 12 regatas disputadas, com a participação de 139 embarcações de nove estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Distrito Federal e Paraíba. Somado ao Brasileiro de Estreantes, que ocorreu na primeira semana do ano, também no Cabanga, mais de 200 crianças e adolescentes participaram do evento organizado pela CBVela - Confederação Brasileira de Vela.

A competição é a mais tradicional  da vela de base para jovens até 15 anos e que ocorre sempre no início do ano. O de 2023 será no Yacht Club Santo Amaro, em São Paulo (SP).

Sobre a CBVela

A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) é a representante oficial da vela esportiva do país nos âmbitos nacional e internacional. É filiada à Federação Internacional de Vela (World Sailing) e ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

A vela é a modalidade com o maior número de medalhas de ouro olímpicas na história do esporte do Brasil: oito. Ao todo, os velejadores brasileiros já conquistaram 19 medalhas em Jogos Olímpicos.

Foto: Matias Capizzano


Aquaman dos cinemas navega a bordo de veleiro da The Ocean Race

Publicado 29/06/2022 09:37

O Aquaman dos cinemas velejou em um barco de performance que vai correr a próxima The Ocean Race.

O havaiano Jason Momoa, que interpretou o herói dos quadrinhos nos últimos filmes da série, está em Lisboa para a Conferência dos Oceanos da ONU de 2022.

O barco usado para a velejada em Portugal foi Racing for the Planet.

A estrela de cinema e ativista dos oceanos foi designado defensor da vida abaixo da água do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA).

A Conferência das Nações Unidas sobre o Oceano é co-organizada por Portugal e Quênia e conta com a participação de milhares de defensores dos oceanos de empresas, sociedade civil e governo – incluindo vários Chefes de Estado.

O encontro promoverá o progresso em soluções baseadas na ciência para garantir uma melhor gestão e conservação do oceano e seus recursos.

O ator de Aquaman, que trabalhou com Sustainable Coastlines Hawaii e rePurpose Global, descreveu como se sentiu honrado por ter a responsabilidade de promover a saúde dos oceanos:

''Com esta designação, espero continuar minha própria jornada para proteger e conservar o oceano e todas as coisas vivas em nosso belo planeta azul, para nossa geração e as gerações vindouras''.

A conferência, que está alinhada ao ODS 14, vida abaixo da água, enfatiza a necessidade crítica de conhecimento científico e tecnologia marinha para construir a resiliência dos oceanos, e espera-se que culmine em uma declaração política negociada.

Antes do encontro, o Aquaman foi até Cascais no Fórum da Juventude e Inovação realizado na Praia de Carcavelos.

No local, Jason Momoa recebeu o Relay4Nature Baton da The Ocean Race do Enviado Especial da ONU para o Oceano, Peter Thompson. 

O ator entregou o bastão aos representantes da juventude, após o que foi passado ao Secretário-Geral da ONU.

O Race For The Planet é uma equipe de Vela Profissional a competir na próxima edição da The Ocean Race, com uma mensagem de sustentabilidade para o mundo.

 

 

 

 


Brasil realiza único evento de automobilismo do mundo a homenagear Ayrton Senna

Publicado 28/06/2022 19:15

As provas finais da segunda edição do Troféu Ayrton Senna de Kart foram realizadas no sábado, 18 de junho, no Kartódromo Internacional de Birigui (SP), o Speed Park. A competição que leva o nome do tricampeão de Fórmula 1, tido por muitos até os dias de hoje como o maior automobilista de todos os tempos, reuniu pilotos de várias idades divididos em 14 categorias. Ao todo, mais de 120 competidores participaram do evento, que começou no meio da semana e misturou esporte e entretenimento.

Com o sucesso de mais uma edição, o Troféu Ayrton Senna de Kart, realizado no interior paulista, se consolida como uma das principais competições internacionais realizadas no país, e os organizadores já estudam as datas da terceira edição de 2023. Além de potencializar e fomentar o kart em toda a América Latina, ao transmitir o legado de Senna para novas gerações de pilotos, a competição também é responsável pela chegada de turistas para Araçatuba e região, um dos pontos que atraiu o apoio da Embratur – Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo, com a intenção de apresentar este evento único ao mundo.

Com essa nova parceria, algumas ações já foram realizadas durante o evento realizado no Speed Park, visando consolidar o Troféu Ayrton Senna de Kart junto ao público local e os turistas, o que na atual edição já foi comprovado. A expectativa agora tanto dos organizadores quanto da Embratur, é elevar ainda mais o patamar da competição, atraindo não só as cidades e estados vizinhos, mas também os demais países do continente.

O bom relacionamento entre os organizadores do evento que leva o nome do ídolo Ayrton Senna com as confederações de automobilismo de outros países, em especial os da América do Sul, e agora com o apoio da Embratur a competição, visa a atrair a presença de pilotos de outras nacionalidades participando do evento no Speed Park, especialmente após a pandemia de COVID-19. Em 2020, antes da pandemia, pilotos de 9 nacionalidades marcaram presença no campeonato, reforçando a importância de Ayrton Senna como uma referência no continente.

”O Troféu Ayrton Senna de Kart não é um evento que se limita apenas às atividades nas pistas: corrida de rua para adultos e crianças, espaço lounge com o melhor do churrasco e com shows ao vivo, fornecem uma experiência familiar única na região”, explicou Thiago Pereira, medalhista olímpico de natação e um dos organizadores da competição.

O evento também ganhou relevância entre pilotos de todas as idades, comunidade local e principalmente imprensa, que cobriu presencialmente todas as atividades no Speed Park, incluindo quatro grandes emissoras de TV aberta, além de rádios e jornais digitais especializados em esportes, automobilismo e turismo esportivo.

O campeonato foi chancelado pela Senna Brands e organização de 2Points e Speed Park, além de contar com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria Estadual de Esportes. Além das provas de kart, o complexo no interior paulista recebeu a corrida de rua Troféu Ayrton Senna Run para adultos e Senninha Run para crianças, e um espaço gourmet, o Racing Lounge by Senhor BBQ, com o melhor do churrasco e diversas atrações musicais.

As atividades de automobilismo começaram no meio da semana e testaram as habilidades dos pilotos no percurso no sentido horário na pista. O traçado, batizado de Ímola, teve 1.214 metros e 11 curvas no total. Os principais nomes do kartismo nacional estiveram na disputa, que se consolidou como uma das principais do calendário de provas do Brasil.

”Para nós, receber da 2Points e Speed Park a segunda edição do evento Troféu Ayrton Senna de Kart com a presença de pilotos de todo o Brasil, é a consolidação da importância do Kart e do legado do Ayrton. Este evento trabalha incentivando as pessoas e resgatando a importância do kartismo no Brasil”, disse Paola Nisterhofen Santilli, head de marketing da Senna Brands.

”Além disso, é um evento que incentiva a prática do esporte para toda a família, com as corridas a pé e muitas outras atrações e entretenimento para os visitantes. O Ayrton sempre deixou claro o papel fundamental do kart em sua carreira, e queremos a cada ano fortalecer isso através deste evento, para esta nova geração”.

Vencedores das 14 categorias:

Mirim: Lucas Ferreira

Cadete: Leonardo Ramires

F4 Junior: Davi Alkimin

F4 Super Senior: Gustavo Rey

F4 Senior: Luciano Garcia

F4 Graduados: Samuel Cruz

Mini 2T: Lourenço Varela

Junior: Heitor Agnol

Junior Menor: Pietro Melo

Sprinter: Eduardo Perez

Senior A: Carlos SG

Senior B: Marco Rezek

Super Senior: Tiago Kastner

Graduados: Olin Galli

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Quarta edição do Boxe na Veia tem show de atletas do SPFC

Publicado 28/06/2022 19:10

O Centro de Treinamento Esportivo Mário Chekin, em São Caetano do Sul (SP), recebeu nesse sábado (25/06) a quarta edição do torneio Boxe na Veia 2022. A competição do estilo olímpico é voltada à formação de novos talentos da nobre arte é realizada todos os meses na cidade do ABC. Foram disputadas 16 lutas em diferentes categorias e o destaque ficou com os lutadores do São Paulo Futebol Clube.

Os boxeadores do clube da capital paulista venceram com grandes exibições. Lucas Batista derrotou seu oponente Davi Gomes (Gaúcho) nas categorias peso-médio, enquanto Luiz Fernando venceu Maxwell Souza (Peter Venancio) no peso-pesado.

“Tive uma atuação bem dominante, meu oponente estava um pouco abaixo hoje, não acho que faltou nocautear, controlei bem, assim da mais emoção até o final. Minha inspiração com certeza é o Éder Jofre, representou essa camisa como ninguém, e quero um dia ser campeão brasileiro, quem sabe mundial”, declarou Luiz Fernando após a vitória por decisão unânime dos juízes.

Os 16 combates do evento reuniu jovens promessas do boxe nacional dos principais clubes do país, entre eles o Sport Club Corinthians Paulista, que também foi destaque com o atleta Luiz Carlos que derrotou seu oponente Ricardo Oliveira (Brothers Fight) na categoria meio-pesado.

“Não podemos desprezar o boxe do meu adversário, muito duro de enfrentar, não deu para derrubar, mas levo mais uma vitória no meu currículo. Me inspiro muito na minha mãe, sempre esteve comigo quando eu mais precisei”, declarou o lutador corinthiano após a vitória por decisão unânime dos juízes.

A próxima edição do Boxe na Veia vai ocorrer no sábado (30/7) no Centro de Treinamento Esportivo Mário Chekin em São Caetano do Sul (SP).

“Dessa vez tivemos mais lutadores inscritos, graças a Deus tem cada vez mais pessoas querendo participar do nosso evento, nossa ideia é estar sempre promovendo o entretenimento e melhorando o nível dos jovens lutadores brasileiros.  Quero eles disputando os campeonatos internacionais”, declarou Ricardo Rodrigues da RR Promotion, organizador do Boxe na Veia.

Resultados da 4ª dição do Boxe na Veia 2022:

0 – Exibição: Eder Carrasquinho (Evolução Boxe) x Felipe Alves (Evolução Boxe) – Empate.

0 – Exibição: Pedro Miguel (Boxe de Ouro) vs Henrique Siqueira (Boxe de Ouro) –

Empate.

1 – 52 Kg [C]: Stephane Batista (Evolução Boxe SP) vs Rafaela Prates (Gaúcho) – vencedora: Stephane Batista [Decisão Divida (10/9) (10/9) (9/10)].

2 – 59 Kg [C]: Cláudio Souza (Evolução Boxe SP) vs Isaque Domingos (Gaúcho) – vencedor: Cláudio Souza [Nocaute Técnico – 1° round].

3 – 60 Kg [J]: Italo Jonathan (Tony Boxe) x Samuel Yuri (Corinthians) –

vencedor: Samuel Yuri [Decisão Unânime (10/9) (10/9) (10/9)].

4 – 71 Kg [J]: Thauan Jossiel (Evolução Boxe SP) vs Reberthy Souza (Mauá Jack) – vencedor: Thauan Jossiel [Decisão Unânime (10/9) (10/9) (10/9)].

5 – 75 Kg [J]: Fillipi Nascimento (São Caetano) vs Ruan Rangel (Evolução Boxe SP) – vencedor: Ruan Rangel [Decisão Unânime (10/9) (10/9) (10/9)].

6 – 57 Kg [E]: Claudine Santos (Evolução Boxe SP) vs Vitória Gomes (Tony Boxe) – vencedora: Vitória Gomes [Decisão Unânime (10/9) (10/9) (10/9)].

7 – 60 Kg [E]: Wellington Santana (Gaúcho) vs Victor Pinto (São Caetano) –

vencedor: Victor Pinto [Decisão Dívida (10/9) (10/9) (9/10)].

8 – 57 Kg [E]: William Ricardo (São Caetano) vs Ramon Santos (Tony Boxe) –

vencedor: Ramon Santos [Decisão Unânime (10/9) (10/9) (10/9)].

9 – 75 Kg [E]: João Galdino (Guarany) vs Moura Tursi (Boxe de Ouro) –

vencedor: Moura Tursi [Decisão Dividida (10/9) (10/9) (9/10)].

10 – 63 Kg [E]: Caíque Julião (São Caetano) vs Ulysses Beacetti (Alfa Boxe) –

vencedor: Caíque Julião [Nocaute Técnico – 3° round].

11 – 69 Kg [E]: Nickson Silveira (Mogi) vs Bruno Nascimento (AGB Guarulhos) –

vencedor: Nickson Silveira [Nocaute Técnico – 1° round].

12 – 71 Kg [E]: Júnior Lacerda (Brothers Fight) vs Caio Alves (Corinthians) –

vencedor: Caio Alves [Decisão Dívida (10/9) (10/9) (9/10)].

13 – 83 Kg [E]: David Gaefk (São Caetano) vs Samuel Dias (Hajime) –

vencedor: Samuel Dias [Abandono no 3° round].

14 – 81 Kg [E]: Luiz Carlos (Corinthians) x Ricardo Oliveira (Brothers Fight) –

vencedor: Luiz Carlos [Decisão Unânime (10/9) (10/9) (10/9)].

15 – 77 Kg [E]: Lucas Batista (SPFC) x Davi Gomes (Gaúcho) –

vencedor: Lucas Batista [Decisão Dívida (10/9) (10/9) (9/10)].

16 – +92 Kg [E]: Maxwell Souza (Peter Venancio) vs Luiz Fernando (SPFC) – vencedor: Luiz Fernando [Decisão Unânime (10/9) (10/9) (10/9)].



Vinicius Moretti e Fernanda Martello vencem o L'Étape Rio Santander

Publicado 27/06/2022 12:43

A segunda edição do L'Étape Rio by Tour de France presented by Santander foi realizada neste domingo (26) na Cidade Maravilhosa. Quase 2 mil atletas se alinharam para a largada da prova às 6h, em frente à Marina da Glória, local em que foi montado o Village. A maior prova de ciclismo amador da América Latina contou com dois percursos: o longo, de 102 quilômetros com altimetria de 1096 metros, e o curto, com 46 quilômetros e altimetria de 450 metros.

A chancela do maior evento de ciclismo mundial, o Tour de France, fez com que os ciclistas experimentassem todo o clima da competição desde a entrega dos kits até a linha de chegada. O tempo fechado no Rio de Janeiro não desanimou os 1.800 ciclistas inscritos. A prova foi desafiadora desde a largada até a linha de chegada, mas confirmou a segurança dos participantes como um de seus principais pilares. 

"A segunda edição do Rio foi diferente. Tivemos a noite inteira com chuva, e o dia amanheceu nublado. Foi tranquilo na parte de intensidade, mas estávamos com as ruas molhadas. É sempre um desafio muito grande colocar todo mundo para correr dentro da cidade do Rio e curtir esse visual, ainda mais nestas circunstâncias. Para a gente foi exemplar. Conseguimos colocar todo mundo para correr e vivenciar essa experiência. Toda a estrutura estava fechada para os atletas. Foi demais", disse Fernando Cheles, diretor da prova.

Campeão geral masculino dos 102 km, Vinicius Moretti completou a prova em 2h39min49s. Atleta da equipe Pedal Power, o paulista de Votuporanga montou uma estratégia eficaz em meio às condições climáticas e completou o percurso na Cidade Maravilhosa com o primeiro lugar do pódio. Guilherme do Couto chegou em segundo lugar, com 2h41min11s, e Raphael Serpa completou o pódio, com 2h41min21s.

"Foi uma prova muito top. O clima parecia que não seria tão favorável, mas para mim foi ótimo. Eu gosto do tempo frio. Choveu, mas tudo bem. O percurso é lindo. A subida foi dura, mas na medida para um cara mais forte como eu, que não sou escalador puro. Consegui passar pelos escaladores e fiz a descida de forma controlada, pois era necessário cuidado. Foram quatro escapadas até o final. No túnel, senti que eu teria grandes chances, com força. Vim sozinho até a chegada", comentou o campeão. 

"O L'Étape Rio tem uma organização única. Cada detalhe é muito bem feito. É para o atleta se sentir como se estivesse em uma etapa do Tour de France mesmo, como se fosse um ciclista profissional. O Rio é lindo. Sem palavras", completou Vinicius. 

No percurso longo, após a largada na Marina da Glória, os ciclistas seguiram pela orla em direção às famosas praias de Copacabana, Ipanema e Leblon. Depois, contornaram o Jardim Botânico e iniciaram uma das mais famosas subidas do Rio de Janeiro - Vista Chinesa e Mesa do Imperador. 

Na prova feminina, o título no percurso longo ficou com Fernanda Martello, com a marca de 2h57min55s. Ela chegou à frente de Cristiane Pereira, segunda colocada, com 2h59min33s, e Ana Luiza Cavalcante, terceira colocada, com 2h59min37s.

O trajeto, que se assemelhou ao da prova de ciclismo de estrada dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, foi totalmente fechado para os ciclistas do L’Étape Rio by Tour de France presented by Santander. 

Mais resultados da prova

Na prova curta, a vitória geral masculina ficou com Pedro Victor Fonseca, que completou a prova em 1h12min51s, seguido por Luiz Flávio Rosa, com 1h13min39s. André Almeida terminou em terceiro, com 1h15min14s.

"Foi duro. Quando vi que o segundo lugar estava chegando perto de mim, eu pensei 'vou morrer, mas vou chegar’. Fiz força, mais do que eu esperava que conseguiria. Isso rendeu o primeiro lugar. Estou muito feliz com a vitória", contou Pedro Silva. 

No feminino, Paula Weinschenck foi a primeira, com o tempo de 1h20min17s, em segundo ficou Gabrielle Sparenberg, com 1h21min19s, e Carolina Simoni terminou em terceiro, com o tempo de 1h21min55s. 

"Foi uma prova maravilhosa. A curta passou rápido, mas valeu demais! Uma pena que não fez sol, mas tudo foi ótimo. Eu amei. Sou do Rio, então subo até a Mesa do Imperador sempre. Uma prova super rápida, bem legal e muito segura para os ciclistas", disse Paula Weinschenck. 

Confira os resultados oficiais no site da prova 

Novas atrações no Village da Prova  O Village, que foi aberto na tarde de sexta-feira (24), funcionou como o local de encontro e retirada dos kits, além de apresentar painéis de debates e lançamentos de produtos, e proporcionar o encontro de ciclistas amadores com grandes nomes da modalidade e do esporte brasileiro. Passaram pelo palco do L’Étape Rio by Tour de France presented by Santander a atriz e influenciadora Amandha Lee e a embaixadora L'Étape Luciana Prados, que falaram sobre a participação feminina na modalidade, além do campeão Murilo Fischer, ciclista brasileiro com participações olímpicas e atual Embaixador do Tour de France.   O evento contou também com a participação de outros grandes nomes do esporte e celebridades, como o campeão olímpico do vôlei Nalbert, que mais uma vez marcou presença, e o apresentador Bruno Vicari.  "Eu sou suspeito para falar. Aqui está tudo maravilhoso. O L'Étape Rio é meu xodó. Em Campos do Jordão, a prova também já está consolidada, mas o Rio de Janeiro é a minha cidade. Não tem preço pedalar aqui. Geralmente tenho que me preocupar com o trânsito enquanto estou na bike. Hoje eu tinha todo esse trajeto para mim. Queria agradecer a organização por me dar esse privilégio", comentou Nalbert.   Inscrições 2023

A organização do evento confirmou a realização da prova para o próximo ano. O L’Étape Rio by Tour de France presented by Santander será realizado entre os dias 23 a 25 de junho de 2023.

A partir do sábado (25), as inscrições foram abertas para o público geral e podem ser feitas no site:https://www.ticketsports.com.br/e/ltape-rio-by-tour-de-france-present-by-santander-33892.  

Prova expande apoiadores e patrocinadores 

A segunda edição do L’Étape Rio by Tour de France presented by Santander contou com marcas apoiadoras e patrocinadoras, que puderam expor as novidades do mercado de ciclismo. No Village, 35 marcas estiveram presentes em estandes e tiveram o objetivo de completar ainda mais a experiência do ciclista na prova. 

O Banco Santander, que dá os naming rights ao evento, é um exemplo de uma nova parceria que veio para ficar. 

"Temos muito orgulho de ser parceiros do circuito nacional do L’Étape by Tour de France, que traz o brilho do icônico Tour de France para os ciclistas brasileiros. No agora L’Étape Santander, milhares de amadores e entusiastas do pedal poderão participar de provas de alto nível e sentir um pouco das sensações que o ciclismo profissional proporciona. É mais uma das nossas iniciativas de apoio a esse esporte que é praticado diariamente por milhões de pessoas, seja nas ruas, nas estradas ou nas trilhas de todo o país", disse Patricia Audi, vice-presidente do Santander Brasil.

Os patrocinadores oficiais Samaritano Americas, Mitsubishi Motors, Specialized e Vivo também montaram estandes no Village e ofereceram aos participantes ainda mais interatividade. 

"As pessoas estão cada vez mais preocupadas e atentas com os impactos causados ao meio ambiente e o que iremos deixar de legado para as gerações futuras. A bicicleta é um ícone de transporte sustentável, e apoiar eventos esportivos outdoor nos aproxima do público que acredita em pautas ligadas à transformação da sociedade por meio do esporte”, afirma Marina Daineze, diretora de Marca e Comunicação da Vivo. Confira todos os parceiros do L'Étape Rio by Tour de France presented by Santander  Naming Rights - Santander

Patrocinadores Oficias - Samaritano Americas, Mitsubishi Motors, Specialized e Vivo

Marcas Oficias - 3 Corações, Accor Live Limitless, Cervejaria 040, Strava, Problotica e Plant Power

Fornecedores Oficias - ASW, Shimano, Vigor, Fotop e Life Square

Expositores do Village - 4TRI Store, Agile Performance, Bauerfeind, Dobro, Exceed Nutrition, Gregario Cycling, Jimmy's Bike Shop, La Maglia, Marelli, Max Recovery, Mombora, Nomad, Pink Cheeks, Ride Cycling, Session, Soul Cycles, Swift Carbon, Torq Cycle Experience, Vélo 48, Veloder, Vince e Woom Apoio Institucional - Prefeitura Rio, CSC RJ Correalizador - Effect Sport

L'Étape Brasil Santander

A primeira edição do L'Étape Brasil Santander by Tour de France foi em 2015 na cidade paulista de Cunha. Desde 2018, a prova é realizada em Campos do Jordão (SP) e no ano passado desembarcou no Rio de Janeiro. 

A oitava edição da prova no interior de São Paulo será realizada entre os dias 23 e 25 de setembro, em Campos do Jordão (SP). As inscrições e os mapas de percurso estão disponíveis no site oficial do evento: https://letaperio.com.br/

O evento conta também com grandes nomes do esporte, como Nalbert, Murilo Fischer e Luiz Perrella, como embaixadores da marca. O bicampeão brasileiro de ciclismo de pista, Ricardo Alcici, foi anunciado recentemente como o novo embaixador da prova chancelada pelo Tour de France no Brasil.


Barcos iniciam Volta ao Mundo Globe40 no Marrocos. Recife (PE) está entre as sedes

Publicado 26/06/2022 13:20

A Volta ao Mundo Globe 40 teve início neste domingo (26) com a participação de sete barcos da Class40. As duplas partiram de Tanger (Marrocos) com destino à primeira escala que é São Vicente (Cabo Verde) para 1722 milhas náuticas pelo Mediterrâneo e Atlântico.

A regata oceânica conta com oito etapas pelos mares do mundo totalizando mais de 30 mil milhas náuticas velejadas ou 55 mil quilômetros. Serão nove meses de prova, com chegada prevista de 13 a 20 de março de 2023 na cidade de Lorient, na França. 

Equipes do Canadá, EUA (dois barcos), França, Holanda, Japão e Marrocos largaram da Mariana Real de Tânger na tarde deste domingo com ventos de 15 nós e temperatura na casa dos 27 graus.  A organização calculou uma média de 10 nós de vento por perna, mas os navegadores devem encarar situações adversas pelos mares do sul, incluindo a famosa passagem pelo Cabo Horn. A Globe40 tem o mesmo formato da antiga Volvo Ocean Race com travessias pelo mundo e escalas nos continentes.

A largada ocorreu na tarde deste domingo (26) na cidade de Tânger, que se tornou a primeira da África a sediar uma partida de regata deste porte. Os ventos de quase 20 nós ajudaram os sete barcos a ganhar velocidade rumo ao próximo porto, que é a ilha de Cabo Verde. Antes de iniciar o percurso em mar aberto, os times fizeram 7 milhas entre bóias com visão privilegiada da praia marroquina.

”Para nossa marina, a regata Globe40 coincide primeiramente com o 4º aniversário de seu comissionamento. Não poderíamos comemorar melhor este aniversário com um evento tão importante. Esta é a primeira vez que uma vela de volta ao mundo parte de uma cidade africana e árabe”.

”Esses barcos são fascinantes. Portanto, para nós, este é um evento importante e realmente esperamos que eventos semelhantes aconteçam novamente no futuro”, explicou Mohamed Ouanaya, presidente do Porto de Tânger.

E por falar em Marrocos, a dupla local do barco IBN Battouta Tribute 2022 com Simon Boussikoul e Omar Bensenddik usou bem o conhecimento da raia para abrir vantagem pelo Estreito de Gibraltar.  Os franceses do Globe in Solitaire tiveram problemas no barco e voltaram à marina de Tanger para reparos.

Sobre a regata

A Class40 é um veleiro monocasco para regata de mar aberto e cruzeiro com comprimento máximo de 40 pés. O objetivo original da categoria era tornar as provas offshore acessíveis a velejadores amadores. O sucesso da classe a moveu além desses parâmetros, com cada vez mais velejadores profissionais envolvidos. Parte disso é a regra de open box, que mantém os custos baixos. 

Apesar de não contar com nenhum velejador, o Brasil estará representado na Globe 40 com a parada de Recife (PE) no início de janeiro de 2023. O primeiro veleiro vindo de Ushuaia (Argentina) deve cruzar a linha de chegada no Cabanga Iate Clube depois de 21 de janeiro. O percurso terá ao todo 3289 milhas náuticas de distância na subida do Atlântico. A organização projeta uma Vila da Regata na capital pernambucana para visita das embarcações.

”É um novo projeto de regata, com desafios diferentes para os navegadores da Class40. O evento é mundial com uma categoria de barco presente em vários continentes, não apenas frequentada por franceses”.

”Serão oito meses de prova com várias situações a serem enfrentadas pelos velejadores. Também será interessante saber como eles irão lidar com a convivência a bordo, pois são apenas duas pessoas em um pequeno espaço”, disse Christophe Gaumont, diretor de regata.

As etapas mais longas são a segunda e a terceira, com mais de 6 mil milhas náuticas para os percursos entre São Vicente (Cabo Verde) até Port Louis (Ilhas Maurício) e Port Louis (Ilhas Maurício) até Auckland (Nova Zelândia). Nas duas travessias, as duplas da Globe40 devem demorar de 32 e 25 dias, respectivamente.

A pontuação da regata Globe 40 será diferente por etapas. As provas mais longas terão coeficiente maior, como a descida do Atlântico de São Vicente (Cabo Verde) até as Ilhas Maurício, e as travessias dos Mares do Sul, como Ilhas Maurício até Auckland (Nova Zelândia) e Papeete (Polinésia Francesa) até Ushuaia (Argentina). Percursos um pouco menores como Papeete (Polinésia Francesa), Ushuaia (Argentina), Recife (Brasil) e Granada até a final em Lorient (França) valem dois de coeficiente e as menores somam um ponto.

Os barcos Class40 podem ter três velas para toda a duração do evento, que podem ser trocadas nas stopovers, com exceção da vela mestra. Em caso de perda total ou destruição da vela grande constatada pelo júri, uma nova poderá ser instalada. A lista de velas a bordo deve ser declarada 24 horas antes do início de cada perna.

Mapa da regata — https://www.globe40.com/en/map-tracker/

Por Flávio Perez

Foto: Jean-Marie Liot


Quantum Racing confirma favoritismo e leva Mundial de TP52 2022

Publicado 26/06/2022 08:19

A equipe da Quantum Racing foi coroada campeã mundial Rolex TP52 em Cascais, Portugal, neste sábado (25).

O time norte-americano foi premiado pela consistência durante a semana. O evento nas águas portuguesas teve ao todo 10 regatas e o Quantum venceu apenas uma.

Os campeões somaram 33 pontos, contra 40 dos alemães do Platoon e 41 dos britânicos do Alegre. Ao todo nove TP52 participaram do campeonato.

Após quatro dias de regatas técnicas e táticas exigentes em Cascais, os ventos alísios (trade winds) entraram para valer na final. Em alguns pontos passou de 22 nós.

A Quantum Racing começou o dia com três pontos de vantagem sobre os rivais mais próximos, o Platoon de Harm Müller-Spreer.

''Todo o evento foi pegado.Parabéns ao Alegre e Platoon pela campanha. Ganhamos nosso último campeonato mundial aqui em Cascais, então está ficando muito especial para nós'', disse Terry Hutchinson, da Quantum.

A Quantum Racing mantém um padrão de "anos pares", conquistando o título do Rolex TP52 World Championship em 2014, 2016, 2018 e agora em 2022.

O evento de 2020 planejado para a África do Sul teve que ser cancelado.

Outros vencedores foram Platoon em 2017 e 2019, Azzurra em 2015 em Cascais, Ràn venceu em 2013 em Miami e em 2021 foi o Sled.

Os proprietários de equipes da TP52 são, na maioria das vezes, líderes de empresas de diversas origens, incluindo engenharia, tecnologia, finanças e vendas.

A classe TP52 começou nos EUA por volta de 2000 na Transpac Race de Los Angeles ao Havaí - daí o nome TP52.

O mundial teve equipes representando sete nações diferentes: Itália, EUA, Grã-Bretanha, Tailândia, Turquia, África do Sul e Alemanha. 

 


Briefing técnico para estreia da Globe40

Publicado 25/06/2022 20:55

A véspera da largada da Globe 40 foi marcada pela reunião de comandantes e o obrigatório briefing meteorológico.

Os 14 velejadores que disputarão a travessia pelos mares do planeta terão pela frente uma prova com muita variação de vento desde a partida em Tanger, no Marrocos.

A Volta ao Mundo dos Class40 em duplas começa neste domingo (26), a partir de 11h para um percurso de 30 mil milhas náuticas ou 57 mil quilômetros.

São veleiros que representam Canadá, EUA (com dois), França, Holanda, Japão e Marrocos.

A primeira etapa será de Tanger até São Vicente, em Cabo Verde, e deve durar até 10 dias. O evento também passará no Brasil, mais precisamente em Recife (PE) em janeiro.

O briefing foi conduzido pelo francês Christian Dumard, consultor de meteorologia da regata, neste sábado (25), na Tanja Marina Bay.

”A Globe 40 começa com ventos alísios e condições boas até a primeira parada. Será praticamente uma regata de vento a favor em direção a Cabo Verde. Isso é bom para os velejadores, que são na sua maioria amadores”.

”Aos poucos ganham experiência e entrosamento, além de conhecimento sobre os ventos e o barco. Quanto mais vamos chegando às etapas finais, mais as dificuldades aumentam”.

A regata tem como diretor de prova o francês Christophe Gaumont, que assim como Christian Dumard está presente nas principais competições de oceano na Europa.

Serão nove meses de prova, com chegada prevista de 13 a 20 de março de 2023 na cidade de Lorient, na França. 

Apesar de não contar com nenhum velejador, o Brasil estará representado na Globe 40 com a parada de Recife (PE) no início de janeiro de 2023.

O primeiro veleiro vindo de Ushuaia (Argentina) deve cruzar a linha de chegada no Cabanga Iate Clube depois de 21 de janeiro.

O percurso terá ao todo 3289 milhas náuticas de distância na subida do Atlântico. A organização projeta uma Vila da Regata na capital pernambucana para visita das embarcações.

Texto: Flávio Perez

Foto: Jean-Marie Liot


Globe 40 faz desfile dos barcos antes da largada em Tanger (Marrocos)

Publicado 25/06/2022 06:58

Os sete barcos que disputam a partir do próximo domingo (26) a Globe40 estão em reta final de preparação em Tanger, no Marrocos.

As duplas fizeram, nesta sexta-feira (24), um desfile nas águas do Atlântico para apresentar seus veleiros antes da partida para a volta ao mundo em duplas.

O objetivo foi testar as velas e fazer os últimos ajustes para a aventura de 30 mil milhas náuticas com mais de 150 dias de regata. O percurso teve sete milhas náuticas entre bóias.

Barcos dos EUA, Holanda, Marrocos, Japão, França e Canadá estarão na regata. A Globe40 faz sua primeira edição e a regra prevê apenas dois velejadores por veleiro.

As embarcações usadas são os Class40, monotipos de oceano com grande aceitação na Europa, principalmente na França.

''Importante para nós fazer esse desfile para celebrar a grande largada do domingo. Os velejadores já estão sentindo o espírito da regata, que marca história ao trazer uma partida oficial para a África pela primeira vez'', disse Manfred Ramspacher, organizador do evento.

''Será uma regata de alto nível e com paradas especiais em todo mundo. Estamos ansiosos para o início dessa prova de nove meses. A Globe 40 é uma regata de Volta ao Mundo acessível tanto a amadores  quanto a capitães profissionais''.

Manfred Ramspacher foi o organizador da Transat Jacques Vabre em 2013 e 2015 quando a regata parou em Santa Catarina saindo de Le Havre.

A Globe40 sairá de Tanger, no Marrocos,  passando por Cabo Verde, Ilhas Maurício, Taiti, Nova Zelândia, Argentina, Brasil, Granadas e finalizando na França, mais precisamente em Lorient.

A largada da regata será no domingo (26) às 15h horário local em Marrocos, 11h no horário de Brasília.

A chegada ao Brasil da Globe 40 será em janeiro de 2023 na cidade pernambucana de Recife, mais precisamente no Cabanga Iate Clube.

Mapa do percurso -- https://www.globe40.com/en/map-tracker/

Por Flávio Perez



Brasileiros disputam Mundial de ORC em tripulações estrangeiras

Publicado 24/06/2022 03:57

O Campeonato Mundial de ORC começa neste sábado (25) no Yacht Club Costa Smeralda, na Itália.

O Brasil não terá nenhuma equipe nas águas da Sardenha, porém quatro velejadores confirmaram presença.

O argentino From Now On, um Swan 45, terá o finalista olímpico Samuel Albrecht e Alexandre da Rosa.

O veleiro uruguaio Lady (Dufor 40) conta com Luciano Secchin e o proeiro Alfredo Rovere, que também faz parte do SSL Team Brasil na Gold Cup.

A competição tem ao menos 70 barcos e as regatas ocorrem até o próximo dia 30. Veja a lista de entrada.

''Sexta-feira será oferecido uma palestra com a meteorologia e explicando o percurso. Isto é uma iniciativa bem mais racional e praticamente um padrão nos eventos no exterior''.

''No Brasil, cada time contrata a sua própria previsão de tempo, aumentando os custos e desnivelando as equipes. O pior... aqui o percurso só é revelado instantes antes da largada, não possibilitando a preparação adequada dos barcos'', escreveu Ricardo Lobato, juiz internacional e consultor de regatas.

O evento na Itália estava marcado para 2021, mas foi cancelado devido ao Covid.

Este ano a Orc Sailing e a RORCrating não chegaram num acordo e pela primeira vez desde 2018, não teremos um campeonato mundial combinando os dois sistemas de medição mais usados para barcos de cruzeiro.

Os barcos correm em três divisões baseados no seu CDL (índice que representa o desempenho do barco no contravento).

''São percursos diferentes e sem aquela confusão toda na largada. O Swan 45 vai competir na Classe A enquanto o Dufor 40 vai na classe C'', concluiu Lobato.

O primeiro Mundial ORC/IRC combinado foi realizado em 2018 em Haia, Holanda, e atraiu 85 barcos de 15 nações.

Foto: Studio Borlenghi


Mundial de TP52 entra nas regatas finais em Cascais

Publicado 24/06/2022 01:52

As regatas do Mundial de TP52 seguem nesta sexta-feira (24) em Cascais, Portugal.

Nove equipes disputam as provas, que têm como líder provisório o favorito Quantum Racing com 18 pontos perdidos. O Vayu da Tailândia surpreendeu nas regatas da véspera e assumiu a segunda colocação, dois pontos atrás dos líderes.

O Vayu é o barco estreante na competição e com o equipamento mais antigo a bordo. O time aposta na experiência da tripulação.

''Estamos bem e regularmente lendo muito bem o percurso da regata e tentando torná-lo o mais fácil possível graças a boas decisões. A equipe está muito animada e feliz, mas com os pés no chão. Vamos aproveitar o momento'', disse o espanhol Ñeti Cuervas-Mon, grinder do Vayu.

O líder Quantum ainda não venceu nenhuma regata, mas a média de pontos faz com que a equipe fique com pequena folga na liderança. O Alegre venceu três, mas nas outras três teve desempenho irregular

O Campeonato Mundial de TP52 vai até o sábado (25) nas águas portuguesas do Clube Naval de Cascais.

Resultados da Rolex TP52 World Championship Cascais 2022 (6 regatas)

  1. Quantum Racing (EUA) (Doug DeVos) (2,2,2,3,3,6) 18 pontos.
  2. Vayu (THA) (Tom e Kevin Whitcraft) (3,6,3,2,4,2) 20 p.
  3. Platoon (GER) (Harm Müller-Spreer) (5,3,4,1,6,4) 23 p.
  4. Alegre (GBR) (Andrés Soriano) (1,8,1,9,5,1) 25 p.
  5. Phoenix (RSA) (Toni Norris) (4,4,5,4,1,8) 26 p.
  6. Sled (EUA) (Takashi Okura) (8,1,8,5,8,3) 33 p.
  7. Provezza (TUR) (Ergin Imre) (6,5,9,7,2,7) 36 p.
  8. Gladiator (GBR) (Tony Langley) (9,7,6,6,9,5) 42 p.
  9. Interlodge (EUA) (Austin Fragomen) (7,9,7,8,7,9) 47 p.

 


Brasileiros prontos para viagem ao Mundial da Juventude de Vela

Publicado 22/06/2022 18:21

A Equipe Brasileira de Vela para o Mundial da Juventude de Haia 2022 está definida com 14 representantes em seis classes. A competição para a nova geração da modalidade será de 9 a 16 de julho.

Os atletas convocados são: Guilherme Araújo e Milena Araújo (Hobie Cat 16), Guilherme Menezes e Fernando Menezes (29er), Clara Meyer e Lívia Nogueira (29er), Alex Kuhl e Handrey Cantini (420) e Joana Gonçalves e Luísa Madureira (420). Erick Carpes (Ilca), Júlia Carreirão (Ilca), Marcos Americano (Kite) e Sofia Faria (iQFoil).

Os atletas embarcam no próximo dia 2 de julho para a Holanda. Estão confirmados 450 velejadores de 69 países prontos para as regatas deste ano na cidade holandesa.  O Campeonato Mundial foi realizado pela primeira vez na Suécia em 1971 e é um dos principais eventos da World Sailing para ajudar a promover a participação dos jovens em provas de alto nível.

O grupo escolhido para defender o Brasil no Mundial da Juventude de Haia 2022 é o primeiro da história que conta com atletas até 17 anos, o que prova o forte trabalho de desenvolvimento adotado nas categorias de base pela CBVela.

''Temos em andamento uma forte renovação da equipe brasileira e esse trabalho nos oferece a possibilidade de ter novamente esses atletas na campanha para mais uma ou duas edições do Mundial da Juventude. Faz parte da política da CBVela investir no desenvolvimento desses garotos e garotas, que estarão defendendo o país de Paris 2024 em diante'', disse Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

Boa parte dos atletas confirmados no Mundial da Juventude de Haia 2022 é formada pelo projeto pelo Núcleo de Base da Confederação Brasileira de Vela. São atendidos mais de 60 atletas da nova geração da modalidade em treinamentos na Marina da Glória, no Rio de Janeiro (RJ), no Clube Naval Charitas, em Niterói (RJ), ou em campeonatos no exterior.

O trabalho é voltado para que os competidores mais novos cheguem bem preparados em campeonatos de ponta, como os Jogos Olímpicos de Paris 2024, Los Angeles 2028 e Brisbane 2032.  O Núcleo de Alto Rendimento é uma parceria da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) com a Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania para apoiar a preparação de todas as equipes brasileiras da modalidade em suas categorias de base.

''Antes do Mundial da Juventude, a CBVela promoveu dois training camps para a Equipe Brasileira com atividades dentro e fora d’água visando melhorar o desempenho da equipe, que terá pela frente eventos importantes no segundo semestre. A ideia é realizar mais training camps durante o ano e a iniciativa tem como principal apoiadora a Secretária  Nacional do Alto Rendimento, além do COB - Comitê Olímpico Brasileiro'', concluiu Marco Aurélio de Sá Ribeiro.

A parceria da Confederação Brasileira de Vela (CBVela) com a Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania foi definida no fim do ano passado, implantando o primeiro Núcleo de Base para a modalidade Vela (NEBAR) para apoiar a preparação de todas as equipes brasileiras da modalidade em suas categorias de base.

A sede oficial do projeto é a Marina da Glória, palco das regatas da Rio 2016 e de outros grandes eventos da vela. Por lá são atendidos adolescentes entre 13 e 17 anos, que integram as seleções para os principais campeonatos, como o Mundial da Juventude da World Sailing. 

O Brasil soma ao todo 14 medalhas na história do Mundial da Juventude, que é realizado anualmente desde 1971. São cinco de ouro, três de prata e seis de bronze. A primeira medalha foi obtida por Robert Scheidt na classe Laser em Largs, na Escócia, em 1991. A última edição ocorreu em Omã no ano de 2021. O campeonato de 2020 seria em Salvador (BA), mas foi cancelado em função da COVID-19.

Medalhas do Mundial da Juventude

Ouro

Largs 1991 - Robert Scheidt - Laser

Fukuoka 1997 - Ricardo Winicki - Mistral

Cidade do Cabo 1998 - Ricardo Winicki - Mistral

Búzios 2009 - Martine Grael/Kahena Kunze - 420

Zadar 2011 - Martin Lowy/Kim Vidal - SL16

Prata

Marathon 1994 - Rodrigo Amado /Leonardo Santos - Laser II

Weymouth 2006 - Bruno Vilela Frey/ Ricieri Vidal Marchi - Hobie Cat 16Spin, Open

Langkawi 2016 - Leonardo Lombardi/Rodrigo Luz - 420

Bronze

Cidade do Cabo 1998 - Andre Cahu /Victor de Azevedo Costa - HobieCat 16

Busan 2005 Mariana Basilio/Gabriela Biekarck - 420

Weymouth 2006 - Marcos Adler/Bruno Leal Faria - 420

Aarhus 2008 - Patricia Freitas - RS:X

Búzios 2009 - Jorge Renato Amaral - RS:X

Langkawi 2016 - Brenno Francioli - RS:X

Sobre a CBVela

A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) é a representante oficial da vela esportiva do país nos âmbitos nacional e internacional. É filiada à Federação Internacional de Vela (World Sailing) e ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

A vela é a modalidade com o maior número de medalhas de ouro olímpicas na história do esporte do Brasil: oito. Ao todo, os velejadores brasileiros já conquistaram 19 medalhas em Jogos Olímpicos.

 

 

 


YCSA sedia campeonato de ILCA com mais de 50 atletas no feriado

Publicado 20/06/2022 12:14

O Yacht Club Santo Amaro (YCSA) sediou no último feriado o Sudeste Brasileiro de ILCA, antiga classe Laser, para as versões 4.7, ILCA 6 e ILCA 7.

Mais de 50 competidores de cinco estados da federação disputaram as oito regatas do programa na Represa do Guarapiranga.

Na 4.7, o vencedor foi Stefano Francavilla (YCSA), seguido por Giovanna Guariglia (YCSA) e Júlia Sampaio (ICB).

Na versão ILCA 6, o pódio teve Gabriela Kidd (ICRJ), Gustavo Kiessling (YCSA) e Isadora Dal Ri (ICRJ).

Na ILCA 7, o campeão foi Gustavo Nascimento (ICRJ), seguido por Eduardo Guimarães (CIR) e José Paulo Dias (ICRJ).

A nova geração correu no YCSA, tradicional clube de vela, que teve em seus quadros nomes como Robert Scheidt, Felipe Etchenique e Marcelo Fuchs, grandes nomes da classe Laser.

''Foram quatro dias de campeonato, com exceção ao primeiro dia sem regatas, mas depois compensou. É bom ver a classe com muita gente nova correndo. Foi um sucesso, com equipe técnica de parabéns'', disse Marcos Biekarck, diretor do YCSA. ''Temos um relacionamento de muito tempo com a laser e é muito bom sediar um campeonato da categoria''.

Além do Sudeste Brasileiro de ILCA, o YCSA sediará em janeiro de 2023 a Copa da Juventude, tradicional competição da vela de base. Por isso, os jovens aproveitaram para se adaptar à raia da Guarapiranga.

"Esse campeonato vai teve muita gente que vai competir a Copa da Juventude do ano que vem, trouxe muita experiência para esses velejadores, foi de altíssimo nível e bem disputado, muito legal", explicou Frederico Francavilla, coordenador da classe ILCA no estado de São Paulo. 

Foto: Guilherme Lehto



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