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A bordo do esporte

Por Flávio Perez - redacao@diarinho.com.br

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Jorge Zarif finaliza preparação olímpica na Espanha

Publicado 17/06/2021 22:45

O brasileiro Jorge Zarif está em sua última fase de treinamento visando os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

O velejador ficará por quase duas semana em Santander, na Espanha, ao lado do treinador Alexandre Paradeda.

O atleta se prepara para sua terceira olimpíada na classe Finn. O período de atividades na Europa também terá uma competição não oficial nas raias espanholas chamada Coach Regatta.

O evento terá praticamente todos os competidores da categoria no Japão. É segunda vez nesse semestre que Jorge Zarif e sua equipe velejam no Velho Continente.

Depois dos treinos em Santander, Jorge Zarif volta ao Brasil e fica poucos dias antes de embarcar com a Equipe Brasileira de Vela para Enoshima, onde serão disputadas as regatas da modalidade.

''Nós vamos ficar 12 dias na Espanha, dando dez dias de velejo, uma semana de treinamento e quatro dias de um campeonato organizado pelos técnicos  em Santander e deve ter quase todos que vão para as olimpíadas''.

''Alguns outros europeus que são muito bons também vão correr. Então é um bom campeonato para se preparar para as olimpíadas'', explicou Jorge Zarif.

Segundo o velejador brasileiro, campeão mundial de Finn em 2013,  o tamanho da raia de Santander deve ser parecido com Enoshima, simulando as provas olímpicas.

''Será com o mesmo número de barcos. Então é um treino em alto nível coisa que a gente não consegue fazer muito no Brasil por falta de bons atletas e competidores. A gente vai para chegar um pouco mais aquecido nas olimpíadas com o ritmo de regata um pouco melhor''.

A abertura das regatas olímpicas da classe Finn será no dia 27 de julho. A medal race será em 3 de agosto. Na Rio 2016, Jorge Zarif ficou na quarta colocação.

O principal resultado de Jorge Zarif na Finn foi o título mundial de 2013, conquistado em Tallin, na Estônia. O velejador também ganhou a versão júnior da competição um mês antes. Após o feito, foi eleito pelo Comitê Olímpico Brasileiro como o Atleta do Ano.

Foi campeão da Copa do Mundo de Hyéres, bicampeão da Copa do Mundo de Miami e tetracampeão Sul-Americano. Jorge  também foi campeão da Star Sailors League 2018 e campeão Mundial de 2018.

O objetivo do velejador é chegar pronto para Tóquio 2021, sua terceira olimpíada na carreira. Em Londres 2012, o velejador paulista terminou em 20º lugar e foi o mais jovem da delegação na modalidade. Já na Rio 2016, o atleta ficou em 4º. Em Pequim 2008, Jorginho foi como reserva com apenas 15 anos.

Jorge Zarif é patrocinado por Marinha do Brasil, PGL, Mitsubishi Motors Brasil e Zhik.


Mirpuri e Germany Team vencem a última etapa da The Ocean Race Europe

Publicado 17/06/2021 13:48

A terceira e última etapa da The Ocean Race Europe terminou na madrugada desta quinta-feira (17) com as vitórias das equipes Mirpuri Foundation Racing Team, de Portugal, na classe VO65 e Offshore The Germany Team, da Alemanha, na IMOCA.

A disputa foi entre Alicante, na Espanha, e Gênova, na Itália, e teve 600 milhas náuticas.

Os ventos fracos na aproximação à cidade italiana tornaram a chegada um verdadeiro jogo de xadrez para os times.

Na VO65, uma estratégia bem arriscada colocou a equipe portuguesa à frente na chegada em Gênova.

O Mirpuri Foundation Racing Team cruzou a linha de chegada à 0h51 (horário local), depois de percorrer 600 milhas em três dias e meio de competição.

Seguindo as indicações dos relatórios meteorológicos, a equipe portuguesa decidiu virar em busca dos ventos no mar.

Foi um movimento que a princípio pareceu arriscado, pois os afastou do caminho direto para a linha de chegada.

A aposta acabou rendendo-lhes um lucro enorme e eles finalmente mudaram para Genova no melhor vento da noite e, em algumas horas, estavam na liderança.

''Que retorno!'', exclamou Yoann Richomme, comandante do time, logo após sua chegada.

''Uma etapa maluca, maluca, como se estivéssemos navegando há duas semanas. Nós lutamos muito. Sabíamos que nem mesmo a linha de chegada terminaria porque a chegada em Genova é difícil''.

''É mais um jogo de xadrez do que navegação normal. Mas sabíamos que havia um pequeno movimento a fazer no Golfo de Genova. Sabíamos que era o lado favorito, mas todos os outros continuaram navegando para a baía''.

''Achamos que não íamos nos sair bem e, de repente, as coisas mudaram. Sabíamos que estávamos na posição certa, mas não esperávamos ultrapassar a Seleção da Polónia e vencê-la, pensávamos que iríamos lutar pelo segundo lugar''.

A AkzoNobel Ocean Racing, de Chris Nicholso, que terminou em segundo, também se beneficiou da rota à direita. A Sailling Poland ficou em terceiro. A equipe polonesa tem o brasileiro Joca Signorini a bordo

A Mirpuri Foundation Racing Team consolida assim a sua liderança na classificação com 18 pontos, com a AkzoNobel Ocean Racing em segundo com 17 pontos.A In-Port Race, no sábado (19), vai definir o campeão da The Ocean Race Europe.

IMOCA

Na IMOCA60, a Offshore Team Germany venceu a terceira etapa com um desempenho impressionante, refletido na vantagem à frente da segunda equipe na linha de chegada.

O veleiro, comandado por Robert Stanjek, completou o percurso às 9h36 (horário local).

O LinkedOut da França ficou com a segunda colocação, seguida pela norte-americana 11th Hour Racing.

Com o resultado, a equipe alemã lidera a classificação com 14 pontos.

Na segunda colocação está a LinkedOut com 13 pontos, seguida pela 11th Hour Racing Team com 12.

Agora resta apenas a última regata costeira no sábado, em que serão distribuídos três pontos para o vencedor, dois pontos para o segundo e um ponto para o terceiro, definindo a classificação geral das classes VO65 e IMOCA na primeira edição do The Ocean Race Europe.

Texto: Ismail Pereira e Flávio Perez


Esquiva Falcão confirma luta em 28 de agosto e prevê mais um nocaute

Publicado 16/06/2021 19:10

O brasileiro Esquiva Falcão embarca neste fim de semana para Riverside, nos Estados Unidos, para finalizar seu camp de treinamento visando sua próxima luta, oficialmente marcada para 28 de agosto, em Berlim, na Alemanha.

O medalhista olímpico invicto na categoria dos médios (até 72,5 kg) irá enfrentar o alemão Patrick Wojcicki.

A luta será eliminatória para o título do mundo da FIB (Federação Internacional de Boxe) e o vencedor irá disputar o título da Federação Internacional de Boxe, que pertence ao cazaque Gennady Gennadyevich Golovkin, também conhecido como Triplo G.

Será o 29º combate de Esquiva Falcão, que soma 20 nocautes na carreira desde que deixou o boxe olímpico após a prata em Londres 2012. Diante do alemão, e na casa dele, o capixaba quer vencer novamente pela via mais rápida e dar um show!

''Vou treinar forte e focado, pois está chegando o grande momento da disputado do cinturão mundial, tenho que ganhar essa luta, que a próxima já é valendo o cinturão, vou dar o meu melhor para vencer essa bem, e mostrar para todos que estou pronto para ser campeão do mundo''.

''Não vai ser essa luta que vai me parar, só vai me dar mais força para continuar, estou confiante e será uma luta empolgante. Quero nocaute o alemão e de uma certa forma vingar os 7 a 1 na Copa de 2014'', contou Esquiva Falcão. ''O Robert Garcia, meu treinador vai me ajudar, me mostrar todos o detalhes da luta para eu chegar lá 100% e dar meu melhor''

Apesar de invicto, com 15 lutas com 14 vitórias, sendo 1 empate, o manager Sergio Batarelli aposta no pupilo, que vem demonstrando evolução na carreira desde 2014. Segundo o responsável pela carreira do brasileiro, Patrick Wojcicki será um adversário duro, mas que não será páreo para Esquiva.

''Agora é apertar o treino do Esquiva com Robert Garcia e buscar essa classificação, não tenho dúvidas nenhuma que ele vai ganhar e acho que ganha por nocaute, nocaute técnico para não deixar nas mãos dos juízes norte-americanos, e eu estou bem confiante, confio 100% no Esquiva'', disse Sergio Batarelli, manager de Esquiva Falcão.

Treinando em Vila Velha (ES), Esquiva marcou passagem para domingo (20) para os os Estados Unidos para treinamento com Robert Garcia. Será a primeira luta do brasileiro na Europa na sua carreira profissional.

 


Ventos fracos dão o tom na última etapa da The Ocean Race Europe

Publicado 16/06/2021 15:41

A última etapa da The Ocean Race Europe segue equilibrada com ventos fracos em praticamente todo percurso de Alicante, na Espanha, a Gênova, na Itália.

Os 12 veleiros divididos entre IMOCA60 e VO65 tentam opções mais vantajosas no Mar Mediterrâneo para somar pontos decisivos para o campeonato.

A etapa tem ao todo 600 milhas náuticas e os barcos devem cruzar a linha de chegada nas próximas horas.

A maioria optou por navegar perto da costa para tentar mais velocidade e na tarde desta quarta-feira (16), Sailing Poland e Team Germany Offshore lideram em suas classes.

Lembrando que a equipe polonesa tem o brasileiro Joca Signorini a bordo.

''Estamos tentando forçar a barra com certeza'', disse Robert Stanjek do barco alemão.

''Mas é muito complicado neste litoral. No geral, estou muito feliz por ter navegado com uma grande vantagem sobre o resto da frota''.

Líder no início da regata, o 11th Hour Racing Team tenta recuperar terreno e somar pontos para o título.

A equipe norte-americana que corre na IMOCA é uma das mais antigas da flotilha com mais milhas velejadas.

''Estamos navegando com essas máquinas marítimas dentro do Mar Mediterrâneo, então é muito complicado'', disse Charlie Enright da 11th Hour Racing Team.

''Não há muito vento e eles não vão bem com pouco vento. Portanto, você precisa espremer cada grama de desempenho deles ou talvez nunca comece de novo se parar''.

A Sailing Team Poland VO65 ainda estava na frente na tarde de quarta-feira, embora com uma vantagem drasticamente reduzida sobre seus rivais mais próximos, a segunda colocada Team Childhood I (HOL) e Mirpuri Foundation racing Team (POR) em terceiro.

O holandês Bouwe Bekking lidera a equipe de VO65.

Com menos de 60nm / 111km para correr até Genova, apenas 26nm / 48km separavam o líder do VO65 Sailing Team Polônia do sétimo colocado The Austrian Ocean Race Project (AUT).

Os rivais mais próximos da equipe polonesa - Childhood I comandada por Simeon Tienpont (HOL) e Yoann Richomme (FRA) - comandada pela Mirpuri Foundation Ocean Racing - estão respectivamente quatro e seis milhas náuticas atrás.

Texto: Flávio Perez


De Alicante para Gênova, a decisão da The Ocean Race Europe

Publicado 14/06/2021 22:40

A última etapa da The Ocean Race Europe segue equilibrada nas primeiras 24 horas de regata entre Alicante, na Espanha, e Gênova, na Itália.

A prova decisiva para IMOCAs e VO65s prevê ventos fracos ao longo das 600 milhas náuticas ou 1.100 quilômetros.

A largada ocorreu no domingo (13) com ventos fortes, mas a intensidade tem diminuindo ao longo das horas.

As duas frotas se espalharam ao passarem pela cadeia de ilhas Baleares, composta por Ibiza, Maiorca e Minorca.

A terceira e última etapa offshore da The Ocean Race Europe conta com 12 barcos  representando nove países.

O Brasil está na prova com Joca Signorini a bordo do Sailing Poland.

A decisão deve ser no photo finish como nas demais etapas! As pontuações na classe IMOCA 60, por exemplo,  dão chances reais de título pata LinkedOut (FRA), Offshore Team Germany (GER) e 11th Hour Racing Team (EUA).

Todos os veleiros citados têm nove pontos.

''A necessidade de nos mantermos na brisa significa que nem sempre estamos navegando no rumo ideal'', disse Annie Lush, da Offshore Team Germany.

''Mas trata-se de encontrar um ângulo que funcione para o vento que temos''.

Da mesma forma, na VO65s, quando ficou claro que o grosso da frota estava posicionada para passar ao sul de Ibiza, a equipe de bandeira holandesa Childhood-I comandada por Simeon Tienpont  optou por ficar ao norte do curso.

''Passamos por uma noite muito leve, ontem não era nosso plano escolher a costa, mas achamos que seria bom jogar contra este lado por mais um tempo'', explicou Tienpont.

''Naquela época, estávamos comprometidos com uma rota para o norte, enquanto o restante seguia para o sul''.

Texto: Flávio Perez


Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2021 está confirmada

Publicado 10/06/2021 21:48

A 48ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela está confirmada para o período 24 a 31 de julho de 2021, no Yacht Club de Ilhabela (YCI), no litoral norte paulista.

O grande encontro da modalidade terá as principais classes de vela oceânica como a ORC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, C30 e HPE25.

O evento também terá regatas virtuais como no ano passado. Informações como início das inscrições e Aviso de Regata serão passadas nos próximos dias pelos canais oficiais da Semana Internacional de Vela de Ilhabela.

As provas organizadas pelo YCI em parceria com a Prefeitura Municipal de Ilhabela atenderão a todos os protocolos de segurança oficiais relacionados ao COVID-19. Uma das novidades para 2021 é a exigência de teste de PCR com 72 horas de antecedência para o credenciamento.

”Não medimos esforços para realizar a 48ª edição da Semana Internacional de Vela de Ilhabela. Vamos içar as velas com responsabilidade redobrada”.

”Vamos trabalhar juntos para garantir a segurança de atletas, organizadores e principalmente dos moradores de Ilhabela”, disse Alex Costa Pereira, comodoro do Yacht Club de Ilhabela.

A Semana Internacional de Vela de Ilhabela é parceira histórica da Prefeitura Municipal de Ilhabela na realização das regatas, que atraem mais de 100 embarcações de vários tipos e tamanhos, atletas olímpicos, profissionais e principalmente amadores, além de movimentar a economia local nas férias de inverno. Antes do evento, de 16 a 18 de julho, ocorre a Semana de Monotipos, que conta com barcos de classes olímpicas, pan-americanas e da vela jovem.

“A realização deste evento é de suma importância para a nossa cidade, assim como a Semana de Monotipos, que por diversas vezes consagrou diversos campeões nacionais e mundiais, sempre fomentando a náutica em nossa região e município”.

”Estamos confiantes de que realizaremos uma ótima Semana da Vela e de Monotipos” disse Toninho Colucci, prefeito de Ilhabela.

A competição volta a ser disputada no Canal de São Sebastião depois de dois anos. Na temporada passada ocorreu a edição virtual de 2020 com o aplicativo Virtual Regatta e o Talks, série de palestras online sobre o mundo do mar.

Já a última regata presencial foi realizada em 2019 com mais de 120 veleiros de todo o País e nações vizinhas.

O evento em sua versão virtual teve realização do Yacht Club de Ilhabela e organização da Tribu Live Marketing e Full Time Eventos e Turismo. Assessoria de comunicação da On Board Sports.

Depoimentos

Mauro Dottori, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela

”É com muita alegria que confirmamos a Semana Internacional de Vela de Ilhabela de maneira presencial. Vamos seguir com a vela virtual, que foi um sucesso em 2020 e atrai gente de todas as idades. Certamente teremos boas regatas no Canal de São Sebastião, pois todos estão com muita vontade de velejar”.

Harry Finger, secretário de esportes de Ilhabela

“Ilhabela é a capital nacional da Vela e está feliz por poder realizar as regatas de 2021, já que ano passado não foi possível. A 48° edição vai trazer importantes velejadores para a Ilha, inclusive equipes de fora do país. Vamos ter todos os protocolos de saúde, com testagens de velejadores e familiares. No Aviso de Regata terá como regra teste covid-19 para entrar na Ilha”.

Lars Grael, medalhista olímpico e campeão mundial

”É o mais importante evento da vela nacional, sem dúvidas não pela tradição apenas na 48ª edição, mas é uma semana de vela que tornou-se internacional. Teve a marca Rolex e patrocinadores de peso, então conquistar esse título passou a ser motivo de orgulho. Competição que coloca a vela no principal balneário do litoral Brasil, na belíssima Ilhabela, no canal de São Sebastião promovido pela prefeitura, pelo Yacht Club de Ilhabela, com o apoio marcante da Marinha do Brasil”.

”Tem também participação de barcos e velejadores internacionais, medalhistas olímpicos, e campeões mundiais, então é um evento que todos têm como referência, todo mês de julho a Semana de Vela em Ilhabela me dá uma vontade imensa de estar lá”.

Texto: Flávio Perez


Mirpuri e LinkedOut vencem segunda etapa da The Ocean Race Europe

Publicado 09/06/2021 21:09

Os portugueses do Mirpuri Foundation Racing Team e os franceses do LinkedOut foram os vencedores da segunda etapa da The Ocean Race Europe nas categorias VO65 e IMOCA, respectivamente.

Os barcos, que cruzaram a linha de chegada nesta quarta-feira (9), enfrentaram os ventos contrários do Estreito de Gibraltar e a emoção final no Mediterrâneo com ventos fracos.

A perna de Cascais, em Portugal, até Alicante, na Espanha, teve 700 milhas e largou no domingo.

O primeiro a aparecer na cidade espanhol, casa da Volta ao Mundo, foi o Mirpuri Foundation Racing Team ainda na madrugada.

O veleiro teve uma batalha e tanto contra a equipe da holandesa AkzoNobel Ocean Racing

''Foi uma longa luta com a Akzo'', disse o comandante da Mirpuri, Yoann Richomme (FRA).

''Conseguimos ultrapassá-los ontem à tarde e depois mantivemos a nossa liderança, o que foi muito difícil. Dormimos muito pouco; toda a tripulação está muito cansada agora. Foi uma regata de vela balão até o sul de Portugal, depois alguma coisa forte contra o vento através de Gibraltar, e então direto para uma vela de vento fraco''.

O terceiro lugar no pódio geral ficou para Sailing Poland, que tem o brasileiro Joca Signorini a bordo.

Na flotilha da IMOCA, a tripulação do LinkedOut do francês Thomas Ruyant defendeu com sucesso a vantagem sobre o Team Germany.

''Foi legal estarmos todos em pé de igualdade - tudo pode acontecer! Não foi fácil'', disse a velejadora do LinkedOut, Clarisse Clemer.

Analisando o desempenho da segunda etapa, ela observou: ''Tivemos um bom começo, fomos rápidos e conseguimos ir para os lugares certos na água e então deu tudo certo''.

Agora é a vez da terceira e última etapa da The Ocean Race Europe.

No domingo (13), os veleiros partem para Genova, na Itália.

Resultados da segunda etapa

VO65
Mirpuri Foundation Racing Team (POR) – 7 pontos
AkzoNobel Ocean Racing (HOL) – 6 pontos
Sailing Poland (POL) – 5 pontos
Viva México (MEX) – 4 pontos **
Team Childhood I (HOL) – 3 pontos
The Austrian Ocean Race Project (AUS) – 2 pontos
Ambersail-2 (LTU) – 1 ponto
** Resultado em análise

IMOCA 60
LinkedOut (FRA) – 5 pontos
Offshore Team Germany (ALE) – 4 pontos
11th Hour Racing Team (EUA) – 3 pontos
Bureau Vallée (FRA) – 2 pontos
CORUM L' Epargne (FRA) – 1 ponto

Geral

IMOCA 60
LinkedOut (FRA) – 9 pontos
Offshore Team Germany (ALE) – 9 pontos
11th Hour Racing Team (EUA) – 9 pontos
CORUM L' Épargne (FRA) – 6 pontos
Bureau Vallée (FRA) – 3 pontos

VO65
Mirpuri Foundation Racing Team (POR) – 11 pontos
AkzoNobel Ocean Racing (HOL) – 11 pontos
Sailing Team Poland (POL) – 10 pontos
The Austrian Ocean Race Project (AUS) – 9 pontos
Team Childhood I (POL) – 8 pontos
Ambersail-2 (LTU) – 7 pontos
Viva México (MEX) – 6 pontos **

Texto : Flávio Perez


America's Cup: Emirates Team New Zealand inova com barcos de apoio de hidrogênio

Publicado 08/06/2021 23:46

O atual bicampeão da America's Cup lançou uma meta para a próxima edição do desafio, que será a 37ª.

O Emirates Team New Zealand se comprometeu a impulsionar a inovação do hidrogênio na indústria naval, desenvolvendo barcos de apoio movidos a hidrogênio.

Os kiwis têm trabalhado com a AFCryo, uma empresa inovadora sediada em Christchurch.

O barco de apoio será capaz de enfrentar as demandas de suporte de um AC75 da America’s Cup.

Uma vez lançado e verificado, e com o apoio do desafiante Ineos Team UK, é possível que o Protocolo para a 37ª Copa América contenha uma cláusula que todas as equipes devem usar barcos de apoio movidos a hidrogênio.

Vale lembrar que os barcos de regata serão à vela, como em qualquer competição oceânica da modalidade.

O CEO da Emirates Team New Zealand Grant Dalton disse que a equipe continua na vanguarda da inovação.

''Pretendemos realmente conduzir a curva de desenvolvimento de tecnologia nova e limpa na indústria naval. É nossa esperança que possamos fazer uma mudança sísmica para a energia do hidrogênio e uma declaração de isenção de emissões para a indústria''.

''Essa iniciativa não é isenta de riscos, pois temos critérios de atuação muito específicos dentro da seleção e da Copa América, portanto, não é um empreendimento pequeno''.

O hidrogênio líquido será anexado ao oxigênio em uma célula combustível, produzindo energia elétrica e vapor de água. 

Isso será armazenada em baterias, que alimentam motores elétricos. 


Barcos passam por Gibraltar a caminho de Alicante

Publicado 08/06/2021 00:33

Um dia depois de deixar Cascais, Portugal, na segunda etapa da The Ocean Race Europe, a flotilha de 12 barcos enfrentou ventos contrários no Estreito de Gibraltar.

Na noite desta segunda-feira (7), os veleiros de IMOCA e VO65 já estão no Mar Mediterrâneo a caminho de Alicante, na Espanha.

São 700 milhas náuticas ou 1.296 quilômetros na segunda perna.

Uma das rotas de navegação comercial mais movimentadas do mundo, o Estreito de Gibraltar marcou a transição das tripulações do Oceano Atlântico para as águas fechadas do Mar Mediterrâneo.

Como esperado, fortes ventos contrários com rajadas de mais de 40 nós criaram condições brutais para os barcos da The Ocean Race Europe para a passagem de três horas do Estreito de Gibraltar.

Não era possível apontar quem tinha mais vantagem no fim do dia, mas o tracker indicava LinkedOut nos IMOCAs e AkzoNobel nos VO65 na liderança provisória.


''Vimos até 46 nós. No momento, a brisa está diminuindo um pouco, mas ainda está forte, 30 nós. Batalhando com a Mirpuri Foundation Racing Team logo atrás de nós e então o IMOCA LinkedOut está um pouco mais longe da costa e a AkzoNobel Ocean Racing cruzou para o outro lado, então temos que ver como está tudo indo nas próximas 10-12 horas'', explicou Bouwe Bekking do Sailing Poland.

O barco polonês tem o brasileiro Joca Signorini a bordo.

Os veleiros devem chegar nesta terça-feira (8) à Espanha para completar a segunda perna.

 

Texto: Flávio Perez

 


E1 Series confirma Mundial de Lanchas Elétricas em 2023

Publicado 07/06/2021 12:13

A E1 Series e o PIF anunciam parceria para criar o primeiro campeonato de barcos a motor elétricos do mundo.

Chamada de Electric Sea Racing Limited (‘E1 Series’) e o PIF (o Fundo de Investimento Público) fizeram o comunicado no mesmo dia do lançamento do novo design da lancha elétrica RaceBird.

A parceria representa um passo significativo no desenvolvimento a longo prazo do campeonato, programado para ocorrer no início de 2023.

O investimento da PIF na E1 está em linha com sua estratégia 2021-2025 anunciada no início deste ano, que se concentra em 13 setores estratégicos principais, incluindo esportes e entretenimento, e energia renovável.

Isso inclui grandes investimentos em empresas de energia renovável, como ACWA Power e o projeto Sudair Solar Energy, bem como no desenvolvimento de veículos elétricos por meio de seu investimento na Lucid Motors.

Os criadores da E1 Series são: Alejandro Agag, presidente da E1, e Rodi Basso, CEO da E1.

''É um grande prazer receber a bordo da PIF como um novo parceiro neste empreendimento empolgante''.

''Obter o apoio do PIF neste estágio inicial de desenvolvimento enfatiza a importância de nossa missão de eletrificar a mobilidade marítima. Com o novo design do barco RaceBird que você vê hoje, esperamos acelerar as mudanças na indústria naval e fornecer soluções sustentáveis ​​para embarcações de lazer futuras'', disse Alejandro Agag.

Nesta segunda-feira (7), data do anúncio da parceria, estiveram presentes o presidente da Union Internationale Motonautique (UIM) Raffaele Chiulli, bem como pela fundadora da SeaBird Technologies, Sophi Horne, e pela fundadora e CEO da Victory Marine Brunello.

Race Bird

A embarcação tem um design completamente novo e foi co-criada por Horne e Acampora após um extenso processo de validação.

O RaceBird é inspirado na natureza e nos pássaros voando baixo sobre a água e possui um motor de popa, capota de segurança fechada e tecnologia de hidrofólio.

Usando a tecnologia inovadora de hidrofólio, os barcos a motor RaceBird elétricos irão subir muito acima da superfície da água, permitindo um arrasto mínimo e máxima eficiência energética.

Ser levantado acima das ondas não só melhora o desempenho, mas também promove uma corrida disputada e competitiva com uma esteira reduzida ao seguir um oponente.

''Eles conseguiram desenvolver uma lancha inovadora com um design atraente e baseada em soluções práticas prontas para competir. Em breve, também anunciaremos nossos parceiros de trem de força e eletrônicos; estamos dentro do cronograma para entrar na água em breve'', contou Rodi Basso, cofundador e CEO da E1.

O RaceBird é especialmente projetado para regatas e é capaz de atingir velocidades de até 50 nós (93 km / h ou 58 mph), com os pilotos demonstrando suas habilidades em circuitos estreitos e técnicos localizados perto da costa, no coração de áreas urbanas.

Com o projeto agora validado, o RaceBird entrou na fase de produção com os engenheiros especialistas da Victory Marine concentrando seus esforços e recursos nos próximos meses na fabricação de uma frota completa de lanchas elétricas prontas para competições.

''Este empolgante investimento em um novo formato esportivo de primeira linha se alinha à nossa estratégia de permitir a inovação globalmente e desbloquear novas indústrias, bem como construir parcerias estratégicas valor real agregado à Arábia Saudita''.

''Nossa parceria com a E1 ajudará a impulsionar o desenvolvimento de tecnologia sustentável inovadora, que por sua vez posiciona o país como um facilitador nas indústrias do futuro e na criação de novas oportunidades'', explicou SE Yasir Al-Rumayyan, Governador do Fundo de Investimento Público.


Barcos da The Ocean Race Europa deixam Cascais com destino a Alicante

Publicado 06/06/2021 21:16

A segunda etapa da The Ocean Race teve início na manhã deste domingo em Cascais, Portugal, com destino a Alicante, na Espanha.

Os 12 veleiros - 5 da IMOCA e 7 da VO65 - terão 700 milhas náuticas ou 1.296 quilômetros pela frente.

Apesar de um trecho relativamente curto, os veleiros já enfrentam as dificuldades normais nas pernas do Velho Continente como a passagem pelo estreito de Gibraltar.

O percurso para a segunda etapa mostra a flotilha passando por Lisboa, e depois para o sul, até o Cabo de São Vicente, o ponto mais a sudoeste de Portugal e da Europa.

Lá o 11th Hour Racing teve problemas e perdeu contato com aos demais veleiros.

O maior desafio é passar pelo sudeste em direção ao Estreito de Gibraltar - a via navegável estreita e altamente congestionada que separa a Península Ibérica de Marrocos na África e marca a entrada para o Mar Mediterrâneo.

As condições no Estreito de Gibraltar devem ser difíceis, com ventos contrários chegando a 40 nós na segunda-feira (7).

Na atualização da noite deste domingo, o Mirpuri Fundation estava na liderança entre os VO65 e o linkedOut entre os IMOCAs 60.

''O vento começa a aumentar muito no Estreito de Gibraltar”, disse o famoso velejador francês Sébastien Josse, que está a bordo do IMOCA 60 CORUM L’Épargne (FRA).

Lembrando que as 12 tripulações do Ocean Race Europe são compostas por velejadores europeus da Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Lituânia, Holanda, Noruega, Polônia, Eslováquia, Espanha e Suécia, bem como internacionais da Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, México, Nova Zelândia, África do Sul e Estados Unidos.

O brasileiro na disputa é Joca Signorini no time polonês.

A primeira etapa entre Lorient, na França, e Cascais, em Portugal, teve como vencedores CORUM L’Épargne na IMOCA e The Austrian Project da VO65.

Texto: Flávio Perez


Japoneses vencem SailGP de Taranto

Publicado 06/06/2021 14:20

O Japão venceu a Espanha e os Estados Unidos na final da segunda etapa do SailGP, disputada em Taranto, na Itália.

Com os ingressos em terra esgotados e quase 1.000 barcos na água assistindo às provas, os comandados de Nathan Outterridge (AUS) conseguiram se destacar nas águas italianas.

A final teve menos tripulantes a bordo de cada F50 devido aos ventos fracos em Taranto. Para fazer voar os catamarãs voadores foi preciso menos peso nessas configurações de vento.

Nathan Outteridge comemorou o resultado e a adaptação. ''Com três pessoas a bordo, você não tem muito tempo para olhar para a competição, mas quando os Estados Unidos a situação ficou mais fácil''.

''Estávamos velejando com três ontem, então foi um bom começo. Mas como há diferentes categorias de peso, começamos com liderança a bordo quando competimos com cinco, porque o peso da nossa tripulação é muito leve, então tivemos que lutar para tirar a liderança e lembrar o que estávamos fazendo ontem''.

Os japoneses agora estão em terceiro lugar na classificação geral, com 14 pontos, com a Espanha, também finalista, passando para a primeira posição após o quarto e segundo lugares nos dois primeiros eventos da temporada.

A Grã-Bretanha, vencedora do Grande Prêmio das Bermudas, está em segundo lugar, apesar de um decepcionante sexto lugar em Taranto sob o comando de Paul Goodison.

A próxima etapa do SailGP será em Plymouth, na Inglaterra, nos dias 17 e 18 de julho.

Texto: Flávio Perez

 


Semana de Vela de Ilhabela deve anunciar realização ou não do evento nos próximos dias

Publicado 05/06/2021 17:13

A organização da Semana Internacional de Vela de Ilhabela enviará nos próximos dias um comunicado oficial referente a realização do evento presencial de 2021, que por enquanto está marcado para o período de 24 a 31 de julho no litoral norte paulista.

O comitê liderado pelo Yacht Club de Ilhabela não está medindo esforços para fazer as regatas no Canal de São Sebastião, mas ainda espera o posicionamento das autoridades sanitárias de Ilhabela (SP) e do Governo de São Paulo para abrir as inscrições e enviar o Aviso de Regata.

O maior evento da modalidade oceano da América do Sul, no entanto, terá pelo segundo ano consecutivo a competição virtual por meio do Virtual Regatta.

Em 2020, a Semana de Vela de Ilhabela contou com 80 participantes e teve o gaúcho Phillip Grochtmann como campeão. A outra novidade foi o ciclo de palestras com personalidades do mundo náutico.

''Estamos alinhados com as autoridades e a comunidade de Ilhabela para a realização do evento presencial. Queremos garantir que todos estejam seguros nesse momento de incertezas sobre a evolução dos casos no Brasil e no mundo'', disse Mauro Dottori, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela.

Se confirmada para julho, a Semana Internacional de Vela de Ilhabela terá todos os protocolos sanitários atendidos, com limite de circulação de pessoas no Yacht Club de Ilhabela.

O evento terá as já tradicionais regatas Alcatrazes por Boreste Marinha do Brasil, Ilha de Toque-Toque e Renato Frankenthal na abertura da competição. As principais classes de vela oceânica como ORC, RGS, Bico de Proa, Clássicos, C30 e HPE25 devem fazer parte do calendário.

Na última edição do evento presencial, ocorrida em 2019, mais de 120 veleiros de todo o País e de nações vizinhas como Argentina, Chile e Uruguai participaram em Ilhabela.

Resultados finais da edição virtual realizada em julho de 2020

1º - Phillipp Grochtmann (philipp_ )

2º - Lucas Rocha Dantas (Lucas RD)

3º - Samuel Solano (thinkinghard)

4º - Nick Pellicano Grael (nickgrael49er)

5º - Ricardo Paranhos (Canelão_470)

6º - Ronald Gomes (GeoFesta)

7º - Guilherme Dietze (marujodecamburas)

8º - Allan Godoy (godoylaser)

9º - Marco Guedes (caipirinha)

10º - Gutemberg Neto (crazy boy)

 


Regata costeira em Portugal terá ponto extra na The Ocean Race Europe

Publicado 05/06/2021 00:23

O vencedor do Mirpuri Foundation Sailing Trophy neste sábado (5) nas classes VO65 e IMOCA 60 terá pontos extras na The Ocean Race Europe.

A vitória na regata costeira de Portugal dará 3 pontos ao ganhador, 2 para o segundo e 1 para o terceiro.

Além disso, as melhores equipes receberão prêmios em dinheiro como parte do troféu!.

A largada será às 12h05 no horário local (13h05 CEST) para os VO65 e 10 minutos depois para os IMOCAs

A previsão é de 20 nós de noroeste ao longo do percurso de 40 milhas náuticas passando pelo Rio Tejo e voltando ao Clube Naval de Cascais.

"Vai ser um percurso de dois lados", disse Conrad Colman, o navegador do Ambersail-2.

''A previsão inicial é de muito vento de um lado e um pouco menos no outro. Veremos como os modelos meteorológicos finais chegarão esta tarde''.

"Mas se aprendemos alguma coisa com a última etapa, é que você tem que estar alerta e muito rápido para mudar as velas".

A primeira etapa da The Ocean Race Europe chegou a uma conclusão emocionante nesta quarta-feira (2/6) em Cascais, Portugal.

Os vencedores do percurso de quatro dias desde Lorient, na França, foram: CORUM L’Épargne na IMOCA e The Austrian Project da VO65.

No intervalo de 14m18s os 12 barcos, sete VO65 e cinco IMOCA60, concluíram a regata.

A perna foi marcada por ventos fracos e muita disputa nos mares do Velho Continente.


Texto: Flávio Perez


Project Rescue Ocean vence a CIC Normandy Channel Race

Publicado 05/06/2021 00:03

O barco Projeto Rescue Ocean foi o vencedor da CIC Normandy Channel Race entre os 23 veleiros que largaram de Ouistreham, na França.

A 12ª edição da regata para os Class40 pelos mares da França foi concluída pela dupla local Axel Trehin e Frédéric Denis em 4 dias, 17 horas, 49 minutos e 50 segundos.

Na sequência veio o Class40 Lamotte Module Création (153) e a dupla franco-espanhola de Antoine Carpentier e Pablo Santurde a bordo do Redman (161) completou o pódio.

A disputa pelo mar da Normandia foi cheia de troca de posições e boas disputas, melhor para o Projeto Rescue Ocean.

''Foi uma regata louca! O jogo começou do início ao fim e houve constantes reviravoltas em cada estágio. A CIC Normandy Channel Race é realmente completa e intensa. Estamos orgulhosos por termos garantido a vitória. Em um nível pessoal, começar da melhor maneira com nosso projeto Class40 na primeira regata é fantástico'', disse  Axel Trehin na chegada.

A Class40 é uma categoria de oceano de ponta na Europa, principalmente na França. O Brasil já teve recentemente duas campanhas na classe na TJV 2015 e 2017, como Zetra e Team Mussulo Angola Cables respectivamente.

Em 2022-23, a Sirus Event, a mesma empresa que organizou a Normandy Channel Race, fará a Globe40, a volta ao mundo dos Class40.

Recife (PE) será a parada brasileira na competição.

Texto: Flávio Perez


CORUM L'Épargne e The Austrian Project vencem em Cascais

Publicado 02/06/2021 23:49

A primeira etapa da The Ocean Race Europe chegou a uma conclusão emocionante nesta quarta-feira (2) em Cascais, Portugal.

Os vencedores do percurso de quatro dias desde Lorient, na França, foram: CORUM L'Épargne na IMOCA e The Austrian Project da VO65.

No intervalo de 14m18s os 12 barcos, sete VO65 e cinco IMOCA60, TERMINARAM A ETAPA.

A perna foi marcada por ventos fracos e muita disputa nos mares do Velho Continente.

''Foi uma loucura termos vencido esta etapa super intensa”, disse o holandês Gerwin Jansen, que está no leme do barco da Austria.

"Você viu aquilo? Quatro barcos em uma fileira na chegada. Que regata selvagem. Estamos super felizes''.

Enquanto isso, na classe IMOCA, o CORUM L'Epargne (FRA) de Nicolas Troussel levou a etapa à frente da 11th Hour Racing Team de Charlie Enright dos Estados Unidos em segundo, e LinkedOut (FRA) de Thomas Ruyant em terceiro.

RESULTADOS PROVISÓRIOS:

As equipas vão ter um merecido descanso na quinta e sexta-feira em Cascais, antes de disputarem a in port The Mirpuri Foundation Sailing Trophy no sábado.

A largada da segunda perna com destino a  Alicante será no domingo.

IMOCA
1st: CORUM L'Épargne
2nd: 11th Hour Racing Team
3rd: LinkedOut
4th: Offshore Team Germany
5th: Bureau Vallée

VO65
1st: The Austrian Ocean Race Project
2nd: AMBERSAIL-2
3rd: Team Childhood I
4th: Sailing Poland
5th: AkzoNobel Ocean Racing
6th: Viva México
7th: Mirpuri Foundation Racing Team

 


Começa a The Ocean Race Europe

Publicado 01/06/2021 00:46

A edição inaugural da The Ocean Race Europe segue a todo pano no Velho Continente.

Com 12 barcos na disputa nas classes IMOCA e VO65, a regata vai parar em cidades europeias neste mês de junho.

É uma espécie de teste para a edição de 2022-23, que vai dar a volta ao mundo.

A prova começou começo em Lorient, França, com direção a Cascais, em Portugal.

Depois de Portugal, a regata para em Alicante, na Espanha, e finaliza em Genova, na Itália.

Nesta segunda-feira, os portugueses do Mirpuri Fundation estão mais avançados rumo à casa no VO65!

Os norte-americanos do 11th Hour Racing os mais rápidos entre os IMOCAs

”O objetivo sempre foi vencer, com certeza”, disse o francês Yoann Richomme, comandante da Mirpuri.

”Recebemos tudo de que precisamos para fazer isso. Uma regata é uma regata; é muito difícil”.

”Todos nós sabemos que cometeremos muitos erros – apenas tentaremos cometer menos do que os outros”.

As condições de vento super leves aproveitam os barcos voando pelas águas planas de Lorient enquanto os velejadores forçaram os olhos procurando o próximo sopro de brisa no horizonte.


Brasileiros disputam regatas de OP no México

Publicado 31/05/2021 20:12

A jovem equipe brasileira de Optimist participa nesta semana do Campeonato Norte-Americano da categoria, que é realizado em Nuevo Vallarta, no México, evento que reúne velejadores de 14 países. 

A delegação nacional com atletas de até 15 anos conta com seis meninas e nove meninos de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

Destaque para a atual campeã brasileira, Melissa Paradeda, filha do multicampeão de vela, Alexandre Paradeda. Outro nome do feminino que merece atenção na raia mexicana é de Valentina Guimarães, campeã brasileira infantil de 2021.

O evento atenderá todas as medidas de segurança na costa oeste mexicana. No último Campeonato Norte Americano, realizado em 2019, nas Bahamas, o Brasil foi o grande vencedor com o velejador Gustavo Campos no topo mais alto do pódio.

"A equipe Brasileira de 2021 está indo muito bem preparada, reflexo dos investimentos no desenvolvimento dos clubes, CBVela e Optibra, mas principalmente das famílias. Hoje o nível técnico do Optimist no Brasil está entre os melhores do mundo''.

''Os técnicos do Brasil são outro exemplo do avanço da classe. A Optibra ainda está trabalhando e projetos para ter um técnico nacional, que fortalecerá uma estratégia nacional'', disse Marcus Amaral, secretário nacional da Optimist Brasil.

''Ainda em relação ao Norte Americano, temos grande expectativa de vitória no feminino com as velejadoras Melissa Paradeda e Gabriela Berlinsky. No masculino, Miguel Andrade e Zion Brandão tem boas chances nas suas faixas etárias''.

A delegação brasileira de Optimist segue com agenda cheia nos próximos meses. De 20 a 27 de junho, os garotos e garotas correm o Campeonato Europeu, em Cadiz, na Espanha. Esse é o segundo evento mais importante da classe Optimist no calendário mundial. O Brasil estará representado por quatro. Do dia 20 de junho a 10 de julho será a vez do Campeonato Mundial, em Garda, na Itália.

Os integrantes da equipe são Lucas Freitas (atual bicampeão brasileiro), Alex Kuhl (duas vezes vice-campeão brasileiro), Eduardo Zeitone e Luiz Felipe Giagio (campeões brasileiros por equipe).

''Destaque na equipe verde-amarela também para Douglas Said, um garoto de origem humilde vindo de uma comunidade carente de Ilhabela, que começou a velejar em um projeto social e teve sua vida transformada pela vela. Esses são os cinco atletas da equipe Brasileira neste certame'', completou Marcus Amaral.

Sobre o Op

A classe Optimist é uma das mais praticadas na vela mundial por ser uma categoria de introdução à modalidade. O barco de 2,34 metros é fácil de tocar e oferece segurança para a garotada de até 15 anos aprender as principais funções de um monotipo. Além de ser um barco de iniciação à vela e de excelente custo benefício, o formato impede velocidades elevadas, garantindo, assim, a segurança do Optimist. 

O veleiro suporta até 60 quilos e pode ser conduzido por pequenos de 7 a 15 anos. O nome, traduzido do inglês, quer dizer otimista. Hoje, a organização que cuida da categoria mundialmente estima que mais de 100 mil crianças tenham um modelo. 

OptiBRA

A OptiBRA é a Associação Brasileira dos Velejadores da Classe Optimist e tem por finalidade principal o desenvolvimento da Vela infanto-juvenil pela prática segura na Classe Optimist em todo o território nacional. Também atua para incentivar, orientar, dirigir, promover, fiscalizar e divulgar a prática da Vela de competição na Classe Optimist. Apesar de todas as dificuldades mundiais impostas pela pandemia de COVID 19, o Brasil estará presente nestes certames de 2021 com equipes de nível técnico forte, com capacidade para disputar os títulos. 


SOBRE A CBVELA

A Confederação Brasileira de Vela (CBVela) é a representante oficial da vela esportiva do país nos âmbitos nacional e internacional. É filiada à Federação Internacional de Vela (World Sailing) e ao Comitê Olímpico do Brasil (COB). Tem o Bradesco como patrocinador oficial, e o Grupo Energisa como parceiro oficial e patrocinador oficial da Vela Jovem. A vela é a modalidade com o maior número de medalhas de ouro olímpicas na história do esporte do Brasil: sete. Ao todo, os velejadores brasileiros já conquistaram 18 medalhas em Jogos Olímpicos.

 


Escolinha de Triathlon mira no lado lúdico do esporte

Publicado 21/05/2021 00:36

Com a volta dos triatletas mirins aos treinos presenciais, a Escolinha de Triathlon Formando Campeões tem vivido um outro desafio, em Aquiraz.

Desde o início deste mês, os professores do projeto reforçam a segurança e a conscientização sobre a pandemia de coronavírus. E usam a criatividade para acelerar a readaptação dos pequenos à rotina de exercícios de nada, pedala e corre.

O retorno às aulas presenciais foi gradual, com a garotada buscando retomar o ritmo. A readaptação vem sendo feita de acordo com o ritmo da criançada, com exercícios básicos.

Para despertar novamente o entusiasmo dos triatletas mirins, os professores também recorrem a brincadeiras. A "tática" já mostrou resultados, com mais alunos retornando aos treinos.

"Faço com que as aulas sejam participativas. Os alunos pedem algumas brincadeiras de que gostam muito, e eu faço no dia, ou negocio para fazer no dia seguinte. E às vezes adapto a mesma brincadeira feita na natação, por exemplo, passando para a corrida", conta o professor Bruno Vieiras.

"Assim eles se sentem incluídos, por participarem do planejamento das aulas, e se divertem."

Segurança e conscientização

Para proporcionar um ambiente de treinos adequado, durante a pandemia de Covid-19, a Escolinha de Triathlon manteve o distanciamento social entre os alunos. Também reforçou medidas de prevenção como a medição de temperatura, o uso de máscaras e álcool em gel e higienização de todos os equipamentos equipamentos. E focou na educação e conscientização das crianças.

"Conversamos muito com os alunos sobre a importância da higiene. Sempre orientando para que eles usem a máscara e o álcool em gel, e tomem banho logo que chegarem em casa, para não levar o vírus para casa nem trazer para o projeto. Também explicamos a eles o que significa eles serem vetores vetores do Covid-19", explica o professor Bruno Vieiras, do núcleo de Aquiraz da Escolinha. "Os pais acompanharam todo o processo, viram que o ambiente em que trabalhamos é seguro, e se sentiram bem para mandar os filhos novamente para as aulas."

Metas da Agenda 2030 na Escolinha

Promover uma educação de qualidade por meio do esporte é uma das grandes missões da Escolinha de Triathlon Formando Campeões. Também é um dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável que integram a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, a ONU, com a qual o projeto está comprometido. A Escolinha busca atingir esses objetivos de forma individual, com ações de conscientização com os alunos, e coletiva. Faz parte do projeto o compartilhamento dos equipamentos de treino, a preocupação com uma educação escolar de qualidade, adoção da igualdade de gêneros no número de alunos e professores.

Formando Campeões

A Escolinha de Triathlon Formando Campeões, iniciada há cinco anos em Curitiba (PR), é hoje um modelo de formação da modalidade no País. Idealizado pelo atleta olímpico curitibano Juraci Moreira, contempla cerca de 580 crianças e adolescentes em 13 núcleos espalhados por Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Distrito Federal e Ceará.

Em Aquiraz, a Escolinha de Triathlon Formando Campeões é viabilizada pela Lei de Incentivo ao Esporte, programa da Secretaria Especial do Esporte, Ministério da Cidadania e Governo Federal com a execução da Federação de Triathlon do Ceará e apoio da Prefeitura de Aquiraz. Os patrocinadores são SulAmérica, Electrolux e Cegás.

 


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