Coluna Acontece SC
Por Ewaldo Willerding - ewaldo.willerding@gmail.com
Ewaldo Willerding é jornalista formando pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e atua há 36 anos na imprensa de Florianópolis
Os sinais que vêm das urnas
Conforme previsto, as eleições municipais em Santa Catarina ficaram limitadas às disputas entre os partidos de centro, centro-direita e direita – notadamente PL, MDB, PSD e PP. Os resultados das urnas, se não dão certeza do que vai acontecer em 2026, quando da disputa estadual, ao menos servem de balizador de como vota o eleitor catarinense. Um dos sinais claros é o derretimento da esquerda, que, a despeito da ida de Décio Lima (PT) para o segundo turno em 2022, perdeu mais espaço este ano. Outro sinal de força foram as vitórias consagradoras de dois expoentes do PSD – João Rodrigues, já prevista, em Chapecó; e Vaguinho Espíndola, em Criciúma. Estes dois resultados mostram ao PL, partido do governador Jorginho Mello e do ex-presidente Jair Bolsonaro, que há uma disputa à vista daqui a dois anos. Ao menos este é o sinal das urnas.
Vitória de Salvaro
Mesmo fora da disputa, Clésio Salvaro é um dos grandes vencedores desta eleição. Ao bancar o nome de Vaguinho Espíndola (PSD) contra Ricardo Guidi, e a força do PL dos deputados federais Júlia Zanatta e Daniel Freitas, o prefeito afastado de Criciúma colheu frutos nas urnas. Nem mesmo a sua prisão manchou a campanha. Vitória que o coloca com força para o futuro.
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