A itajaiense Camilly Ceccon, de 21 anos, representa Santa Catarina na disputa do Miss Brasil Mundo 2026, cuja final acontece neste sábado, em Brasília. Eleita Miss Santa Catarina Mundo 2025, ela leva o nome de Itajaí ao palco nacional do concurso, que reúne 25 candidatas de todo o país.
Estudante do quinto semestre de Odontologia, Camilly costuma dizer que escolheu a área por acreditar no poder do sorriso como ferramenta de transformação. Paralelamente à universidade, ...
Estudante do quinto semestre de Odontologia, Camilly costuma dizer que escolheu a área por acreditar no poder do sorriso como ferramenta de transformação. Paralelamente à universidade, ela atua como modelo, profissão que, segundo a candidata, ajudou a desenvolver autoconfiança, expressão e presença — características que hoje fazem parte da sua trajetória nos concursos de beleza.
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Fluente em inglês, ela já trabalhou como professora para crianças e adolescentes, experiência que, segundo a própria candidata, marcou sua trajetória pessoal. Nas redes sociais, ela compartilha essa rotina que mistura estudos, trabalho, preparação para o concurso e momentos do dia a dia, aproximando seguidores da realidade por trás da faixa.
Curiosa, determinada e com gosto pelo aprendizado, Camilly afirma ver cada nova experiência como uma oportunidade de crescimento. A jornada no Miss Santa Catarina Mundo, segundo ela, é uma das mais especiais que já viveu.
Beleza com propósito
Na etapa Beleza com Propósito, que valoriza ações sociais desenvolvidas pelas candidatas, Camilly apresentou a Casa Biel, projeto criado em Itajaí que atende crianças em tratamento contra o câncer e oferece apoio também às famílias.
Durante a apresentação, ela contou a história de Biel, adolescente itajaiense que enfrentou a doença e inspirou a criação da instituição. Hoje, a Casa Biel oferece suporte em áreas como fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia e pedagogia, além de acolher famílias que deixam suas casas para acompanhar o tratamento dos filhos.
Atualmente, a instituição atende 166 crianças e depende exclusivamente de doações e patrocinadores para manter as atividades. Camilly afirmou que abraçou a causa como missão pessoal e pretende usar a visibilidade do concurso para ampliar o alcance do projeto, fortalecer ações solidárias e buscar novos apoiadores.