SAÚDE E HISTÓRIA
Irmã Simone do Marieta visita o DIARINHO
Hospital Marieta, dirigido pelo Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, completa 70 anos neste mês de janeiro
Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]
A irmã Simone Santana, diretora-geral do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, que se tornou o maior hospital de Santa Catarina com a abertura do Complexo Madre Teresa no ano passado, visitou o DIARINHO na terça-feira.
Ela esteve acompanhada de Roberta Terezinha Uvo Bodnar, membro do Comitê de Bioética da Rede Madre, e foi recebida pela diretora do DIARINHO, Samara Toth Vieira. Durante a visita, além de abordar projetos e desafios da saúde pública para 2026, irmã Simone entregou o livro “Hospital Marieta: 70 anos salvando vidas, construindo histórias”, escrito pelo historiador Edison d’Ávila e pelo padre Éder Claudio Celva, que recentemente deixou o comando da igreja Matriz do Santíssimo Sacramento.
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O livro foi lançado em comemoração aos 70 anos de fundação do hospital, que teve início na avenida Marcos Konder e leva o nome de duas das mais tradicionais famílias de Itajaí: Konder e Bornhausen. Desde 3 de janeiro de 1985, o Marieta é administrado pelo Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, a Rede Madre.
Na apresentação do livro, assinada por Roberta que também foi uma das responsáveis pela revisão da obra, ela destaca que, além de refletir sobre a importância do hospital, a publicação transporta os leitores aos tempos mais remotos de Itajaí. “De forma magistralmente narrada pelo talentoso escritor padre Éder Claudio Celva e pelo renomado historiador professor Edison d’Ávila, os quais nos presenteiam com registros preciosos sobre a trajetória do Hospital Marieta, desde a iniciativa do governador itajaiense Irineu Bornhausen até as grandiosas conquistas mais recentes”, escreveu.
A obra é dividida em 24 capítulos e encerra com relatos de médicos, integrantes da direção e outros profissionais que vivenciaram a construção de uma das maiores obras sociais, humanitárias e religiosas da região.
“Ao longo do tempo, confirmamos nossa missão carismática, que vai além de administrar um grande hospital. Nossos ensinamentos, baseados na Venerável Madre Maria Teresa de Jesus Eucarístico, nos lembram que 'o sofrimento humano é um altar onde encontramos o próprio Cristo'. Por isso, além de buscar melhorias na estrutura, nossa presença sempre procurou levar conforto aos doentes e às famílias, com gestos concretos de caridade que acolhem, amparam, cuidam e incutem fé e esperança”, escreveu irmã Sandra Pedrinha Zanotto, vice-presidente do Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada.
Irmã Sandra lembrou que, ao celebrar os 40 anos da presença missionária no Hospital Marieta, é necessário olhar o passado com gratidão, viver o presente com esperança e projetar o futuro com expectativa confiante. “Que este hospital continue sendo sempre um altar da vida, onde a ciência e a fé, a inteligência e o amor se unem para cuidar da vida com respeito à dignidade humana”, destacou. O livro tem distribuição gratuita feita pela própria instituição.
Franciele Marcon
Fran Marcon; formada em Jornalismo pela Univali com MBA em Gestão Editorial. Escreve sobre assuntos de Geral, Polícia, Política e é responsável pelas entrevistas do "Diz aí!"
