Matérias | Entrevistão


Omar Tomalih

“Balneário Camboriú hoje é o município que está com o maior controle, com o menor número de notificações de casos de dengue”

Secretário de Saúde de BC

Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]



Com 300 casos confirmados de dengue, Balneário Camboriú tem mantido sob controle a gestão da epidemia da doença causada pelo mosquito transmissor Aedes aegypti que ainda não causou mortes no município. Para vencer a batalha contra a dengue, Balneário Camboriú investiu em prevenção, orientação e telemedicina para o atendimento aos pacientes com sintomas da doença. Para falar sobre o combate à epidemia, a jornalista Franciele Marcon entrevistou o secretário de Saúde de Balneário Camboriú, Omar Tomalih. Ele reforçou a necessidade de vigilância constante, porque a cada chuva há um novo risco de a água ficar parada e o mosquito se proliferar. Tomalih também se coloca como um pré-candidato à prefeitura de Balneário Camboriú nas eleições municipais deste ano e falou sobre a espera pela “fumaça branca” entre os grupos políticos de BC e o anúncio de como será a composição da chapa para a disputa eleitoral no grupo político do prefeito Fabrício. As imagens são de Fabrício Pitella. A entrevista completa, em áudio e vídeo, você confere no portal DIARINHO.net e em nossas redes sociais.

DIARINHO - Qual a principal atitude que BC tomou pra conter a epidemia de dengue?



Omar: Eu quando assumi a secretaria de Saúde, no ano passado, foi praticamente dentro do problema da dengue. Tivemos que, de imediato, tomar algumas decisões que deram resultado. Nós abrimos o Centro de Referência Municipal da Dengue, compramos testes rápidos, chamamos parcerias com outros órgãos do município. A exemplo da secretaria de Obras, os fiscais de posturas. Aumentamos a nossa equipe e deu resultado. Nós conseguimos, dentro do possível, conter a onda da dengue naquele momento. Porém, naquele momento tivemos um panorama do que poderia acontecer este ano. E, sabendo dessa possibilidade, este ano nós começamos com o planejamento muito cedo. No final de outubro já estávamos buscando planejar o que podíamos fazer para conter a dengue. A dengue é uma briga que todo mundo sabe que é contra o mosquito. Nós precisamos, primeira coisa, conscientizar as pessoas da importância de cuidarem do seu lar, da sua casa, de não deixar água parada. Começamos a fazer uma campanha nesse sentido. Ao mesmo tempo, repetimos aquilo que deu certo no passado. Abrimos, fomos o primeiro município que abriu o Centro de Referência da Dengue. Começamos a trabalhar fortemente com os munícipes de Balneário Camboriú. Instalamos Telemedicina, que também está sendo um sucesso. As pessoas ligam da sua casa, do conforto do seu lar, e são atendidas em 15, 20 minutos através da Telemedicina. Se tem algum diagnóstico da dengue, já é encaminhada para alguma porta para fazer o tratamento necessário. Ampliamos novamente as nossas equipes, chamamos mais agentes de combate à dengue. Fizemos várias ações para poder combater a dengue. Tanto que ontem [terça-feira] nós recebemos os números do governo do estado e, na região, Balneário Camboriú hoje é o município que está com o maior controle, com o menor número de notificações de casos de dengue. [Balneário não tem nenhum óbito pela doença] Graças a Deus! [E até ontem, quantos casos confirmados?] Quase 350 casos confirmados. É muito caso, mas diante do quadro que nós estamos vendo no Brasil e em Santa Catarina, nós ainda estamos no controle. A nossa preocupação são as portas. As pessoas sentem algum sintoma da dengue e correm para a UPA, para o PA ou para o pronto-socorro, e faz com que aumente o número de pessoas para serem atendidas ali. De 1º de março até 17 de março nós atendemos 5 mil pessoas nas nossas portas. Só 5% é dengue. O resto são outras doenças. Acumula as doenças respiratórias com a dengue e faz com que o volume seja muito grande. Eu quero aproveitar esse espaço e pedir para as pessoas que utilizem uma ferramenta sensacional que foi implementada, que é a Telemedicina. [Como a pessoa faz o acesso à Telemedicina?] É só ligar. 0800-888-6556. É um médico que vai atender. Hoje tu faz videoconferência, o médico vai te atender, vai perguntar dos teus sintomas, o que tu tá passando. Eles são treinados, capacitados para isso. Todos os médicos já avaliados pela secretaria de Saúde. Se tiver qualquer procedimento que precisa ser feito, ele vai fazer o encaminhamento para uma das portas. Caso necessário, tu vai receber ali no teu WhatsApp a receita, o teu diagnóstico, e sai dali já prontinha, sem necessidade de ir para uma porta, de madrugada, com criança no colo. [A Telemedicina foi uma ação emergencial ou já faz parte da política pública?] A Telemedicina é um contrato que nós já estabelecemos como política pública para ser utilizado sempre. Só que foi uma ferramenta que nós aceleramos a contratação dela pensando já na possibilidade de ser utilizada nesse momento da dengue. E acredito que acertamos, porque também está diminuindo o fluxo de pessoas nas portas.

 

De 1º de março até 17 de março nós atendemos 5 mil pessoas nas nossas portas. Só 5% é dengue”


 

DIARINHO - O senhor teve algum outro desafio como a dengue durante a sua gestão frente à saúde?

Omar: Não, a dengue, com certeza, tanto do ano passado como esse, é o maior desafio que eu enfrentei. Apesar de que os desafios na saúde são diários. Nós enfrentamos todos os dias problemas e estamos sempre buscando resolver. Mas o maior desafio é essa endemia de dengue que está tomando conta. E que, infelizmente, ela vai ainda prevalecer por alguns meses. As pessoas precisam entender que o poder público pode fazer tudo que está ao seu alcance até a próxima chuva. Agora choveu [manhã de terça]. Está chovendo ali fora. Essa chuva, se tem algum prato, algum copo, alguma latinha, alguma caixa descoberta de água, qualquer recipiente que possa acumular água, já é um motivo de termos ali mais um criadouro da dengue. As pessoas têm que estar juntas para a gente combater a dengue. E, infelizmente, a dengue mata. Nós fizemos campanhas publicitárias, nós fizemos ações para conscientizar as pessoas da importância de estarem juntas nessa batalha.

DIARINHO - São duas frentes: estruturar a rede para receber essas pessoas com sintomas e conscientizar as pessoas de que é preciso o cuidado com água parada. BC segue com a distribuição de repelente e o fumacê. São medidas eficazes?

Omar: O fumacê tem uma eficácia muito pequena. A eficácia do fumacê é em torno de 10%. Isso não significa quase nada. Mas ajuda. Nós estamos fazendo o fumacê pesado, que são aqueles fumacês que vêm do governo do estado, nós fizemos nas madrugadas. E também estamos fazendo o fumacê através dos nossos agentes. Esse trabalho está sendo diário. Ajuda, mas não resolve o problema. Em relação aos repelentes, nós compramos quase 25 mil repelentes. Estamos começando a distribuição desses repelentes. Claro que nós não vamos distribuir para toda população. Nós vamos distribuir com alguns critérios. Mas isso também é uma forma de incentivar as pessoas a usarem também. Eu não tenho como distribuir repelente para toda a população. Mas a pessoa que tem capacidade, não deixe de passar o repelente. Compre na farmácia! Porque é a proteção da sua vida, dos seus filhos e dos seus familiares. Não adianta ficar aguardando apenas a ação do poder público. É uma luta contra um mosquito. Esse mosquito precisa ser combatido e somente juntos e unidos a gente consegue resolver esse problema.


DIARINHO – BC, na área da saúde, foi uma das primeiras cidades que levou adiante a vacinação contra covid-19 e sempre está iniciando à frente as campanhas de vacinação. A gente está chegando agora ao período de outono, vamos ao inverno. Como está a campanha de vacinação e qual a meta da cidade?

Omar: A campanha já começa nesta semana. Nós já vamos começar a divulgação da campanha da vacinação da influenza, que é a da gripe. Nós teremos dia 13 de abril, se não me engano, o dia D de Vacinação, onde todas as nossas unidades estarão aptas, prontas e abertas para receber as pessoas para poderem se vacinar. O nosso desafio é fazer com que as pessoas busquem a vacina. Nós temos vacinas suficientes, estamos recebendo do governo federal. Só que o desafio é sempre fazer com que as pessoas saiam de casa para se vacinar. Nós sempre estivemos à frente, nós temos uma meta ousada de vacinar o dobro do que nós vacinamos ano passado. Só que nós precisamos da contribuição, da colaboração dessas pessoas.

DIARINHO – O senhor se apresenta como pré-candidato à prefeitura de BC. Atualmente, além do senhor, também se apresentam Carlos Humberto, La Barrica e Rubens Spernau no páreo. Quem vai dar a palavra final sobre a candidatura será o prefeito Fabrício?

Omar: Acho que a palavra final é do grupo político. Eu sou um candidato de grupo. Nós trabalhamos junto com esse grupo político já há anos. Construindo tudo que nós fizemos até aqui. Nós estamos, com todo respeito que eu tenho por todos os nossos pré-candidatos, eu acho que é salutar termos opções em Balneário Camboriú, não é uma candidatura única. Porque ninguém é candidato de si próprio. As pessoas têm que ser candidatas de um grupo primeiro, para depois buscar o apoio da população. Nós temos ótimos nomes, todos esses que foram citados são excelentes nomes. A decisão será do nosso grupo. Liderado pelo nosso prefeito, que vem fazendo um trabalho sensacional, que é um grande político, reconhecido estadualmente. Estamos no aguardo, e se assim for a vontade do grupo político, se assim for a vontade do nosso pessoal, eu estarei debatendo, discutindo a cidade. E, com certeza, com toda a experiência adquirida, colocando meu nome à disposição. [Dentro do seu grupo, o senhor tem apoio?] Tenho, claro. Tenho grandes apoios. Temos muita gente que tá torcendo, buscando que a gente consiga dar um passo a mais, e que consolide a minha candidatura. Mas, como eu disse, eu tô ali para somar. Se for da vontade do grupo estarei à disposição. Se não for, eu posso ir a vereador ou posso não ir também a nada. Nós temos que pensar num projeto de cidade. Projeto de cidade tem que estar além de nomes. Foi estabelecida uma visão em Balneário nos últimos anos. Essa visão precisa continuar. Em Balneário Camboriú é nítido o crescimento, o desenvolvimento e o patamar que foi atingido. Independente de qual for o nome, ele tem que ter esta consciência de que essa visão implementada nos últimos anos precisa prevalecer. Ela precisa permanecer. Nós precisamos trabalhar nesse sentido. É um projeto de cidade, não apenas um projeto de poder.


 

Eu sou um candidato de grupo”

 

DIARINHO – Se o senhor tivesse que ser vice em uma chapa com Carlos Humberto ou Rubens Spernau, quem o senhor escolheria?

Omar: Ótima pergunta. Bom, eu acabei de falar que a decisão é uma decisão de grupo e não individual. Tanto Rubens Spernau quanto Carlos Humberto são excelentes nomes. Rubens Spernau tem uma experiência tremenda. Já foi prefeito por dois mandatos, fez muitas obras e conquistas por Balneário Camboriú. Carlos Humberto também esteve como vice-prefeito junto conosco nos dois mandatos. Ele saiu porque Balneário Camboriú e a região precisam de um representante. Naquele momento ele se colocou à disposição de representar Balneário Camboriú e está fazendo com maestria. Balneário Camboriú, Itajaí e toda região. É só ver os resultados, os recursos. Nós acreditamos na importância de manter essa representatividade. De termos algum lutando por Balneário Camboriú e pela região lá na Assembleia Legislativa, na capital, trazendo esses recursos. Carlos Humberto, como se colocou à disposição, o grupo apoiou ele para isso. Eu tenho certeza que ele vai continuar fazendo esse trabalho. E se for escolhido o Rubens Spernau e eu tiver que ir de vice, irei, se tiver que apoiar a chapa, também estarei à disposição. Eu estou para ajudar no crescimento e naquilo que for melhor para a cidade. Só para deixar claro: eu sou candidato, sou pré-candidato a prefeito. Eu vou lutar no meio desses dois nomes também para que meu nome seja homologado pelo grupo.

DIARINHO – Sua decisão é de ser pré-candidato. Há a possibilidade do senhor não fazer parte da coligação, de ser pré-candidato fora dessa coligação, do grupo?


Omar: Eu aprendi a fazer política em grupo. Eu pertenço a esse grupo desde 2012, quando iniciei a minha vida pública em Balneário Camboriú. Eu caminho ao lado do prefeito Fabrício desde 2010. Nós estivemos apoiando ele na primeira vez quando ele foi a deputado federal, candidato. Depois ele foi candidato a vice-prefeito e eu fui candidato a vereador naquela ocasião. Eu acabei não me elegendo, ele também não se elegeu. Depois eu coordenei a campanha dele para deputado federal, onde conheci mais de perto, mais intimamente, a cidade. Percorrendo todos os bairros, entidades. Fazendo de fato política na cidade. Desde então eu estive sempre ao lado dele. Em 2016 me elegi vereador, fui presidente da câmara apoiado por esse grupo. Logo depois assumi a Secretaria de Articulação, [...] o elo entre o poder legislativo e o poder executivo, entre o gabinete do prefeito e as demais secretarias. Onde tem que entender muito bem todo o funcionamento. Estive ao lado na construção, no pensamento, na elaboração dos grandes projetos que hoje estão em BC. Alargamento da faixa de areia, atrair novas empresas; nós fizemos projetos de leis para diminuir os índices de impostos em busca de empresas da área de tecnologia da inovação. Enfim, são vários projetos que eu participei lado a lado dele. Construção de Balneário Camboriú, estabelecer esta visão, eu também fiz parte. Então, não tenho como, hoje, me desvincular disso que eu acredito, disso que eu construí e dizer “Olha, agora eu vou fazer um projeto individual”. Não! Meu projeto é coletivo, é de grupo, acreditando nessa visão ditada e colocada pelo prefeito Fabrício e que nós estamos caminhando debaixo dela. Não serei candidato por outra coligação a não ser pelo nosso grupo político.

DIARINHO – Conhecendo os bastidores, fazendo essa articulação, como o senhor avalia o peso do MDB numa coligação em Balneário Camboriú?

Omar: O MDB é um grande partido a nível de Brasil. Não apenas de Balneário Camboriú. E Balneário Camboriú também tem grandes nomes que hoje fazem parte da base política. Eles tiveram na oposição, mas mesmo na oposição sempre buscando pautas construtivas para a cidade. E agora fazendo parte da base política também eles ajudam nessa construção. Eles ocupam três pastas importantíssimas, que é a pasta da Educação, vereador Marcelo Achutti. A pasta que é da região sul, com o vereador Elizeu, a subprefeitura. E a BC trânsito, com a delegada Magali. Eles fazem um trabalho sensacional. Acredito que o peso deles é fundamental também nessa construção. Nós estaremos marchando juntos com certeza.

DIARINHO - A pré-candidatura de oposição definida até agora é a da vereadora Juliana Pavan. Como seria enfrentar uma ex-colega de legislativo caso sua candidatura seja mesmo confirmada?

Omar: Primeiro que eu tenho o maior respeito por todos os meus colegas vereadores. Nós aprendemos a conviver, independentemente de posições políticas. Eu respeito o posicionamento de cada um deles. Independentemente de bandeiras partidárias, cada um carrega a sua bandeira partidária. Mas eu vejo que nesse momento nós precisamos ter uma bandeira maior que é a bandeira de Balneário Camboriú. Eu iniciei dizendo que o meu projeto é um projeto de cidade. O meu projeto, onde coloquei meu nome à disposição para concorrer à prefeitura, é em busca de dar continuidade a todo esse trabalho, a tudo isso que foi construído nos últimos anos. A levar Balneário Camboriú além do que nós já chegamos até hoje. Em momento algum eu pensei em projeto de poder. A vereadora Juliana, ela é a única candidata da oposição, se colocou muito cedo, existe um espaço vago que ela está surgindo em função da indefinição do nome ainda para o nosso grupo. Mas a gente acredita que nós estamos muito confiantes, sólidos e certeiros da decisão que nós vamos tomar. E que nós vamos dar continuidade. Até porque a população é testemunha de tudo que nós construímos nos últimos anos e ela quer sim a continuidade desse trabalho. [Foi fixada uma data além da legal, que a Justiça Eleitoral exige, para apresentar a pré-candidatura? Quando o grupo decide quem vai realmente concorrer?] Na realidade nós estamos diretamente conversando com o prefeito Fabrício e com as demais lideranças para chegar nessa conclusão. Existem alguns impasses que estamos tentando resolver e serão resolvidos. Mas eu acredito que nos próximos dias ou no máximo nas próximas semanas a fumacinha branca vai surgir. [Que tipo de impasse?] Impasse porque existem várias pessoas, tu mesma citou quatro nomes. A gente precisa sentar, discutir, debater, ver qual é o melhor desses nomes para conduzir o projeto. Para conduzir o grupo nessa próxima etapa. Isso não é fácil. A responsabilidade é muito grande. Uma coisa é ser oposição, onde falar é muito fácil. Tu chegar e dizer que tá errado, tá errado, tá errado. E eu vou fazer, eu vou fazer... Nós estamos com a responsabilidade da condução do processo e a continuidade a tudo isso que nós apresentamos e construímos em Balneário Camboriú. A gente não pode errar. Nós precisamos tomar a decisão correta, sem pressa, com os pés no chão, pensando sempre no melhor da cidade para Balneário.

 

Estamos com a responsabilidade da continuidade do que construímos em Balneário Camboriú. A gente não pode errar”

 

DIARINHO – Por que o senhor quer ser prefeito de BC?

Omar: Eu quero ser prefeito porque acredito que nos últimos anos eu me preparei muito para esse momento. Me preparei trabalhando lado a lado com esse governo exitoso, com todos esses resultados que eu acabei de falar aqui e outros tantos. Hoje, Balneário Camboriú está em outro patamar. Nós precisamos dar continuidade a tudo isso que nós construímos. Balneário Camboriú não pode retroceder. Nós temos que andar para frente com todos esses projetos. Temos muito para crescer, temos muito para fazer. “Ah, mas tem alguns problemas”. Temos muitos problemas ainda para resolver, sim. Na área da saúde, eu assumi uma pasta onde eu não tinha experiência nenhuma, e nós conseguimos, em um ano, fazer diversas entregas. É nítido também o trabalho que a minha equipe, junto comigo, fez na área da saúde. Precisamos fazer muito mais na área da saúde também. Hoje eu costumo dizer que qualquer político que queira ser prefeito, ele deveria, por obrigação, passar por uma pasta como essa. Eu conheci profundamente a saúde de Balneário Camboriú. Será uma das principais bandeiras minhas, sem dúvida alguma. Junto com o desenvolvimento econômico da cidade. Fazer acontecer e levar adiante todo esse crescimento e essa visão implementada pelo nosso prefeito.

 

 

Raio X

 

NOME: Omar Tomalih

IDADE: 50 anos

NATURAL: Uruguaiana (RS)

ESTADO CIVIL: casado

FILHOS: dois

FORMAÇÃO: formado em Direito pela Amã Private University (Jordânia)

TRAJETÓRIA: chegou a Balneário Camboriú em 2008; foi candidato a vereador pela primeira vez em 2012, e em 2016 elegeu-se para a 13ª Legislatura da Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú (2017-2020), com 1086 votos. Em 2017, foi presidente do Parlamento da Macrorregião da Foz do Rio Itajaí (ParlaAmfri), foi secretário municipal de Articulação Governamental de Balneário Camboriú entre dezembro de 2017 e setembro de 2018, e no biênio 2019/2020 foi presidente da Câmara de Vereadores. Foi ainda assessor parlamentar do deputado estadual Ismael dos Santos (PSD) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, entre 2014 e 2016. No pleito de 2020, foi eleito para seu segundo mandato como vereador em Balneário Camboriú, com 1105 votos. Atualmente, é secretário de Saúde de Balneário Camboriú.




Comentários:

juarez rezende araujo

23/03/2024 19:47

VOTE NO TOMA LI NO CU! a)a dengue devia ser atacada desde outubro passado,faltou gestão e o MP deve que intervir exigindo que se fizessem chamada pública pra agente de Endemias dada a gravidade da situação.Isto o toma li no seu cu não fala.b)O prefeito vetou remédio contra fibromialgia,crianças com dores horriveis sofrendo e o toma ali no seu cu nem ai.Pensei duas vezes antes de votar no toma ali no seu cu!

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