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Itajaí

Obra em barranco causa desmoronamento

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

 

Com a chuvarada de ontem, a comunidade da região do Padre Jacó, no bairro Fazenda, em Itajaí, pensou que seria soterrada. Isto porque a construção de um condomínio horizontal no morro do Scaburri ...

 

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Com a chuvarada de ontem, a comunidade da região do Padre Jacó, no bairro Fazenda, em Itajaí, pensou que seria soterrada. Isto porque a construção de um condomínio horizontal no morro do Scaburri tem causado constantes deslizamentos de terra. Pra evitar uma tragédia, a fundação do Meio Ambiente de Itajaí (Famai) esteve no local e solicitou que a BRR Empreendimentos Imobiliários, construtora responsável pela obra, realizasse a contenção do barro solto. Contudo, o órgão informou que a obra tá regular e que a área não é de preservação permanente. Indignados com a situação, moradores abriram o berreiro e quase pularam no pescoço dos técnicos da Famai.

Guarda-chuva aberto, capa e um olhar apreensivo. O povão tava em peso na rua João Fernandes Vieira Júnior, local de acesso ao empreendimento ao pé do morro, onde é possível acompanhar o barro escorrendo. “Eles estão esperando acontecer uma tragédia. Mas essa tragédia já tá anunciada, só não vê quem não quer”, carca o morador Carlos Augusto de Souza, 20 anos. Ele estava prestes a levantar os móveis, porque a casa dele fica coladinha ao morro, e temia um soterramento caso a chuva não parasse.



O vilão desta história é a construtora BRR, de Balneário Camboriú. A dona de casa, Bárbara D’ávila Reis Barroso, 38, tá ainda mais cabreira com a situação, porque acredita que a área é de preservação permanente. Ela diz que já denunciou o caso pra prefa, mas nunca é ouvida. “Eles têm coragem de dizer que isso aqui não é vegetação nativa. Então é o quê? Fui eu que joguei umas sementinhas e brotaram essas plantas todas?”, detona.

Enquanto os moradores davam plantão no meio da rua, chegaram os técnicos da Famai pra bizolhar o perrengue. Ao fim da vistoria, eles solicitaram que a empresa fizesse a contenção do barro solto que perigava despencar. Fora isso, os sabichões alegam que não havia nada de errado. No entanto, até o final da tarde de ontem, somente o engenheiro da construtora pintou por lá. A peãozada não apareceu pra acatar a ordem da Famai.

De acordo com a superintendente da Fundação, Rogéria Gregório, a obra foi licenciada em 2012 e tá regular pra fazer o corte de vegetação, terraplenagem e aterro. “A Famai acompanha essa obra diariamente. Quem olha pode até se assustar, porque fica em cima do morro. Mas está tudo sob controle”, jura.


O vereador Thiago Morastoni (PT) também foi procurado pelos moradores e prometeu solicitar informações sobre a legalidade do empreendimento. No escritório da construtora BRR, ninguém atendeu o telefone durante a tarde de ontem, e a reportagem não localizou o chefão Marcos Born pra prestar esclarecimentos.

Cidades sem luz

Mais de três mil famílias passaram o dia no escuro em Itajaí e Penha. Com ventos de até 70km/h, a fiação elétrica não resistiu à tempestade. O apagão iniciou ao meio-dia e só foi normalizado três horas e meia depois. De acordo com o gerente da divisão técnica da Celesc, Luiz Carlos Xavier, toda a região do Rio do Meio, Arraial dos Cunhas, Brilhante, Limoeiro, Canudos, Laranjeiras e Campeche ficou no escuro por causa da queda de uma árvore na fiação elétrica na rua Benjamin Dagnoni. Em outros bairros da city peixeira foram registradas quedas de energias decorrentes da queima de transformadores.

Em Penha, quem sofreu foram os moradores do bairro Santa Lídia. A Celesc não soube explicar a causa da queda de energia, mas o povão teve que esperar até as 17h pro perrengue ser normalizado. Segundo Xavier, 15 equipes da regional de Itajaí estavam nas ruas pra consertar os estragos da tempestade.

 


 

 

 





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