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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Vice-campeão no oeste


Vice-campeão no oeste

O Marcílio Dias voltou do oeste catarinense com o vice-campeonato da Copa Santa Catarina após ser derrotado pelo Concórdia por 1 a 0 na tarde de sábado. Em campo, o Marinheiro foi uma fotografia do time que vimos durante toda a competição: desorganizado, sem criação de jogadas e sem força ofensiva para marcar gols. Com um investimento três vezes maior do que o Galo do Oeste, o Marcílio mostrou intensidade nos minutos iniciais, e depois viu os donos da casa assumirem o controle da partida, até marcarem o gol. No início do segundo tempo, o Concórdia teve expulso Pedro Arthur, o seu melhor jogador, junto com Iury Tanque, do Marcílio. Sem ele, restou ao Galo empilhar defensores e dar a bola pro Marinheiro. Mais uma vez o técnico Márcio Coelho fez substituições confusas, desarrumou a equipe pra tentar consertar depois. Sem nenhuma jogada trabalhada, o Marcílio foi pro abafa, com zagueiro de centroavante, e até criou chances dessa forma. Teve até a bola do empate nos pés de Victor Guilherme no último minuto, mas o gol não seria justo com o Concórdia, que fez campanha melhor, vencendo cinco partidas em 11 no torneio. Um time jovem, ainda em desenvolvimento, que viu a chance de conquistar o maior título da história do clube aparecer enquanto os adversários não conseguiram encaixar.

Números não mentem

Por incrível que pareça, o Marcílio terminou a competição com oito jogos sem vencer, e uma campanha pífia: duas vitórias, sete empates e duas derrotas, um aproveitamento de apenas 39% em uma Copa Santa Catarina de baixíssimo nível técnico. O título foi perdido em casa, com cinco mil pessoas no Gigantão, e um time que foi intenso em apenas 20 minutos e não teve capacidade para vencer o Concórdia na primeira partida da final. O Marinheiro investiu para ser campeão, mas o trabalho não merecia ser campeão. Desde a estreia contra o Nação, o Marcílio não convenceu. E terminou o campeonato 10 jogos depois, sem evolução nenhuma. Os número não mentem de que é preciso mudar para 2025. O comando técnico não conseguiu dar padrão de jogo, e o Marcílio chegou à final pela qualidade individual do seu elenco e um sistema defensivo forte, de jogadores acostumados a jogar juntos. Sem a vaga para a Copa do Brasil, o Marcílio deixou de ganhar cerca de R$ 1 milhão entre premiação e renda do jogo de estreia. Se somar um investimento de cerca de R$ 1 milhão feito para jogar a Copa SC, o prejuízo se torna ainda maior. Agora, é preciso reorganizar e, principalmente, ouvir o torcedor. As manifestações são muitas desde o início, mas os dirigentes insistiram no erro e bancaram um trabalho de desempenho muito baixo.

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Números não mentem

Por incrível que pareça, o Marcílio terminou a competição com oito jogos sem vencer, e uma campanha pífia: duas vitórias, sete empates e duas derrotas, um aproveitamento de apenas 39% em uma Copa Santa Catarina de baixíssimo nível técnico. O título foi perdido em casa, com cinco mil pessoas no Gigantão, e um time que foi intenso em apenas 20 minutos e não teve capacidade para vencer o Concórdia na primeira partida da final. O Marinheiro investiu para ser campeão, mas o trabalho não merecia ser campeão. Desde a estreia contra o Nação, o Marcílio não convenceu. E terminou o campeonato 10 jogos depois, sem evolução nenhuma. Os número não mentem de que é preciso mudar para 2025. O comando técnico não conseguiu dar padrão de jogo, e o Marcílio chegou à final pela qualidade individual do seu elenco e um sistema defensivo forte, de jogadores acostumados a jogar juntos. Sem a vaga para a Copa do Brasil, o Marcílio deixou de ganhar cerca de R$ 1 milhão entre premiação e renda do jogo de estreia. Se somar um investimento de cerca de R$ 1 milhão feito para jogar a Copa SC, o prejuízo se torna ainda maior. Agora, é preciso reorganizar e, principalmente, ouvir o torcedor. As manifestações são muitas desde o início, mas os dirigentes insistiram no erro e bancaram um trabalho de desempenho muito baixo.


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