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Coluna Esplanada

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Leandro Mazzini, com Walmor Parente, Carol Purificação e Isabele Mendes

Balela Air


Balela Air

Foi conversa fiada a promessa das companhias aéreas em baratear voos com a bilionária ajuda do Governo federal durante a pandemia da Covid. Quem deseja viajar no Réveillon para três dos destinos praianos mais caros do Brasil: Porto Seguro (BA), Foz do Iguaçu (PR) e Fernando de Noronha (PE) com saída de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte está encontrando valores de bilhetes nas alturas. Um levantamento de tarifas feito pela reportagem com pesquisa na sexta-feira (23), com viagem para a semana da virada do ano, apontou um valor médio destas capitais para Porto Seguro em R$ 2,8 mil; para Foz em R$ 2,9 mil; e para Noronha em R$ 4,7 mil. A pequisa levou em conta a semana de 27 de dezembro a 3 de janeiro, com ida e volta para apenas um passageiro, nas três mais conhecidas companhias de voos domésticos – Azul, Latam e GOL. Ou seja, um casal que queira passear nestes destinos no Réveillon vai desembolsar só em aéreo, por baixo, de R$ 6 mil a R$ 9 mil. Nestas mesmas companhias, a reportagem encontrou preços médios de R$ 9,5 mil para Miami; R$ 9,9 mil para Lisboa e R$ 4,2 mil para Buenos Aires, das mesmas capitais de origem na mesma semana da virada do ano.

Moro & advogados

Acostumado na Operação Lava Jato a dar trabalho para advogados de alvos – muitos defensores ficaram milionários – o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) não perdeu o pique agora, na campanha. Candidato ao Senado pelo Paraná, com chances de ser eleito, já gastou R$ 700 mil apenas com o escritório Bonni Guedes Advocacia para os serviços eleitorais.

Cadê o Pacheco?

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Moro & advogados

Acostumado na Operação Lava Jato a dar trabalho para advogados de alvos – muitos defensores ficaram milionários – o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) não perdeu o pique agora, na campanha. Candidato ao Senado pelo Paraná, com chances de ser eleito, já gastou R$ 700 mil apenas com o escritório Bonni Guedes Advocacia para os serviços eleitorais.

Cadê o Pacheco?

Rodrigo Pacheco desfilava em Belo Horizonte como respeitado advogado e sempre discreto. Como presidente do Congresso, não perdeu o costume nesta campanha. Filiado ao PSD, o senador não aparece no palanque do ex-prefeito de BH Alexandre Kalil (PSD), candidato ao Governo de Minas e aliado de Lula da Silva (PT) no Estado. Correligionários reclamam do distanciamento do senador como sua regra para sobrevivência política. Com mais quatro anos de mandato e com vistas a tentar reeleição, Pacheco não quer tomar lado.

Mais procuradores

Augusto Aras encabeça comissão do concurso da PGR para 13 vagas abertas – Acre, Espírito Santo, Goiás, Paraíba, Pernambuco e Santa Catarina terão uma vaga a ser ocupada, cada. Três cadeiras vão para o Estado do Rio de Janeiro, e o Estado de São Paulo vai preencher outras quatro vagas. O salário bruto é de R$ 33.689,11 – além de outras benesses e prêmios da carreira. O aprovado, de acordo com sua classificação, poderá escolher a sua praça de atuação.

Oi, chefe...

Os ex-ministros Gilberto Carvalho e Aloizio Mercadante querem garantir a atenção de Lula se o petista for eleito presidente. Doaram, cada um, R$ 14.850 para o comitê presidencial do PT. Gilbertinho, como é chamado dentro do partido, tem sido a ponte discreta de muita gente com o Barba.

Seguros (no saldo)

Em matéria de brasileiros premiados em sorteios, o mercado de capitalização é bem diversificado. Entre janeiro e agosto deste ano, só a Brasilcap, empresa da BB Seguros, registrou alta de 11% na distribuição de prêmios, na comparação com igual período de 2021. Os valores distribuídos passaram de R$ 50 milhões, pagos a 12.618 títulos adquiridos.

 

 

 


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