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Carga geral

Novo Trocadeiro volta a operar em 2026

Projeto de retomada prevê movimentação de 25 mil toneladas de carga geral por mês

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]



pós hiato de 16 anos, o Trocadeiro Portos e Logística volta a operar com carga geral a partir do início do ano que vem. O terminal privado foi adquirido pela catarinense Koala Energy há cerca de dois anos e passou por uma série de adequações para operar em janeiro seu primeiro navio de cabotagem. O empreendimento era operado pelo Grupo Dalçóquio e as últimas cargas movimentadas, em 2007, foram chapas de aço que eram desembarcadas em Itajaí e transportadas por rodovia até a unidade da ArcelorMittal de São Francisco do Sul.

Marcos Lima, CEO do Trocadeiro e da Seka Transportes (empresa controlada pela Koala e que fará as operações do terminal), diz que pretende incrementar a cabotagem em Itajaí com a implementação de uma linha regular de navegação costeira ligando o terminal itajaiense ao Nordeste. A estimativa de movimentação é de 25 mil toneladas de cargas por mês já a partir do ano que vem, chegando a 100 mil toneladas até 2026.

“Devemos operar, nesta primeira fase, navios break bulk de menor porte e barcaças, com foco em produtos siderúrgicos, madeira, manufaturados, produtos agrícolas embalados, além do embarque de arroz ...

 

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Marcos Lima, CEO do Trocadeiro e da Seka Transportes (empresa controlada pela Koala e que fará as operações do terminal), diz que pretende incrementar a cabotagem em Itajaí com a implementação de uma linha regular de navegação costeira ligando o terminal itajaiense ao Nordeste. A estimativa de movimentação é de 25 mil toneladas de cargas por mês já a partir do ano que vem, chegando a 100 mil toneladas até 2026.

“Devemos operar, nesta primeira fase, navios break bulk de menor porte e barcaças, com foco em produtos siderúrgicos, madeira, manufaturados, produtos agrícolas embalados, além do embarque de arroz, em bags”, explica Marcos.



Entre as melhorias já feitas pelo novo controlador estão a construção de mais um dolfim de atracação e instalação de novos cabeços de amarração, agregando infraestrutura ao píer de 200 metros já existente, com cais de acostagem de 120 metros. 

O investidor programa iniciar uma nova fase de investimentos a partir do ano que vem, que englobará obras de expansão do píer e aumento da área de acostagem (que possibilitará atracações de navios de até 190 metros de comprimento) e ampliação da área de armazenagem, hoje de 4,5 mil m², podendo chegar a 18 mil m². O aporte previsto é de R$ 15 milhões.

De janeiro a setembro deste ano os portos públicos e terminais privados brasileiros registraram a movimentação de 158,9 milhões de toneladas e avanço de 3,30%. Já nos portos e TUPs catarinenses as operações por cabotagem somaram 10,17 milhões de toneladas nos nove meses deste ano, com crescimento de 5,14%.


Ex-grupo Dalçóquio

A história do Trocadeiro remonta aos áureos tempos dos terminais de combustíveis em Itajaí, que deixaram de operar em meados da década de 1990, com o início das operações dos oleodutos da Petrobras. O terminal foi então adquirido da Shell por um pool de empresários, ficando o controle acionário com o grupo Dalçóquio.

As operações duraram pouco mais de um ano quando foram operadas as cargas de aço laminado (2006 e 2007). Desde então a estrutura ficou ociosa.  

O processo de transição para a Koala Energy teve início em 2021 e foi concluído no final do ano passado, quando o grupo empresarial  comprou a totalidade das ações.

Foto: Divulgação)

 


 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


 

Acreditamos no aumento da utilização da navegação de cabotagem na costa brasileira e o Trocadeiro desponta para cobrir essa lacuna de mercado que abre na região 

Marcos Lima, CEO do Trocadeiro e da Seka Transportes 




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