Novos tempos

Não existem limites para a mulher no mercado de trabalho

Paranaense opera empilhadeiras de arranha-céus

Em nove anos na FG, Dayane já ajudou a erguer oito prédios de alto padrão
Em nove anos na FG, Dayane já ajudou a erguer oito prédios de alto padrão

A construção civil ainda é um dos poucos setores da economia em que a participação feminina ainda é tímida, mas esta situação está mudando graças ao pioneirismo de trabalhadoras como Dayane Silva Caldeira, 31 anos. Há nove anos operando empilhadeiras nas obras da FG, em Balneário Camboriú, ela se orgulha de ter feito parte da equipe que ergueu oito prédios de alto padrão e lhe proporcionou o sonho de todos os brasileiros: comprar a casa própria.

Dayane mora com a companheira em Camboriú, para onde se mudou em 2014 disposta a mudar de vida. Ela trabalhava numa fábrica de portas em sua cidade, no interior do Paraná, e viu que ali não teria chance de evoluir, por isso veio tentar a sorte no litoral catarinense.

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No começo, trabalhou na limpeza, mas como prefere um serviço mais dinâmico, pediu para aprender a operar a empilhadeira. Seis meses depois, ela já levava vidro, pedra e piso rampa acima. “Tem materiais frágeis, que custam milhões, por isso o foco é total”, diz.

O serviço de Dayane começa às 7h45 e pode ir até às 19h, quando a obra está nos finalmentes e é preciso dar um gás nos trabalhos. Ela conta que o ambiente com os colegas é superamigável e que nunca foi vítima de preconceito.

“De vez em quando tem umas piadas, coisas sobre futebol, sobre a vida de cada um, já que a maioria veio do nordeste”, revela.

Por trabalhar com gente do Brasil todo, Dayane tem vontade de percorrer o país e conhecer as tropicais praias nordestinas. Depois, a ideia é levar a amada para a Itália, já que adora massas. “Aqui eu consegui minha casa, carro, agora posso sonhar mais longe”. Voa, Dayane!



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