Matérias | Entrevistão


Luíza Moreira

"Meu avô tinha uma marca de ferro na coxa. Hoje em dia eu me revolto ainda por causa da escravidão, porque ainda tem muito preconceito”

A mais antiga mãe de santo da região

Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]




Luíza Moreira é uma das mães de santo mais conhecidas e respeitadas de Camboriú e região. Aos 108 anos, embora nos documentos oficiais ela só tenha 91 devido ao registro tardio de seu nascimento, ela atende diariamente quem procura o terreiro em busca de proteção, conhecer um pouco mais os orixás, saber sobre o futuro, ou em busca de paz e prosperidade. Serena e lúcida, vó Luíza sofre um pouco com problemas de visão – ela espera há cinco anos para fazer uma cirurgia de catarata que lhe atrapalha a vista. Nesta entrevista à jornalista Franciele Marcon, a vó Luíza falou sobre o fato de ser neta de escravizados, da mediunidade que iniciou já na infância, e sobre os terreiros que manteve em Ilhota, Camboriú, Gaspar, entre outras cidades. Neste período de festas e final de ano, a vó também ensinou um ritual para começar 2023 com prosperidade e reforçou que todas as pessoas têm seu orixá de proteção – basta conhecê-lo e seguir seus ensinamentos. Vó ainda falou sobre o preconceito entre as religiões e o período de intolerância que vivemos, além do desejo de ir para a África conhecer Moçambique – local onde seu avô, que foi escravizado, nasceu. O terreiro da vó Luíza fica na rua  Manoel Inácio Linhares, 1231, no bairro Tabuleiro, em Camboriú. As imagens são de Fabrício Pitella. A entrevista completa, em áudio e vídeo, você confere no em www.DIARINHO.net e em nossas redes sociais.

 

DIARINHO - A senhora é adepta da umbanda. Pode explicar um pouco da religião e o porquê da escolha?



Vó Luíza: Porque eu nasci de Sexta-Feira Santa. O pessoal ia lá pra botar minha mão em cima das feridas. Eu não queria, quando me entendi por gente. Meu avô fez eu sair, eu era criada pelos meus avós. Eu agarrei, continuei. Depois quando eu casei é que eu continuei na religião mais forte. [A senhora era filha de escravos?] Neta. Era ruim. Era muito ruim. O meu avô dizia assim pra mim, dizia para todos os filhos dele: “Meus filhos, quando aparecer um pessoal vendendo camisa, roupa vermelha, mostrar o pano vermelho, vocês não vão porque vão comprar os negros”. Meu avô foi muito sofrido. Meu avô tinha uma marca de ferro na coxa. Hoje em dia eu me revolto ainda por causa da escravidão, porque ainda tem muito preconceito.

DIARINHO - A senhora é uma das mães de santo mais antigas em atividade na região e se mantém lúcida e em atividade. Como é a sua rotina?

Vó Luíza: Tem que levar à frente, conforme Deus quer. Eu sou muito devota a todos os santos, mas em primeiro lugar o meu pai oxalá, que é Deus. Ele que cuida de nós, cuida de todos os orixás que são fiéis, que gostam, na terra, de ajudar, fazer caridade pro povo.


 

“Só digo que todo centro espírita, seja de onde for, que traga muita paz, muita união, muita compreensão”

 

DIARINHO - Qual o segredo da longevidade e da vida bem vivida?

Vó Luíza: Eu não sei. Só Deus é quem sabe. [A senhora tem algum ritual que faz todo dia? De agradecimento? De pedir saúde, energia?] Eu peço todos os dias, no meu levantar e no meu deitar. Às vezes, quando eu perco o sono, eu fico rezando. Só não rezo pras almas dentro de casa, rezo para as almas na rua. [Não pode rezar pra almas dentro de casa?] Não, porque vêm todas. São sofredoras, vêm todas. [E a senhora acolheu muitas almas ao longo da sua vida? A maioria queria o quê?] Sim, caridade. Ajudar o povo. Isso a gente tem que fazer.


DIARINHO - Como a senhora descobriu a sua mediunidade?

Vó Luíza: Eu descobri que eu era médium quando eu nasci. Eu já tinha o dom de cura, de fazer cura, milagre. Depois, quando eu cresci, com meus 7 anos, eu fui entendendo bem o que era. Comecei a rezar, botar a mão em cima, meu avô ensinou o Pai Nosso. Eu botava a mão em cima daquelas feridas, de dores. Ele vinha me buscar, pequena, de carroça, para fazer a cura, para eu levantar minhas mãos em cima. Depois, eu recebi a Preta Velha dentro da igreja. Ela falou em línguas estranhas. Eu sei que falou em línguas estranhas porque meus tios, meus padrinhos, que estavam na igreja, contaram para mim. Assim foi indo para frente.

 

"Você veio ao mundo, você já veio com aquele destino de Deus”


 

DIARINHO – A senhora montou o primeiro centro em Ilhota ou foi aqui em Camboriú já?

Vó Luíza: O primeiro centro que eu montei foi em Gaspar. Depois que eu vim para cá. Eu morei em Itajaí. Eu fechei o centro, vim para Itajaí, vim para Camboriú, vim para aí pra cima. Indaial eu tive. Aqui em Camboriú, tenho o centro há uns 90 anos. [E a senhora já deve ter perdido as contas de quantas pessoas já atendeu, né?] Meu Deus do céu, mãe de santo que eu fiz com essas mãos poderosas que eu tenho, eu fiz 380. [A senhora fez 380 mães de santo? O que uma pessoa precisa ter para ser mãe de santo?] Se tiver o orixá firme, fazer todos os deveres, todos os rituais, aí pega.

DIARINHO - Enfrentou muitas dificuldades ou preconceitos até ter liberdade pra atuar como mãe de santo?

Vó Luíza: Preconceito, bem pouco, bem pouco. Dificuldade também, um pouquinho. [O que as pessoas procuram quando vão para um terreiro, um centro?] Procuram o bem. Elas querem que abra os caminhos delas. Tudo isso.

 


"A única coisa que gostaria de ver, eu queria, antes de morrer, conhecer a África, Moçambique, onde meu avô nasceu e veio pra cá”

 

DIARINHO - De que forma a sua mediunidade ajuda as outras pessoas?

Vó Luíza: Ajuda com a força dos poderes. É a força dos poderes. É a luz, é a caridade, é a bondade que a gente vai fazendo.

DIARINHO - Por que as pessoas querem tanto saber coisas do futuro?

Vó Luíza: De curioso que são… [risos] [E se a pessoa sabe alguma coisa que ela não gosta, tem o que fazer para mudar?] Não, não tem que fazer nada. Se Deus mostrou aquilo, tem que ser aquilo mesmo. [O destino é algo determinante na vida das pessoas ou é possível mudar as “coisas que estão escritas”?] Não, mudar não muda. Será a mesma coisa. [Pontos determinantes, como a morte, que ela não consegue mudar?] Se souber a oração da morte, aí sabe o dia que morre. Se não, não. O que tem que acontecer, acontece. [E como é a oração da morte?] Não posso te explicar e não posso te ensinar. [A senhora sabe a sua?] (Balança a cabeça positivamente) [É bom saber?] Não, é melhor não saber. [Então não tem como mudar o destino? O que tá marcado vai acontecer?] O que tá marcado, o que Deus botou, quando Deus botou... Você veio ao mundo, você já veio com aquele destino de Deus. É o bom e é o ruim. É isso que acontece. [E se a pessoa é ruim, mas tenta melhorar, ela consegue mudar?] Conforme o nervosismo da pessoa, né. [Como assim, o nervosismo?] Você é ruim, você é boa, quando você seja falsa... Entendeu? Isso que é o destino. [E se a pessoa quiser mudar, ela consegue mudar isso?] Muito difícil. Quem nasceu com aqueles planos, é plano de Deus.

 

"Porque Deus é um só. Não consegue ser de parte, é um só. E aquele um só é para nós todos”

 

DIARINHO - A senhora já viveu mais de 100 anos. No Brasil de hoje há muita intolerância, inclusive religiosa. A senhora vive numa das regiões com mais moradores católicos e evangélicos. A senhora se sente respeitada pra exercer sua mediunidade na cidade?

Vó Luíza: Sim, bastante. Eu visito, eu abro as minhas portas para crentes. Eu já fui visitar a igreja deles também. Me convidaram e eu fui de bom coração. Porque Deus é um só. Não consegue ser de parte, é um só. E aquele um só é para nós todos. [E por que a senhora acha que a gente vive hoje tempos tão violentos e tão intolerantes?] Porque o tempo antigo era o tempo antigo, agora é tudo moderno, tudo diferente.

DIARINHO - Qual a sua relação com a tecnologia? Ela ajuda de alguma forma a senhora a exercer sua atividade?

Vó Luíza: Não, não faz diferença nenhuma. Para mim, não. [E a senhora vê para a humanidade que isso é bom ou é ruim?] É bom e é ruim. [Por quê?] Porque a situação das pessoas. Eu na escola não tive, não. Aprendi sozinha. E quando eu fui, na primeira escola que eu fui, a lousa era uma pedra. Uma pedra onde se escrevia. Agora, estudar, melhorar a gramática, não. [A senhora aprendeu na vida mesmo?] Aprendi na vida. [E sentiu falta de passar pelo banco de escola ou não?] Não, porque meu avô dizia que “na escola era só fazer carta para namorado” [risos]. [A senhora é viúva?] Sim. [Só se casou uma vez?] Só uma vez. [E a senhora teve seis filhos] Sim. [E cinco já são falecidos. Como é perder um filho?] Nós fomos numa festa, e lá brigaram tudo, mataram dois. Eu me assustei. Assim foi a primeira gravidez. A segunda gravidez, foi um sapo. Numa caixinha de presente para mim, no dia de aniversário. Eu tava de sete meses. O sapo pulou aqui (mostrando o colo) e eu perdi o neném. E a última gravidez foi um cachorro. Me pegou na estrada. [A senhora perdeu os cinco filhos na gravidez?] Só tenho um filho, que é afilhado de Antônio Carlos Konder Reis. Ele tá no Rio de Janeiro, está bem. [Mas a senhora tem vários filhos adotivos então?] Sim, todos eles me respeitam, todos eles gostam de mim, todos eles me dão presentes. [A gente vê hoje dificuldades na educação dos filhos. Por que a senhora acha que chegou neste ponto, em que o pai não consegue educar o filho?] Porque não respeitam. É o respeito. É o respeito que muda tudo. Se não tiver respeito, pega fogo.

 

"Meu pai, olha pelo mundo inteiro, meu pai. Abençoe, que esse próximo ano seja de paz, de união, de compreensão”

 

DIARINHO - O que são orixás de proteção? Como uma pessoa descobre quais os dela?

Vó Luíza: Quando ela chegar no terreiro e riscar o ponto como tem riscado aí. [E qualquer pessoa pode descobrir o seu orixá?] Pode. Isso daqui é o ponto de caboclo. [Cada orixá tem uma crença, uma devoção diferente que a pessoa deve ter a ele? Pode explicar um pouquinho de cada um?] Eu tenho a minha Preta Velha, é a Vovó Cachimbi, quando ela vem na terra ela é minha protetora. Depois, eu tenho Pai Ogum, que é esse santo de São Jorge que é cavaleiro. Depois, tem o Caboclo, o Caboclo é o vigia. Tem a Cabocla Jurema, Cabloca Jubirá. São todos orixás. Tem a linha de Ogum, depois Preto Velho, depois Caboclo, Criança. Iafé, Iemanjá, Oxum, Nanã. São os orixás de luz que iluminam os nossos caminhos. Tudo que eu peço no caminho para minha Preta Velha que ela me mostra caminho, ela me mostra. [E quando a pessoa descobre um orixá e ela não pratica, não tem a devoção. Isso atrapalha a vida dela?] Atrapalha e bastante. Acontece que o espírito está pedindo para ela fazer as coisas e ela não faz. [E muitas pessoas têm medo de espírito, da espiritualidade] Por causa do “povo da esquerda”. Porque dizem que o “povo da esquerda” é só para fazer o mal. Mas o “povo da esquerda” não faz o mal, nada. O “povo da esquerda” é bom. Abre caminho, dá trabalho. [O que é “povo da esquerda”?] É Exú.

DIARINHO - Qual o conselho que a senhora deixaria neste momento de estarmos encerrando mais um ciclo e quase iniciando um novo ano?

Vó Luíza: Se pegar com Deus, rezar. Pedir pela misericórdia divina. Que olhe por todos. Que traga a paz, que traga a união, que traga a compreensão. Que é o principal que está precisando e que não tem. Não tem paz. Aquele que mais pode criticar um ao outro. Não vê essa política agora, essa política suja de agora. Não podia ser tudo na santa paz? Não mataram Getúlio Vargas?! O presidente da República...

DIARINHO - Algum ritual de passagem é recomendado para as pessoas iniciarem o ano com as melhores energias?

Vó Luíza: Tem! É botar uma roupinha branca, rezar. Rezar as orações. Tomar um banho de champanhe ou de ervas. Isso tudo.

DIARINHO - A senhora vive há 108 anos. Tem alguma coisa que a senhora gostaria de ver ainda?

Vó Luíza: A única coisa que eu gostaria de ver, eu queria, antes de morrer, conhecer a África, Moçambique, onde meu avô nasceu e veio pra cá. Mas também eu nunca pedi nada para ninguém para fazer uma viagem lá. Se eu tivesse pedido, tinha ganhado. [A senhora gostaria de conhecer as suas origens?] Queria.

DIARINHO - E o que a senhora viu em 100 anos que não gostaria de ter visto?

Vó Luíza: A escravidão. Eu quero, eu, eu mesmo, quero essa paz. Paz para mim. Tendo a paz, tem tudo na vida, não falta nada. Nem que seja pirão todo dia para comer. [E essa paz a gente busca dentro da gente primeiro?] Dentro da gente. Porque se você tá com uma pessoa, tá ali, todo dia, tiquetique, todo dia naquela briguinha, todo dia naquela briguinha. Você tem paz? Não! Você quer uma paz de união, se não tiver aquela paz de união, não tem nada, tem é desgraça... [E quando a pessoa está nesse momento só de briga, como faz pra mudar?]  Isso é a oportunidade da pessoa. Hoje em dia é droga, é, meu Deus, só Deus mesmo. Aqui hoje mataram um menino novo, deram um tiro nas costas do menino. Dizem que ele é maconheiro, isso e aquilo. Não tem paz. Não tem paz. Misericórdia. [A senhora comentou do Getúlio Vargas, de política. A senhora passou por muitos presidentes da República. A senhora lembra qual foi o melhor para o país, para a população?] Pra mim foi o Juscelino Kubitschek. [Por quê?] Porque sim. [A senhora acha que ele desenvolveu mais o país?] Sim. [E qual a senhora acha que foi o pior?] Não sei. Não sei mesmo. Principalmente agora que eu tô esquecida de tudo. Eu era um livro aberto.

DIARINHO - Para terminar, um conselho que a senhora deixa para as pessoas viverem bem e felizes...

Vó Luíza: Em primeiro lugar, eu peço ao nosso pai Oxalá e aos anjos que iluminem a todos. Com o Pai Nosso que estais no céu. Santificado seja o teu nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas dívidas assim como nós perdoamos os nossos devedores. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Que assim seja. Ave Maria cheia de graça, o senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores. Agora e na hora da nossa morte, amém. Santo Anjo do Senhor, meu zeloso e guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me reze, guarde e ilumine, amém. Meu pai, olha pelo mundo inteiro, meu pai. Abençoe, que esse próximo ano seja de paz, de união, de compreensão. Dentro do recinto de vocês, sagrado, que nunca falte o pão de cada dia na mesa de vocês, sempre ter fartura, não miséria. Que Oxalá poderoso abençoe e guarde livre debaixo do seu poderoso amparo. Desamarre as correntes, não deixe vocês cair, não deixe vocês tombar. Pela graça do Divino Espírito Santo é que vai iluminar. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Obrigado, Senhor, pela boa noite maravilhosa que deu para todos nós. Obrigado, Senhor, por esse dia lindo e maravilhoso, que seja abençoado. [Amém. Tem mais alguma coisa que a senhora gostaria de falar?] Não, só digo que todo centro espírita, seja de onde for, que traga muita paz, muita união, muita compreensão. Dentro do recinto, onde eles trabalham, ganham o pãozinho de cada dia, que eles todos sejam abençoados. Que seja um ano de paz.

 

Raio-X

 

NOME: Luíza Moreira

IDADE: 108 anos

NATURAL: Ilhota

ESTADO CIVIL: viúva

FILHOS: Seis filhos (cinco falecidos) 

FORMAÇÃO: Não frequentou a escola

TRAJETÓRIA: neta de escravizados, mãe de santo desde a infância e moradora de Camboriú há mais de 70 anos




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