Matérias | Entrevistão


Luciana de Castro Ribeiro

"A Polícia Federal sabe que um dos principais pontos de lavagem de dinheiro no Brasil é na região de Itajaí”

Delegada-chefe da Polícia Federal de Itajaí

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]




A delegacia da Polícia Federal de Itajaí tem 49 anos. Responsável por atuar em 50 cidades, pela primeira vez na história a corporação tem na chefia uma mulher. A delegada Luciana de Castro Ribeiro assumiu o posto há praticamente um ano. Brasiliense de nascença e mineira de criação, Luciana escolheu Itajaí para trabalhar e viver com sua família.


À jornalista Franciele Marcon, Luciana falou sobre os desafios de administrar a delegacia, sobre a falta de efetivo e outras dificuldades inerentes a vida de policiais.

Luciana confirmou que a região de Itajaí continua sendo rota do tráfico internacional de entorpecentes, justamente pela localização geográfica e pelas facilidades do transporte aéreo, terrestre e marítimo. Recentemente, a PF descobriu o escoamento de drogas através de barcos pesqueiros, além do velho esquema de enxerto de entorpecentes em contêineres despachados pelo complexo portuário. A região também é procurada para a lavagem de dinheiro através da construção civil, explicou a delegada. As imagens são de Fabrício Pitella. A entrevista também está disponível em vídeo e podcast no Portal DIARINHO.net e nas redes sociais do DIARINHO.

 

DIARINHO – Em quase 50 anos de atuação, a delegacia da polícia Federal de Itajaí, pela primeira vez,  tem uma mulher no comando. Como tem sido atuar na chefia da PF?

Luciana: Eu trabalho aqui há 16 anos. Eu já conheço toda a equipe. Fui responsável pelo setor de passaporte, de migração. Depois eu fui pra chefia substituta, ficando na chefia várias vezes. Os outros chefes não estavam, ou eram removidos, saía um chefe, entrava outro. Eu estou na chefia já tem um tempo. O meu trabalho como chefe, na verdade, nem mudou tanto. Porque é uma continuação. E como eu não sou daqui, mas me considero daqui, tenho um outro olhar, eu tenho um olhar de cuidado local. Porque é um local em que eu vou continuar. Eu estou hoje como chefe, pode ser que amanhã eu não esteja, e tem essa rotatividade, é uma coisa natural e esperada dentro da polícia. Fazer novas práticas, ou até o descanso da pessoa que está ali como líder, porque é puxado... Eu não estou aqui em Itajaí para me promover pessoal ou profissionalmente e ir embora. Itajaí é onde eu estou, é a delegacia onde eu tenho carinho. Trabalho muito, gosto de trabalhar, sou uma workholic. E sou muito perfeccionista, não gosto de nada atrasado, mas eu tenho também essa questão do lado humano, do cuidado com a qualidade de vida do policial, da equipe.

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DIARINHO – Qual o maior desafio enquanto gestora da delegacia? Além da investigação, a PF emite passaportes, fiscaliza produtos químicos, empresas de segurança, faz processo de migração, controle de armas...

Luciana: São muitos os desafios. Eu penso que é a gente produzir bastante com qualidade em todas essas áreas. A parte administrativa, mas sem descuidar do lado da qualidade, da vida profissional do policial. Porque é uma atividade desgastante, estamos em constante pressão. Seja pressão interna, da chefia, do superintendente, da minha corregedoria, de Brasília, seja do juiz, do Ministério Público, do advogado, ou da parte. Tudo é muito controlado. Isso estressa, porque são muitas cobranças. Eu acho que tentamos produzir, otimizar os resultados. O policial precisa  produzir, não só nesse momento que eu estou na chefia, mas precisa produzir de forma contínua, durante todo o seu período profissional. É produzir com qualidade para a população, que é um trabalho que fazemos pra população, como serviço administrativo, ou a investigação também. [A delegacia tem efetivo suficiente para toda essa demanda?] Não, nunca. É Balneário, Itajaí, Itapema, são 50 cidades sob a nossa responsabilidade. Também tem Blumenau, Rio do Sul, que são cidades grandes. Não conseguimos dar uma vazão da forma como eu acho que deveria ser. A gente precisa sempre de mais efetivo. Itajaí tem excelentes policiais. O nível de produtividade é um dos maiores do estado, e também do Brasil. Somos reconhecidos como uma delegacia com um índice de produtividade altíssimo por policial. Você vê que o pessoal é muito empenhado, muito responsável. A gente está com uma equipe muito boa;  sempre esteve, e a cada dia mais a gente vai vendo o comprometimento do pessoal.

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DIARINHO – Itajaí sempre foi rota do tráfico internacional de drogas, seja pelo rápido acesso às BRs 101 e 470, e também por dispor de aeroporto, complexo portuário e porto pesqueiro. A região se mantém atrativa para o tráfico de entorpecentes pela localização geográfica e pela estrutura viária?

Luciana: Com certeza absoluta. A região é uma rota porque ela está mais próxima vindo da Colômbia ou do Paraguai, liga com a África, e fica um ponto também para ir pelo mar para a Europa. Porque terrestre é mais fácil de pegar do que você ir pelo mar. Tivemos várias operações pelo modal marítimo do tráfico de drogas. Mas a questão do tráfico, aqui na região, é fortíssima, também drogas sintéticas, por causa das festas raves. Esse monte de festa que tem e o poder aquisitivo do pessoal que é alto. A gente serve tanto como local de passagem pra essa droga, como também de consumo. Cocaína, ecstasy, também teve grandes apreensões, com a PRF, a Polícia Federal de Florianópolis, de três carretas que tinham em torno de 20 toneladas de maconha. Itajaí foca mais no tráfico de cocaína e na questão do ecstasy.

DIARINHO – Balneário Camboriú e Itapema têm sido as cidades mais escolhidas pelas organizações criminosas para a lavagem de dinheiro do crime organizado. Existem novos mecanismos para tentar impedir que imóveis, carros e empresas sejam comprados para lavagem de dinheiro?

Luciana: Isso é o que sempre perseguimos. Não temos como interferir na questão da comercialização. A gente sempre depende também das construtoras ou dos vendedores, ou seja, das empresas que comercializam. Porque eles também são obrigados a informar, todas as instituições financeiras, essas grandes movimentações de dinheiro. Todo mundo é obrigado a informar essas transações com valores maiores. Só que sabemos que nem sempre ocorre. Porque quando a transação é bancária, fica o registro. Quando o dinheiro vem de caixa 2 ou do crime... Às vezes, ela vem em quantias em dinheiro. Quando uma pessoa recebe, tá vendendo um apartamento, tá recebendo dinheiro em espécie, não existe dinheiro em espécie, dinheiro legal. Dinheiro legal está no banco, você faz transação bancária, cheque administrativo, ou DOC... Você não faz aquilo em espécie. Toda vez que é em espécie você sabe que tem alguma coisa errada. Só que não tem como estar em todos os locais. A questão imobiliária é gigantesca, tanto em Balneário Camboriú quanto em Itapema. A gente depende sempre das construtoras e dos outros também para municiar a polícia. “Olha, estão pagando em dinheiro”. Porque isso é um indício. Só que aí tem a ganância dos empresários. “Tô recebendo, não quero saber de onde vem esse dinheiro”. Não! Tá recebendo em dinheiro, em espécie, tem alguma coisa errada. Ninguém anda com dinheiro no carro. Temos um setor aqui de núcleo de investigação dos crimes de lavagem de dinheiro. A Polícia Federal no Brasil sabe que um dos principais pontos de lavagem de dinheiro no Brasil é aqui na região de Itajaí. Todo dia estamos com cruzamento de dados de banco, com informações bancárias, do Coaf, de tudo, para tentar monitorar.

DIARINHO – Recentes operações da polícia Federal identificaram que, além do Porto, os barcos pesqueiros são usados para despachar cocaína para o exterior. Tivemos duas apreensões em barcos pesqueiros em Itajaí e Porto Belo, no final do ano passado. Na edição dessa quinta-feira, o DIARINHO trouxe matéria sobre uma embarcação registrada em Itajaí que foi capturada com drogas pela polícia espanhola. JHá quanto tempo os pesqueiros são usados para transporte de drogas pro exterior?

Luciana: A gente não sabe desde quando, mas deduzimos. Desde quando existe o barco… É uma modalidade que é mais fácil que a terrestre e a aérea;  você tem um controle maior. E é mais fácil, porque a partir do momento que você sai aqui da costa, em alto-mar, pra entrar ou fazer uma fiscalização, é mais difícil. E fora que, dependendo do tipo de embarcação, você pode esconder a droga em vários locais. Cada barco ou navio é de uma forma. O que acontece, uma das apreensões que fizemos, eles tinham colocado três toneladas de gelo. Eles colocaram a droga em sacolas estanques, onde não entrava umidade, depois jogaram três toneladas de gelo em cima. Você imagina, se você não pega isso antes, você vai pegar em alto-mar, você vai entrar lá na câmara frigorífica do barco, com três toneladas de gelo? Você não enxerga nada. A gente tem que ter trabalho de inteligência, informantes, porque não é fácil esse tipo de investigação. Mas  a Europa está em cima. Quando não pega aqui, eles pegam lá. [Quantas quadrilhas têm agido na região? Os armadores e pescadores fazem parte do esquema criminoso?] Tem de tudo. Quando a droga é bastante quantidade, geralmente está todo mundo sabendo. Porque quando ela é pequena, pode ser que seja algum tripulante levando sem o conhecimento de ninguém. Quando é muita, você depende dos outros pescadores ou dos outros tripulantes. Você depende de uma engenhoca, de uma rede de informação, de proteção, muito grande. Só que assim, às vezes alugam um barco, então tem de tudo. Às vezes eles compram, não passam pro nome deles, mas compram pra fazer essa travessia.  [E há alguma cooperação com o sindicato da pesca para que se conscientize o trabalhador sobre os riscos? Porque se for pego num barco com droga, ele vai responder também por tráfico internacional?] Com certeza vai responder. A gente ainda não tem esse tipo de conversa. Mas, vamos ser sinceras, levar droga lá dentro, acho que não precisa de conscientização, ninguém é criança. Se fosse uma coisa dúbia, ok. Agora, droga… Não tem desculpa!

 

Não é a Polícia Federal que expede um mandado de prisão. Isso não existe. Você passa por três órgãos. Se foi errado, não foi a Polícia Federal, foram três órgãos [PF, Ministério Público e a Justiça]”

 

DIARINHO – A MSC, a maior operadora de navios transportadores de contêineres do mundo, paralisou por tempo indeterminado as operações terrestres no Brasil devido ao enxerto de drogas em contêineres que são despachados para o exterior. A PF irá tomar ou já tomou alguma nova medida contra o tráfico de drogas após o anúncio do cancelamento das rotas?

Luciana: Eu não fui comunicada desse fato. Porque isso é mais questão do MRE, questão de importação, exportação. Mas a nossa atuação vai continuar sempre. Não fazemos a polícia ostensiva. O policiamento ostensivo é feito pela Polícia Militar ou então PRF nas estradas. A gente faz a investigação. A nossa atuação vai ser, sempre, de monitoramento, investigações de contatos com o porto. Temos, também, o Nepom, que também trata dessas informações. Isso vai continuar sempre, isso não vai parar.

DIARINHO – A emissão de passaportes teve um aumento de pelo menos 35% em comparação ao ano de 2020. A que a PF credita este aumento?

Luciana: Já esteve mais alto. Agora está no limite aceitável. Porque quando entrou a pandemia parou. Começou a aumentar quando abriram as fronteiras. Só que, como ainda está na questão da quarentena, tem ainda a questão da restrição, a restrição dos outros países. Teve esse aumento depois da abertura das fronteiras internacionais, mas não é muito. Achamos que na hora que essa pandemia estiver controlada vai ser bem mais. Agora temos dois postos de emissão. Tanto aqui em Itajaí, no Itajaí Shopping, quanto em Blumenau, ali no Parque Europeu. Estamos produzindo a mesma quantidade, em torno de mil passaportes por mês em cada unidade. Então o que acontece, o pessoal ali mais próximo de Blumenau, já consegue fazer e retirar o passaporte lá. E o outro pessoal vem aqui. Mas ainda está num limite razoável. [Somos uma região que recebe bastante imigrantes. Como isso demanda a Polícia Federal?] Sim, temos uma colônia de imigrantes muito grande aqui. Como o nosso setor de estrangeiros trabalha junto com o de passaporte, conseguimos otimizar os processos. Quando diminuiu a procura do passaporte, pegamos todo o efetivo e levamos pra questão da imigração. Aumentou muito a nossa agenda para atender os imigrantes. E esses imigrantes precisam de atendimento. Seja para a renovação da carteira de estrangeiro, pedido de refúgio, pedido de residência, naturalização. Isso tudo continuou. Porque como a colônia de imigrantes é grande, conseguimos dar uma atenção melhor.

DIARINHO – A internet tem sido usada para a venda de cédulas falsas e os Correios como mecanismo  de entrega dessas falsificações. A PF estima que nos últimos dois anos já foram apreendidos 20 milhões em cédulas falsas. Como a PF tem agido para combater esse crime?

Luciana: Temos um setor da Polícia Federal que é responsável pelas grandes investigações de notas falsas, dos produtores de notas falsas. Essas operações já desmantelaram organizações criminosas e há outras em andamento. Tem esse setor específico. E todas as vezes que se apreende as notas falsas, elas são mandadas para a perícia e são classificadas. A perícia consegue dizer de qual organização criminosa é. Ainda que ela não seja identificada. Mas, por exemplo, todas essas notas têm as mesmas características, da mesma impressora, então eles conseguem agrupar. Há um trabalho de inteligência bem grande. E como a PF é nacional, você consegue, de forma nacional, dividir. E você consegue ver, assim, um ponto onde tem a passagem de nota falsa, onde alguém está produzindo. Você vê que a produção daquela organização fica nesse ponto aqui e ela vai se diluindo. Você consegue observar o Brasil inteiro. A atuação é bem forte também na questão de nota falsa. Tanto que há várias apreensões. [E há uma parceria com os Correios também?] Sim, tem a parceria com os Correios. E está tendo várias apreensões de notas falsas que estão sendo compradas e enviadas pelos Correios. A pessoa acha que ninguém vai identificar, não vai saber. 

 

“Itajaí tem excelentes policiais. O nível de produtividade é um dos maiores do Brasil”

 

DIARINHO – A antiga sede da polícia Federal, na rua 15 de Novembro, está abandonada e tem virado alvo de vandalismo. Há um impasse quanto à ocupação do prédio que pertence à União. A PF tem acompanhado esse problema?

Luciana: Já comunicamos a SPU [Secretaria de Patrimônio da União] algumas vezes daquela questão do vandalismo, mas já saiu da nossa responsabilidade, foi entregue a SPU. A SPU já destinou, se não me engano, para a Delegacia Regional do Trabalho e uma outra parte ali no final seria pro MAPA. A responsabilidade agora está com esses órgãos. Mas de qualquer forma, sempre informamos. “Olha, tem caso de vandalismo...”. É bem triste, porque ainda é um  Patrimônio Histórico e ficamos muito tempo ali estableecidos. Mas a gente não consegue ter controle de lá.

DIARINHO – Há cerca de dois anos a PF paralisou ou não deu mais publicidade a novas investigações de crimes do colarinho branco. Isso se deu por causa dada anulações das condenações da Lava Jato?

Luciana: Não, não tem nada a ver. Temos algumas operações, mas às vezes não é interessante divulgar. Mas as operações continuam.

DIARINHO – Uma outra operação famosa da Polícia Federal culminou na morte do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina. Cancellier não foi condenado pela Justiça, mas acabou acusado de corrupção injustamente. Ele deixou uma carta de despedida e acusou a operação que lhe prendeu como a causadora da sua morte. Esse suicídio mudou de alguns forma o modo das investigações da Polícia Federal em SC?

Luciana: Essa situação é muito polêmica. Porque o que a gente sabe é o que é veiculado na imprensa. Nem sempre é o que está na investigação. Continuamos sempre com muito cuidado. A colega que fez isso é extremamente competente, extremamente séria. Ela foi uma das responsáveis até pela criação da Lava Jato. Eu tenho lá as minhas dúvidas se ela teve excessos. Eu não conheço a investigação para falar. Eu não posso falar. O que eu posso falar com propriedade é sobre a colega que eu conheço, da seriedade dela. E meus colegas são todos muito sérios. O que eu digo sempre é assim, que é minha pauta, e eu vejo que é a dos meus colegas também. Não temos que fazer nem mais nem menos. É o que a lei determina. Se a lei determina que determinado ato é crime, eu tenho que relatar aquilo pro juiz. Eu não preciso fazer mais para tentar incriminar, e nem menos. É o que a lei diz! Porque se colocou muito a responsabilidade na polícia. Mas não precisava, sabe por quê? Porque na hora que foi feito um pedido, ainda que seja pela polícia, tem que passar pelo Ministério Público para ele dar o parecer e tem que ter a autorização judicial também. Se aquilo não tiver qualquer base, o Ministério Público não concorda, o juiz não defere. Não é a Polícia Federal que simplesmente expede um mandado de prisão. Isso não existe! Você passa por três órgãos. Se foi errado, não foi só a Polícia Federal, foram três órgãos. Será? Eu não conheço a fundo pra dizer, mas eu te falo, o nosso controle é muito grande dos nossos atos. Nunca atuamos sozinhos. E ainda que a pessoa seja, vamos supor, alvo de um mandado de busca, ele é indiciado pela Polícia Federal, depois ele tem que ser denunciado pelo Ministério Público e depois condenado pela Justiça. Tem todo um trâmite. Eu vejo os meus colegas extremamente cautelosos. Temos muita cautela em tudo que se faz.

 

Raio X

NOME: Luciana de Castro Ribeiro

 

IDADE: 44 anos

 

NATURALIDADE: Brasília [DF]

 

ESTADO CIVIL: Casada

 

FILHOS: Três filhas

 

FORMADA: Direito

 

TRAJETÓRIA PROFISSIONAL: começou atuando na delegacia de Naveraí, no Mato Grosso. Está há 16 anos atuando em Itajaí e em março de 2021 assumiu a chefia da Polícia Federal de Itajaí.




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