Região

Bando que desviou R$ 635 mil do INSS é alvo da PF em Santa Catarina

Documentos eram fraudados para que criminosos recebessem benefícios previdenciários irregularmente

Fraude poderia chegar a 10 milhões de reais se não fosse descoberta
Fraude poderia chegar a 10 milhões de reais se não fosse descoberta

A polícia Federal deflagrou na quinta-feira a Operação Segue o Baile a fim de combater uma quadrilha que pratica estelionato previdenciário a partir do uso de documentos falsos para receber grana do INSS.

A ação da PF cumpriu mandados em Balneário Camboriú e em Penha, onde há endereços ligados aos golpistas. A suspeita é de que o grupo recebeu mais de R$ 500 mil com o esquema.

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Os policiais federais cumpriram 16 ordens de busca e apreensão em três estados. Além de BC, Penha e Ponte Alta, em Santa Catarina, as ordens foram cumpridas em Ibaiti, no Paraná, e Caruaru, Gravatá e Petrolina, em Pernambuco.

As investigações começaram no dia 30 abril deste ano, após uma mulher sacar pouco mais de R$ 19 mil em uma agência bancária, em Floripa, fruto de uma pensão por morte deferida com uso de documentos falsos.

Com a investigação, a PF identificou diversos casos parecidos, e, assim, chegou ao bando que atua em Santa Catarina, mas tem ramificações em diversos estados brasileiros.

O esquema funcionava com base em fraudes. A quadrilha descobria segurados do INSS que morriam e não tinham dependentes. Eles recrutavam pessoas sem qualquer relação com os falecidos e, usando comprovantes de dependência falsos, solicitavam o benefício de pensão por morte. O lucro era repartido entre a quadrilha.

A organização criminosa embolsou mais de R$ 635 mil, somente com os casos registrados, mas o esquema poderia ultrapassar R$ 10 milhões, segundo a PF, caso a fraude não fosse descoberta e o grupo seguisse recebendo pagamentos de benefícios futuros.

Os envolvidos no esquema devem responder por estelionato previdenciário e organização criminosa, cujas penas somadas podem passar de 13 anos de prisão.  Até o fechamento desta edição, a PF não divulgou o saldão da busca e apreensão feita nos endereços dos suspeitos.

Segue o Baile

A operação foi batizada de Segue o Baile porque as lideranças da quadrilha já foram alvo de duas operações da PF nos últimos 10 anos. Mesmo assim, o bando seguiu praticando os crimes. O líder, um detento de um presídio no nordeste,  continuava participando das atividades boladas por seus comparsas do lado de fora.

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