tabacaria de itapema

Sindicância que apura agressão de PM ainda não foi finalizada

Seis meses após as agressões, capitão da polícia Militar de Itapema está concluindo o relatório  

Seis meses após as agressões, capitão da PM está concluindo o relatório   
(foto - arquivo)
Seis meses após as agressões, capitão da PM está concluindo o relatório (foto - arquivo)

A polícia Militar de Itapema deve encerrar no começo do mês de maio a sindicância que apura se um de soldado da PM de Tijucas cometeu crime comum ou transgressão militar  quando supostamente trabalhava como segurança de uma balada em Itapema. O policial é acusado de agredir duas mulheres na saída da tabacaria Navagio Lounge, na rua 264, na Meia Praia, em 31 de outubo de 2020.   

Na época, a denúncia foi feita pelo vizinho da casa noturna, William Gabriel Reis. Ele mora no prédio ao lado da tabacaria e viu da janela de casa quando os seguranças colocaram duas meninas ...

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Na época, a denúncia foi feita pelo vizinho da casa noturna, William Gabriel Reis. Ele mora no prédio ao lado da tabacaria e viu da janela de casa quando os seguranças colocaram duas meninas pra fora. Eles agrediram as moças na frente de testemunhas.

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William ficou chocado com a violência e resolveu descer de casa para intervir. Ele também foi agredido pelo policial, que seria contratado como segurança nos dias de folga. A cena foi filmada pelo circuito de segurança do condomínio. Mesmo em meio à pandemia, o local não respeitava as medidas sanitárias de combate à covid-19 e promovia aglomerações.

O comandante da polícia Militar de Itapema, capitão Ulisses Rafael da Silva, abriu uma sindicância para apurar os fatos. Uma das vítimas da violência e o rapaz agredido prestaram depoimento à PM.

O soldado acusado pelas agressões também foi interrogado. Ele nega que atuasse como segurança da casa noturna. Segundo ele, estaria apenas "se divertindo no local" quando a confusão aconteceu.

As vítimas indicaram três testemunhas para serem ouvidas, mas apesar de intimadas, elas não apareceram para prestar depoimento.

O capitão diz que elas já foram notificadas via WhatsApp, e-mail, endereço e carta precatória, pra serem ouvidas em Balneário Camboriú, onde residem, mas não prestaram depoimento à PM.

Mesmo sem o depoimento, o capitão informa que vai encerrar a sindicância até o começo de maio e remeter o caso ao comandante do 12º Batalhão da PM, tenente-coronel Daniel Nunes. “Tenho depoimento de duas das vítimas e as imagens das câmeras de segurança”, informou.

Os indícios que estão sendo apurados são de crime comum, o de lesão corporal, e uma suposta transgressão militar. O capitão não quis adiantar como irá concluir o relatório.

Após a finalização da investigação administrativa, caberá ao tenente-coronel receber a sindicância e encaminhar ao ministério Público Militar, para que o caso seja investigado. 

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O comandante também lembrou que, após as fiscalizações da PM, a tabacaria foi interditada por desrespeitos aos decretos de combate à pandemia. O local só poderá voltar a funcionar através de uma decisão judicial.



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