Itajaí

Comunidade de Cordeiros pintou muros para divertir as crianças durante a pandemia

A rua Rachel Liberato Mayer, no bairro Cordeiros em Itajaí, ficou mais colorida depois de uma iniciativa da vizinhança. A pedagoga Valmira Pinheiro, 42, explica que a ideia de pintar os muros com desenhos infantis e coloridos foi do marido Alexandro Pinheiro, 40, no intuito de não precisar mais se deslocar para lugares distantes durante a pandemia para que o filho pudesse capturar personagens no joguinho eletrônico de realidade aumentada Pokémon GO. “Tenho um filho de 13 anos que ama jogar Pokémon Go, e aqui na redondeza não tem nada disso para as crianças, então a gente levava ele e mais alguns coleguinhas para a brincadeira. Mas quando chegou a pandemia não dava mais pra ficar dando voltinha, saindo muito e aquela coisa toda, então meu marido teve a ideia de criar o muro para as crianças do bairro se divertirem com o jogo e ainda ficarem em segurança perto de casa”, explica. As próprias crianças e vizinhos da comunidade ajudaram a família de Valmira a concretizar a pintura do muro colorido, que levou quase dois meses para ficar semi-pronto e se tornar uma “pokestop” no jogo, que devido aos desenhos acaba atraindo mais pokemons. “A mobilização da comunidade foi feita na conversa mesmo, as crianças viam a gente fazendo os desenhos e já queriam ajudar. Daí um vizinho vinha com tinta, outro com pincel e passavam uma tarde com a gente pintando. O processo foi bem legal”, conta a pedagoga que diz gostar bastante de desenhar e conta que pinta por hobby. Valmira comenta que mesmo aqueles que não sabiam desenhar vinham até ela para pedir por desenhos de personagens específicos. “A gente procura o que quer na internet e vai desenhando e pintando. As crianças trazem a tinta e eu faço o desenho que querem. Uma pediu o Mickey, outra os ursinhos carinhosos. O legal é que no processo a gente costuma também contar histórias dos personagens”, comenta. A idealizadora do projeto comenta que após a pintura, a rua tornou-se ainda um lugar mais atrativo para a convivência das crianças. “Agora elas ficam direto, brincam de bola e jogam aqui na frente, só durante a pandemia que cuidamos mais com o aglomero, já avisamos os vizinhos que tem carro para cuidarem também, porque cada casa aqui da rua tem um pequeno”, atenta. Quando questionada sobre o que diria para outras comunidades, Vamira frisa a diferença que a iniciativa trouxe para a rua. ”Antes o nosso espaço parecia triste, mas depois da pintura ficou mais claro e mais alegre para nossas crianças. Além de que os incentivou a desenhar, muitos a pintar e até a ler, dependendo dos personagens e das histórias. E até pela comunidade mesmo, em formar um grupo que um ajuda ao outro, afinal fizemos isso aqui pra nós”, comenta a pedagoga. A meta da família é finalizar toda a fachada do muro até o final deste ano.



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