Itajaí

Marieta atrás de doadores de sangue

Todo mundo sabe que o ato de doar sangue pode salvar vidas. O problema é que entre a teoria e a prática existe uma diferença muito grande. Por causa da escassez de doadores, os hospitais convivem com a falta de bolsas de sangue e várias pessoas perdem vidas.

Em Itajaí, os hospitais Marieta Konder Bornhausen e Pequeno Anjo realizam transfusões de sangue e precisam do alimento dos vampiros recolhido pelo centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina ...

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Em Itajaí, os hospitais Marieta Konder Bornhausen e Pequeno Anjo realizam transfusões de sangue e precisam do alimento dos vampiros recolhido pelo centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc). E a necessidade de sangue não é pouca.

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No Marieta, cerca de 550 bolsas (cada uma tem 350ml) são utilizadas por mês e uma equipe da unidade de saúde precisa ir duas vezes por semana ao Hemosc, na capital manezinha, pegar o sangue, mas nem sempre dá certo. “Vamos duas vezes por semana no centro do Hemosc, em Florianópolis, mas às vezes eles não têm o suficiente, então temos que buscar sangue no hospital Celso Ramos, também na capital”, conta a enfermeira da agência transfusional do Marieta, Elaine Chmitt, 23 anos.

Peixeiros são bons doadores

Nem o frio espantou os itajaienses que quiseram doar sangue ontem. Eles aproveitaram a presença da unidade móvel do Hemosc na frente do hospital Marieta pra ajudar quem precisa. Cem peixeiros colaboraram com a campanha, metade pela manhã e o restante à tarde.

Doador de primeira viagem, Vilmar Ferreira da Luz Júnior, 24, é técnico de enfermagem e começou a estagiar no Marieta. Ele aproveitou a oportunidade pra ajudar em dobro. “Estava aqui perto, então deu pra encarar o frio. Além disso, agora vou poder ajudar as pessoas de duas formas: no meu novo emprego e doando sangue”, conta Vilmar.

Outra doadora iniciante é Angelita Cristina dos Santos, 20, que finalmente pôde doar seu vermelhinho. “É a primeira vez que doo. Valeu a pena”, diz a orgulhosa estudante.

Segundo Diná Pinheiro, coordenadora do projeto do Hemosc que leva a unidade móvel até os municípios, a participação dos peixeiros é sempre grande, por isso o número de dias do busão na city é maior. “Serão cinco dias de campanha e, felizmente, sempre temos a colaboração da população aqui de Itajaí. A maioria das pessoas doa em campanhas na unidade móvel, por causa da facilidade de poder fazer isso. Em cada dia, temos capacidade pra coletar 50 doações no período da manhã, e outras 50 à tarde”, conta Diná, que é assistente social.

O ônibus do Hemosc volta pra Itajaí mais quatro vezes este mês: amanhã e também nos dias 14, 21 e 28, sempre na frente do Marieta, na avenida Marcos Konder, a partir das 8h. Pra doar, basta levar documento de identidade, ter entre 16 e 68 anos e pesar mais de 50 quilos. Mulheres grávidas ou amamentando não podem doar o vermelhinho.

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