Itajaí

Inclusão dos deficientes visuais através da música

Apae de Itajaí recebe aulas do projeto “Música para os meus olhos”

Quem passa pelo calçadão da Hercílio Luz, no centro de Itajaí, pode fingir que não vê, mas certamente nota a presença de um músico com sua sanfona. A habilidade com o instrumento disfarça a deficiência visual de José Rosa dos Santos. Aos 58 anos, ele não se acomoda. Quer aprender sempre mais. Há três meses José entrou pro conservatório de música da cidade, onde se arrisca nas aulas de violão e canto. Ontem ele foi um dos que participaram – entre deficientes visuais e professores que trabalham com a inclusão – do projeto “Música para os meus olhos”.

O curso de Musicografia Braille e Musibraille é gratuito e vai até amanhã. As aulas acontecem no auditório da associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Itajaí. Dolores Tomé é uma das ...

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O curso de Musicografia Braille e Musibraille é gratuito e vai até amanhã. As aulas acontecem no auditório da associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Itajaí. Dolores Tomé é uma das professoras do projeto. Há 25 anos ela trabalha com a música pra deficientes visuais e acompanha o quanto a inserção dos cegos na arte evoluiu.

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“O avanço maior foi ver que as pessoas com deficiência foram incluídas em escolas de música, com partituras em braille, sem precisar ficar separadas numa escola especial”, conta. Flautista licenciada, já foi coordenadora de Musicografia Braille na Escola de Música de Brasília. E o exemplo – que determinou a junção do som à deficiência – veio de casa: Dolores é filha de um músico cego.



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