Itajaí

Interrogados fundador do PGC e testemunhas

Bandidão foi o cara que caguetou todo o esquema dos atentados à polícia

O quarto dia do julgamento dos 98 acusados de integrar o Primeiro Grupo Catarinense (PGC) foi marcado pelo depoimento mais importante do tribunalão. Davi Schroeder, 30 anos, o Gângster, um dos fundadores da facção, falou como testemunha protegida. Foi ele quem entregou ao delegado Antônio Carlos Seixas Joca, em janeiro deste ano, o nome de mais de 60 criminosos envolvidos com a facção criminosa. Ele auxiliou a polícia na prisão do bando que cometeu dois ataques pavorosos na Santa & Bela.

Segundo o advogado Marlon Kaufmann, dois depoimentos de acusação foram dados na sexta-feira, mas ele não quis relevar os nomes das testemunhas. O dotô disse que um dos réus foi muito contundente ...

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Segundo o advogado Marlon Kaufmann, dois depoimentos de acusação foram dados na sexta-feira, mas ele não quis relevar os nomes das testemunhas. O dotô disse que um dos réus foi muito contundente e que, se for levado em consideração o que ele disse, muitos dos bandidos vão se complicar ainda mais. Ele contou que se chegou a pedir a invalidação do depoimento do bandidão, mas a juíza Jussara Schittler dos Santos Wandscheer, que comanda o julgamento, não aceitou e disse que o testemunho tem validade sim.

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Embora o advogado não tenha citado nomes, o depoimento contundente era de Gângster. O criminoso chegou na sala do júri, que está montada no novo prédio do complexo Penitenciário da Canhanduba, escondido atrás de uma touca, óculos escuros e luvas. Mas depois tirou as máscaras e falou de cara limpa. Em outros momentos, preferiu esconder o rosto novamente. Gângster falou por cerca de cinco horas, das 9h às 14h30. Após o almoço, os interrogatórios recomeçaram. A segunda testemunha do dia era um réu que teve a identidade preservada.

Gângster

Conforme a polícia, Gângster, que é um dos fundadores e o tesoureiro do PGC, também teria sido o responsável por dar, na cadeia, as ordens pras ondas de atentados que assustaram o estado em novembro do ano passado e fevereiro deste ano. Por conta da caguetagem dele à polícia, a dona justa autorizou as prisões e as buscas dos criminosos, além das transferências de líderes da facção pra penitenciárias federais.

Gângster também protagonizou uma fuga cinematográfica. Em 2011, ele tirou a corrente que o prendia na cama de um quarto do hospital Nereu Ramos, em Floripa, pulou a janela e foi resgatado por um comparsa de moto. Foi preso 37 horas após a fuga, escondido em Itajaí. No mesmo ano, foi condenado a nove anos e 11 meses de prisão por tentativa de homicídio contra dois policiais militares de Palhoça. Atualmente, ele estaria preso na ala do seguro da penitenciária de São Pedro de Alcântara.



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