Itajaí

Torneio de basquete na areia atraiu curiosos à praia da Atalaia

Campeonato atraiu equipes de Itajaí, Balneário Camboriú e Balneário Piçarras

Até parece loucura. Para muitos, duas tabelas de basquete cravadas na areia da praia sugerem um treinamento alternativo ou uma recreação inventada. O que pouca gente sabe é que a atividade tem nome, identidade e reúne mais de 100 adeptos só em Itajaí.

O basquete de areia foi o centro das atenções na praia da Atalaia, que recebeu, sexta e sábado, a segunda edição do campeonato regional da modalidade. A competição reuniu equipes masculinas e femininas ...

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O basquete de areia foi o centro das atenções na praia da Atalaia, que recebeu, sexta e sábado, a segunda edição do campeonato regional da modalidade. A competição reuniu equipes masculinas e femininas de Balneário Camboriú, Balneário Piçarras e da city peixeira.

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A ala-armadora Victória Ribeiro Melo, 17 anos, provou que a modalidade é procurada, principalmente, por feras do basquetebol de quadra. Ela é um desses prodígios. Defendeu a camisa da fundação Municipal de Esportes de Itajaí e, neste ano, foi terceira colocada nos joguinhos Abertos de Santa Catarina com a equipe de Blumenau. Para ela, a principal diferença entre uma e outra modalidade é o cansaço físico. “A areia te prende mais no chão, por isso cansa mais rápido”, explica. Ela acredita, contudo, que o basquete de areia propicia um jogo mais coletivo. “Como você não pode bater a bola no chão, é obrigada a passar para uma companheira”, acrescenta.

O estudante Misael Elias Correia, 15, sonha em ser jogador de basquete profissional. Aluno da escolinha da fundação, teve no finde a primeira experiência com a modalidade na praia. “Gostei bastante. Cansa mais, por causa da areia, mas é bem divertido”, avalia.

De acordo com Jorge Luis da Silva, professor na associação de Basquete de Itajaí (ABI) e um dos organizadores do campeonato, 150 atletas da cidade praticam a modalidade no chão fofinho. A procura é tanta, aponta, pois a tchurma que joga na areia é praticamente a mesma da quadra

Rolar em vez de bater

As dimensões da cancha é uma das principais diferenças entre as duas modalidades. Na areia, o espaço é de nove metros de largura por 18 metros de comprimento. Segundo o Google, uma quadra de basquete profissa (dura) tem 15 por 28. Ao contrário do basquete jogado no taco, em que uma partida é dividida em quatro tempos, na praia são apenas dois, de oito minutos cada. “Quando a bola sai, o cronômetro para, como no jogo de basquete de quadra”, explica Jorge.

As regras de jogo também são um pouco diferentes. Como a bola não quica na areia, em vez de batê-la no chão o atleta precisa rolar da redonda. Não é permitido dar mais de três passos, sob pena de perder a posse de bola para a equipe adversária. Os times são formados por três jogadores.



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