Itajaí

Povão deve tomar cuidado com o que engole pra não terminar em caganeira

Povão tem que ficar de zoio na limpeza dos locais que vendem comida

Sol, verão, praia lotada. Junto com a estação mais quente do ano estão as temidas intoxicações e infecções alimentares. O problema rola, na maioria das vezes, por conta de alimentos mal refrigerados. A vigilância Sanitária de Itajaí ainda não identificou nenhuma irregularidade em restaurantes ou com vendedores ambulantes, mas o povão precisa ficar atento a detalhes que podem evitar caganeiras e outros perrengues durante o verão.

Durante o período de festas, a vigilância Sanitária peixeira trampa com quatro fiscais bizolhando os estabelecimentos que manipulam comida. Eles orientam os restaurantes a nunca reaproveitarem os ...

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Durante o período de festas, a vigilância Sanitária peixeira trampa com quatro fiscais bizolhando os estabelecimentos que manipulam comida. Eles orientam os restaurantes a nunca reaproveitarem os alimentos do almoço pro jantar ou ainda pro dia seguinte. Tudo deve ser jogado fora. De acordo com o fiscal Claudinei Correa, os restaurantes também não podem oferecer maionese caseira para acompanhar os lanches. “Este é um alimento que estraga muito fácil e já foi vilão de muitas infecções alimentares. A gente só permite maionese em sachê”, comenta.

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Desde o início da temporada, ainda não foi encontrada irregularidade em Itajaí. A secretária de Saúde, Dalva Maria Rhenius, informa que a equipe da vigilância tá de plantão. Denúncias podem ser feitas pelo telefone (47) 3249-5511. No entanto, pra evitar aquela dor de barriga, a nutricionista e professora da Univali, Marcia Reis Felipe, dá dicas de cuidados que devem ser tomados durante o verão.

À medida que aumenta o calor, as bactérias se multiplicam rapidamente. Por isso, Marcia recomenda que sejam evitados sanduíches naturais de procedência desconhecida e também frituras. “Esses alimentos ficam muito tempo expostos e podem ser contaminados com mais facilidade”, reforça. A sugestão da nutricionista é investir em alimentos leves e bem refrigerados, uma vez que a digestão no calorão é mais lenta. Além disso, água é fundamental. Marcia diz que as pessoas vão à praia e, em meio ao lazer, acabam sisquecendo de beber o líquido precioso.

Num restaurante, o consumidor deve sempre ficar atento à temperatura do balcão. A nutricionista ressalta que o local onde ficam os pratos quentes deve ser realmente quente. Já a parte de frios deve estar sempre bem refrigerada. Marcia explica que temperaturas mornas são propícias pra proliferação de bactérias. “Tanto uma salada quanto um prato salgado não podem ficar apenas em temperatura ambiente. Eles precisam ser aquecidos ou refrigerados, senão o risco de causar uma infecção alimentar é grande”, destaca. Além disso, deve-se evitar conversar e mexer no celular enquanto se monta um prato no bufê.

No caso de restaurantes a la carte, o ideal é analisar o ambiente para se ter uma ideia de como pode ser a cozinha. A nutricionista recomenda observar o estado da toalha de mesa, porta-temperos e talhares. Já quem não quer correr riscos e prefere levar o próprio rango pra praia, também precisa tomar alguns cuidados. A bolsa térmica deve ser forrada com saquinhos de gelo e, na praia, deve ser mantida à sombra. A nutricionista sugere frutas e sanduíches como petiscos para o dia à beira-mar. Contudo, essas bolsas conseguem manter os alimentos bem refrigerados, em média, por duas horas.



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