JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Treta com Décio
Fotos: Divulgação
O poderoso Décio Lima, do Sebrae, participou do podcast Polilógica (comandado pelo Jean Sestrem e Níkolas Reis) e rolou treta com o futebolista Níkolas
Bonde da Juju vem aí!
Abrindo alas antes do carnaval, o bonde da prefeitona dos bairros, Juju Pavan (PSD), vem com tudo na casa do povo da Dubai city, neste início de 2026. Com mais apoio, a minha ex-musa da confusão seguirá firme e corajosa para aprovar projetos importantes para o futuro de BC. Quem viver, verá!
Time aumentando…
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Bonde da Juju vem aí!
Abrindo alas antes do carnaval, o bonde da prefeitona dos bairros, Juju Pavan (PSD), vem com tudo na casa do povo da Dubai city, neste início de 2026. Com mais apoio, a minha ex-musa da confusão seguirá firme e corajosa para aprovar projetos importantes para o futuro de BC. Quem viver, verá!
Time aumentando…
Prova disso foram as votações da pauta da sessão extraordinária realizada em janeiro no “Palácio de Vidro” da avenida das Flores. Mesmo os projetos mais polêmicos, como a emenda à Lei Orgânica que dificulta futuramente qualquer iniciativa de privatização da Emasa, tiveram apoio da esmagadora maioria dos nobres edis.
17x2
Na votação deste projeto sobre a Emasa, que causou polêmica nos dias que antecederam a votação, o raivoso líder da oposição, Mauzinho Miranda (PRD), até que tentou liderar seu bloco, mas ficou praticamente falando sozinho. Só recebeu um voto de solidariedade, do coroinha Victor Tik Tok Forte (ainda no PL). Os demais vereadores da oposição esqueceram a orientação da bancada e seguiram o bonde da Juju, garantindo uma votação acachapante. Eitcha lasqueira!
A base vem forte
Além dos 11 votos consagrados que já haviam sido construídos em 2025, os fofoqueiros de plantão buzinam no ouvido deste socadinho escriba que a espevitada estaria em boa conversa com dois vereadores do PL: o decano Asinil, vulgo Medeirinho, e outro parlamentar que revelarei o nome em primeira mão nos próximos dias.
E não fica só nisso
O governo da Bela Juliana & do vampiro anêmico Nilson Probst (MDB) acaba recebendo uma forcinha de outros vereadores que não integram a base. Quando os projetos têm apelo social, Dudu Zanatta (PT) sempre garante respaldo. Já nos casos de projetos em que o governo avança em medidas de gestão e em pautas conservadoras, Naifer Satiro de Oliveira (Novo) também acompanha o bonde da Juju.
Sem esquecer dele…
Além, claro, do barulhento Marcelo Quero-Quero Achutti (MDB), que não deixa de criticar e apresentar sugestões nas pautas que defende, mas que atua com coerência e sempre acaba dando seu voto favorável em projetos benéficos para o desenvolvimento da Maravilha do Atlântico. Tá certo!
Reestreia nesta terça
A primeira sessão ordinária da câmara da praia alagada, ops, alargada, será nesta terça-feira, a partir das 18h30. Na oportunidade, a dama de ferro da city abrirá o ano legislativo com o tradicional pronunciamento da líder-mor da Maravilha do Atlântico. Vamos acompanhar para ver qual tom Juju Pavan usará para apresentar suas prioridades para 2026. Pelo andar da carruagem, será mesmo o de conciliar, somar e avançar para crescer… Hummmmm...
Xepa continua
O julgamento do processo que pretendia cassar a chapa do prefeito de Itapema, Alexandre Xepa (PL), foi o fato político da última semana. O tribunalão eleitoral reformou a sentença de primeiro grau que tirava o mandato do alcaide. Apesar da unanimidade entre os sete juízes da corte, o processo foi envolto pelo clima de rivalidade entre PL e PSD, parecia que Itapema virou a capital do estado por um dia.
Cinco teses
Mesmo com o parecer do Ministério Público Eleitoral pela manutenção da sentença e da cassação de Xepa e seu vice, o relator do processo, desembargador Adilor Danieli, se apegou em cinco teses para deixar o prefeito sentado com a buzanfa na cadeira macia do poder. A bronca pra cima do alcaide era pelo uso de uma associação beneficente em período de campanha.
Urna venceu
Confirmando uma tendência do TRE-SC em manter os resultados das urnas, as teses da defesa encampadas pelo relator demonstraram que Xepa fazia o trabalho social a vida toda, sem vincular as ações com pedinchos de votos. Também não foram apresentadas provas de que o prefeito fazia as postagens da associação, e, pro juizão, o alcance dos posts era limitado, sem poder de interferir no pleito.
Na dúvida, o voto
O juridiquês foi usado com elegância na sentença para cravar o princípio "in dubio pro suffragii". A expressão chique significa que se tiver dúvidas de que as condutas influenciaram as eleições, os juízes devem levar em consideração o resultado dos votos. Resumindo, prevalece a vontade da maioria.
Longa-metragem
Este pançudinho, que estava com a pipoca e o guaraná diet só esperando pra acompanhar o julgamento, não se arrependeu de comprar ingressos para o longa-metragem. Foram três horas de intensos debates, com atuação incisiva dos advogados das partes, dr. Rodrigo Fernandes pelo prefeito Xepa e dr. Marcelo Peregrino pelo PSD, que era autor da ação.
Para Brasólia
Durante os debates, o advogado do PSD mencionou que deve interpor recurso para o TSE, prolongando um pouquinho o sofrimento de Xepa. As teses são boas de lado a lado e a briga de cachorro grande deve continuar em Brasólia. Mais uma vez, já vou reservar a pipoca, o guaraná diet e os ingressos pro fim da trilogia!
Décio
O presidente nacional do Sebrae, Décio Lima (PT), participou do podcast Polilógica, apresentado pelo eterno primeiro ministro, Jean Sestrem e pelo futebolista Níkolas Reis, e tudo ia bem até que o segundo afirmou que a maneira como foi feita a federalização do porto "doeu" na city pexêra, que esperava a prorrogação da delegação ao município.
Treta
Décio, visivelmente cabreiro, respondeu colocando a culpa no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), trazendo para si os méritos de o porto estar de volta à ativa, e afirmando que o prefeito Robison Coelho (PL) não o procurou para tratar do assunto e deu "vivas" ao ex-mandatário-mor do país, que foi o mesmo que deixou o porto nessa situação.
Níkolas
O futebolista, por sua vez, imediatamente defendeu seu chefe, o alcaide Robison, deixando claro que Coelho, sim, foi a Brasólia, e que esperava um pouco mais de diálogo, considerando que as famílias em Itajaí são amigas e que a coisa poderia ter tomado rumo melhor.
Ainda
O homi defendeu ainda que o problema foi o governo municipal do barbudinho Volnei Morastoni (MDB) que dormiu de touca enquanto o porto parava. Décio, por sua vez, insistiu na divergência política como fator para terem tido que fazer a federalização e o caldo só não esquentou porque Níkolas botou panos quentes.
Sem brigas
A treta encerrou com um "não vim aqui para brigar, vim para te dar um abraço". Tudo bom, tudo bem, mas o que ficou explícito é que existe um abismo na relação do governo federal com o governo municipal, e isso é péssimo.
Culpa
É evidente pra quem escreve essas tortuosas linhas, que a culpa pela paralisação do porto foi de ambos, governo federal e municipal, mas nem o povo nem a economia querem saber quem é o culpado ou salvador, querem solução e se a solução não passou com diálogo, que as próximas passem. Tem tento Robison e Décio.
Batendo cabeça
A minha ex-musa BBB, a vereadora Dom Quichata Anna Carolina, continua sem uma definição de qual sigla vai aportar e segue no moribundo PSDB que outrora teve peso nacional e aqui na região, mas é morte certa, politicamente falando, pra quem continua no ninho.
Anna no Novo?
Consta que o governador little Jorginho Mello (PL) e o prefeito Robison Coelho (PL) sinalizaram que a galega Anna poderia desembarcar com a sua tropa de choque no partido Novo, do prefeito da capital das bailarinas, Joinville, o Adriano Silva, que será vice do mandatário-mor da Santa & Bela, na sua reeleição.
Otero, o sorridente
Lógico que tal deixaria o presidente do partido na city pexêra, o sorridente Jorge Otero, com o sorriso ainda mais esgarçado, pilotando a sua motinha elétrica pelas ruas de Itajaí, todo lampeiro. Mas a ideia não tem sido bem digerida pelo grupo que circunda a Anna. Esse povo fala que a galega não tem nada a ver com o ‘bolsonarismo personnalité’ que representa a sigla. Ui!
Ajudar a nominata
Aparentemente, o governador e o prefeito querem ajudar a nominata do “queridinho” Novo, mas os partidos da base do alcaide não gostam muito da ideia de levantar um partido para engolir os outros. E a opinião geral é de que o partido Novo não tem votos para ajudar a Anna, e nem estrutura política ou financeira pra uma campanha estadual da guria.
Pegando fogo
O MDB da capital da pedrada e ex-do tiro ao vereador, Camboriú, continua em polvorosa por conta da eleição da mesa diretor, durante sessão extraordinária no mês de janeiro, com ações e emoções à flor da pele.
Renúncia
Com a renúncia do vereador Marlon Borsatto (MDB) pra cumprir acordo de que ficaria apenas um ano com os glúteos grudados na principal cadeira macia do legislativo, abriu-se o caminho pra uma nova eleição para o comando do legislativo. O mandato da presidência era de dois anos e Borsatto cumpriu. Agora, as regras mudaram e o mandato passa a ser de um ano.
Acordos
Antes da renúncia de Borsatto, os bastidores fervilhavam por conta de que o “acordo do acordo” era que viesse a ocupar a cadeira almejada um outro emedebista, o Amilton Bianchet, o Mito.
Pavan acena ao Fabiano
Contudo, o ex-tudo, ops, coronel, digo, prefeito Leonel Pavan (PSD), que apoiou o Marlon, não queria o Mito na cadeira e sim o Fabiano Olegário, o Fabianinho (PL). Consta que Fabiano foi chamado por Pavan, que o convidou e devotou apoio.
Nem tudo era mel...
E, nas hostes emedebistas, nem tudo era mamão com mel, sendo que o vereador Irmão Maier queria votar em Fabianinho, mesmo com ameaças veladas de que poderia ser expulso se assim o fizesse. Com isso, Maier colocou o seu nome na disputa à presidência e, na hora ‘h’, retirou votando em Fabianinho que levou com oito votos favoráveis.
Confusão sem fim
Só pra relembrar que teve de tudo: de microfone com defeito à sessão cancelada pelo presidente em exercício, Victor Piccoli (PDT); reabertura pela primeira secretária da mesa, a bocuda Inalda do Carmo (PSD) com a votação elegendo Fabianinho; dona Justa caneteando que a sessão não valeu e nova sessão consagrando Fabianinho. Ufa!
Tudo certo e nada combinado?
Finda a eleição do presidente, nova sessão extraordinária pra eleger o cargo que ficou vago de segundo secretário, que era ocupado por Fabianinho que virou presidente. Dois postulantes do mandabrasa: Irmão Maier e o Renato Pedro da Conceição Júnior, o Renatinho Júnior.
Cabeça quente
Com isso, ainda descorneado com o fato de não ter conseguido votos pra se tornar presidente, o vereador Mito surge do nada com um suposto “dossiê” contra o Irmão Maier, com acusações pesadas de crimes e bradando que isso lhe impossibilitaria de ser candidato a segundo secretário da mesa diretora do legislativo.
Ué?!
Coço o cocuruto devastado pelo tempo, encafifado que o Irmão Maier, até a eleição de presidente, sua presença e voto eram importantes, mas quando se posicionou em favor de Fabiano e agora iria ocupar cargo na mesa, virou “criminoso” na acepção do seu colega de sigla, o Mito. Complicado, né não?
Comissão de Ética
A situação suscita a abertura da Comissão de Ética (existe e funciona, ou é lenda urbana?) tanto para o Irmão Maier quanto para o Mito, que apesar de ter imunidade parlamentar teria se passado ao imputar graves acusações de crimes ao seu colega de parlamento e partido.
Tudo junto & misturado! Em registro recente, Juju Pavan (PSD) recebe o presidente Marco Véio Kurtz (Podemos) e demais vereadores, da oposição e da base, que foram lhe entregar os recursos economizados pela câmara em 2025
Vai pra cima
Aliás, o MDB almeja e planeja pedir o mandato do Irmão Maier, que pode ter na sua defesa o advogado sabichão Marcelo Vrenna, com o entendimento de que não houve infidelidade partidária do vereador. Além disso, se Maier ficar ainda mais atentado, pode processar civil e criminalmente o Mito por suas falas e o suposto “dossiê”. Eitcha!
Reações
Continua repercutindo nos bastidores políticos da capital e por todas as regiões do estado o impacto da escolha do governador Jorginho Mello (PL) pelo prefeito de Joinville, Adriano Silva, do Novo, para vice na sua chapa à reeleição, em detrimento do MDB, apesar das promessas públicas de que o “mandabrasa” seria o escolhido para indicar um nome.
Pé na bunda
Além da reunião geral da cúpula emedebista, que culminou com a saída do presidente estadual da sigla, Carlos Chiodini, o Xoxodine, do cargo de secretário de Estado da Agricultura, e da orientação para que outros filiados deixem cargos de confiança que ocupam no governo estadual, foi outra reação mais imediata do “pé na bunda “ dado pelo governador.
Articulações
Agora, as articulações são para tentar isolar o PL na disputa eleitoral deste ano. Isso aconteceria por meio de uma articulação para costurar uma aliança do MDB com as siglas de centro-direita PSD, União Brasil e PP.
Capilaridade
Aliança essa que, se concretizada, seria uma boa aposta na capilaridade dessas siglas, segundo os atentos observadores políticos de plantão, eis que juntos, os quatro partidos de centro controlam hoje 174 das 295 prefeituras catarinenses.
Portas abertas
Nesse caso, a ideia, é claro, seria apoiar a pré-candidatura do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), ao governo catarinense. E o líder estadual do PSD, Eron Giordani, já disse que as portas estão abertas para um acordo. A estratégia, de olho em um segundo turno, também incluiria atrair os votos da esquerda no caso de a chapa desta ficar de fora da disputa final.
Leléia
Com o reinício das atividades legislativas na Leléia a partir desta semana, também são aguardadas as reações da bancada do MDB daqui para a frente, em relação ao apoio a projetos do governo. Até o fim do ano passado, o MDB, com raras restrições e observações, vinha apoiando totalmente as propostas do governo que chegavam à casa.
O vereador emedebista, Amilton Bianchet, o Mito de Camboriú, teria se passado contra o seu colega de bancada e partido, Elio Sadi Maier, o Irmão Maier e pode responder na Comissão de Ética e na dona Justa. Ai, ai, ai qui dor!
Forçada de barra
Outro aspecto deste imbróglio MDB x Jorginho, que chamou a atenção nos bastidores pelos atentos observadores de plantão, foi o fato de alguns, digamos, “produtores de conteúdo digital” nas redes sociais, terem tentado divulgar ou fazer valer a versão de que o MDB, de preterido na chapa majoritária do PL, estaria passando a ser a “noiva cobiçada” a partir de agora, como se diz no jargão político.
Não viria inteiro
A forçada de barra, diante da realidade avassaladora do pé na buzanfa, não colou, predominando a versão de que macaco velho experiente na política, Jorginho Mello, sabe que o MDB nunca viria inteiro para apoiar totalmente sua chapa majoritária, preferindo então o Novo que tem motivação e necessidade de crescer na Santa & Calorenta Catarina para almejar voos mais altos no futuro.
Saulo de zóio em cima
O vereador Saulo Ramos (PP), o policial Ramos da capital do Ultraleve, deu um atraque, digo, um flagrante em uma servidora da prefa que trafegava em pleno sábado pelas ruas de Itapema, acompanhada de uma amiga e dirigindo carro oficial ligado ao Turismo.
Servidora folgada
Vereador abelhudo, digo, fiscalizador, o Ramos filmou desde garrafas de cerveja lançadas pela janela do carro até cenas mais chocantes, onde a servidora faz xixi na rua e desce seminua do carro. A prefeitura correu para amenizar o flagrante e lançou nota dizendo que a barnabé não tinha autorização pra dirigir o possante.
Frase do dia:
“O ser humano nasce ignorante, mas não idiota. Ele torna-se idiota pela educação que recebe da sociedade”
Bertrand Russel
Não tinha
Os abençoados da prefa alegaram que a guria não tinha autorização para dirigir a caranga e que não estaria em horário de trabalho, sendo afastada imediatamente de suas funções. A PM foi acionada e fez boletim de ocorrência. Será que essa servidora estava embriagada? É fácil pegar uma caranga pública em Itapema sem autorização?
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