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“Anna Karenina”


“Anna Karenina”
Clássico do Século XIX, “Anna Karenina” ganha nova roupagem pelas lentes de Joe Wrigth, que aposta nos cenários históricos para servir de fundo à trama (foto: divulgação)

Em 1877, o autor russo Liev Tolstói lançou o livro “Anna Karenina”. A obra tornou-se um clássico da literatura russa e aparece em muitas listas como o melhor romance de todos os tempos. Com uma narrativa envolvente e repleta de reviravoltas, a obra consegue manter-se atual nos dias de hoje, uma vez que trata de temas como família, nacionalismo, poder, espiritualidade e modernização. Ao longo das décadas, a história original já foi adaptada para os cinemas algumas vezes – em 1997, 2012 e 2017. Porém, a única versão disponível nos streamings é a de 2012, que está disponível no YouTube, no Google Play, na Amazon Prime Video e na Apple TV.

Dirigido por Joe Wrigth e estrelado por Keira Knignthley, “Anna Karenina” se passa em 1874 e conta a história de Anna, uma mulher da aristocracia russa que vive na cidade de São Petesburgo e é casada há dez anos com Alexei Karenin (Jude Law), um funcionário do alto escalão do governo russo. Ao viajar para consolar sua cunhada, que havia sido traída pelo seu irmão, Anna se apaixona pelo conde Vronsky (Aaron Taylor-Johnson). Os dois acabam se envolvendo e, ao longo da história, a personagem irá ter diversas atitudes consideradas imorais e escandalosas para a sociedade da época.

Ao mesmo tempo, a história coloca o personagem de Liévin (Domhall Gleeson), um homem moralista e de uma família cuja riqueza está atrelada ao trabalho rural. De vida simples, passa os seus dias na lavoura pensando em qual  Rússia quer para o futuro e em como conquistar sua amada Kitty Scherbatskaya (Alicia Vikander), irmã da cunhada de Karenina. Anna e Liéven evidenciam o contraste entre a alta sociedade e os camponeses da época, além de fazerem o contraponto entre essa ideia de campo bucólico e a imoralidade da cidade. Outro aspecto interessante do filme, para além de sua história, é a forma que o diretor escolheu gravá-lo – como uma espécie de espetáculo teatral encenado.

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Dirigido por Joe Wrigth e estrelado por Keira Knignthley, “Anna Karenina” se passa em 1874 e conta a história de Anna, uma mulher da aristocracia russa que vive na cidade de São Petesburgo e é casada há dez anos com Alexei Karenin (Jude Law), um funcionário do alto escalão do governo russo. Ao viajar para consolar sua cunhada, que havia sido traída pelo seu irmão, Anna se apaixona pelo conde Vronsky (Aaron Taylor-Johnson). Os dois acabam se envolvendo e, ao longo da história, a personagem irá ter diversas atitudes consideradas imorais e escandalosas para a sociedade da época.

Ao mesmo tempo, a história coloca o personagem de Liévin (Domhall Gleeson), um homem moralista e de uma família cuja riqueza está atrelada ao trabalho rural. De vida simples, passa os seus dias na lavoura pensando em qual  Rússia quer para o futuro e em como conquistar sua amada Kitty Scherbatskaya (Alicia Vikander), irmã da cunhada de Karenina. Anna e Liéven evidenciam o contraste entre a alta sociedade e os camponeses da época, além de fazerem o contraponto entre essa ideia de campo bucólico e a imoralidade da cidade. Outro aspecto interessante do filme, para além de sua história, é a forma que o diretor escolheu gravá-lo – como uma espécie de espetáculo teatral encenado.


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