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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Fim melancólico


Fim melancólico

O semestre do futebol profissional do Marcílio Dias acabou de forma melancólica na última semana, em Maringá (PR), com a eliminação da Copa do Brasil na derrota por 2 a 0 para o Maringá. Aliás, a atuação do Marinheiro foi a síntese do time durante estes últimos três meses. Um time lento, sem foco, sem força e sem coletividade. O Maringá teve menos trabalho do que esperava no primeiro tempo, fazendo dois gols nas falhas defensivas do Marcílio, e depois só administrando o resultado na etapa final. Salvo o jogo contra a Chapecoense na Copa do Brasil e alguns lampejos em outras partidas, o Marinheiro foi muito abaixo do esperado e muito abaixo do que foi investido pela diretoria para este Campeonato Catarinense. Desde que esse grupo assumiu o clube, esta foi a maior folha salarial de jogadores, com cerca de R$ 300 mil  mensais em salários, e também o pior rendimento desta gestão do Marcílio Dias. O rubro-anil evitou o rebaixamento por um gol inacreditável, no último lance. E se a vitória contra o Atlético Catarinense não acontecesse, o prejuízo seria ainda maior com uma segunda divisão em 2024. Erros foram muitos e o próprio presidente Hercílio de Mello assume. O Marinheiro confiou que o superintendente de futebol Diego Cope repetiria o bom trabalho que fez na Copa Santa Catarina, quando montou o time campeão, mas o resultado do Catarinense foi totalmente o inverso. O mesmo vale para o técnico Rogério Corrêa. Se na Copinha ele tinha o melhor elenco e soube administrá-lo, no Catarinense precisou enfrentar adversários do mesmo nível ou acima, e mostrou certa inexperiência. Rogério perdeu seis de 10 jogos que fez no Catarinense, uma marca negativa que mostra que a diretoria apostou até demais na sua permanência. Ele não conseguiu tirar mais nada do grupo de jogadores depois da vitória contra a Chapecoense na Copa do Brasil. Os atletas então, em sua grande maioria, saem com grande rejeição por parte de torcedor e dificilmente voltarão a vestir a camisa do Marcílio nas próximas temporadas. Não fizeram por merecer futuro em Itajaí, com algumas exceções. 

Respiro

O Marcílio só volta a jogar em setembro, na Copa Santa Catarina, e essa diretoria ganha também um respiro financeiro. Manter um time profissional durante o ano inteiro custa muito caro e o Marcílio Dias fez isso nas últimas três temporadas, com muito sacrifício de seus dirigentes. Agora é hora de se reorganizar, aprender com os erros e reestruturar o seu departamento de futebol, enquanto o grande trabalho na esfera administrativa continua.


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