JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Para onde vamos
Esta semana o STF julga se a prisão depois de condenação em segunda instância será mantida no país. Abaixo assinado de mais de 2500 procuradores e juízes será protocolado no Supremo pedindo que a decisão, diferente do que preceitua a Constituição Federal, seja a nova regra.
Nosotros
A decisão não preocupa só a Lula, preocupa muitos outros condenados que podem ir em cana antes de esgotadas todas as vias de recursos nos tribunais superiores. E deve preocupar aos ministros do STF também, pela mensagem que a decisão irá passar para a população, sacuda com os homens de preto.
Peso político
A decisão de quarta-feira influencia o mundo político, uma vez que o processo de montagem de possíveis chapas para as eleições presidenciais já começou. Preliminarmente, Lula está fora do páreo pela Lei da Ficha Limpa, mas toda decisão que o favoreça, o fortalece. E isso tem muito peso político.
Chorando em alemão
Então é esperar pra ver. Porque, como diz o ditado, de cabeça de juiz, barriga de mulher grávida e bunda de neném, ninguém sabe o que vem. E segue o ano político, cheio de incertezas, de medo, de pouca esperança, e com candidaturas que vão de sofríveis a bem mais ou menos. Fazer o que?
O mecanismo
Enquanto a solução não vem, a série “O Mecanismo”, do diretor brasileiro José Padilha, mostra uma versão da Operação Lava a Jato que vem desagradando uns e agradando outros tantos. Esquerda e direita se digladiam na terra de ninguém das mídias sociais sobre o assunto.
Sem mocinhos
Padilha, assim como fez em outras obras, mostra uma versão de filme de bandido e mocinho em que só tem bandidos. É melhor que qualquer Big Brother, ou programa de auditório, ou até que o Jornal Nacional. A americana Netflix bomba. É nóis na fita, no bico do corvo.
Politicamente incorreto
Que as questões políticas sempre foram um problema para o governo do prefeito barbudinho, Volnei Morastoni (MDB), não se tem nenhuma dúvida. Mas acontece que mais da metade desses problemas vem da falta de compromisso de aliados que cagam e andam, se preocupando só com o próprio umbigo.
Cada um por si
Enquanto o burgomestre VM se debate na busca de recursos e execução de projetos importantes, aliados deitam na rede e parecem descansar, sentindo-se premiados pelas eleições de 2016.
Comprometimento
A falta de comprometimento em deslanchar um projeto pela nossa amada city peixeira, que fique claro com as mãos unidas ao redor do prefeito, é latente. E projetos pessoais confundem a sociedade, isolando a imagem do governo no negativo. Enquanto é cada um querendo se cacifar no positivo. É triste.
Poderoso
Pagando de bom moço e cheio de cadáveres no armário, Paulinho Amândio (PDT) impõe uma gestão política digna de ditadores, segundo as excelências excelentíssimas, ignorando a lei e os valores da democracia, impondo transtornos políticos ao governo. Mais atrapalha do que ajuda.
Não ajuda
Todo esse contexto desorganizado impõe uma agenda cara e desnecessária ao orçamento, dificultando o andamento das questões inerentes à produção política que o povão aqui embaixo que paga a conta, espera.
Bode na sala
As lideranças políticas, abraçadinhas ao governo, talvez achem que nada pode piorar e que, a oposição, que parece que se desfez nesse ano, sem ritmo e temática contundente, foi derrotada. Devagar que o santo é de barro.
Perdidos
Aliados e governo perdem um momento bom para se organizarem enquanto a oposição se vê perdida, iludidos pela soberba de um tipo de vitória que não existe no tabuleiro político.
Agenda
Passou da hora do governo do paço da Vila Operária imprimir uma agenda produtiva aos peixeiros e se comunicar melhor, com transparência. Muitas coisas boas acontecem, mas acabam esquecidas e ignoradas principalmente pelos aliados. Depois não adianta chorar que a culpa é da imprensa.
No x do ‘pobrema’
O prefeito pop star Fabrício Oliveira começou pelo bairro dos Municípios, na semana que passou, o programa Gabinete Itinerante da Saúde que vai percorrer as unidades de saúde de todos os bairros pra ver se as necessidades do povaréu estão sendo atendidas.
Faro fino
Fabrício replica na saúde sua atuação pessoal em todas as áreas e cobra resultados. O pop star sabe que todo governo tem tempo de duração definido e que só agilidade e eficiência nas ações de governo irão colocar de pé os compromissos assumidos com a população. Está certíssimo.
Rodando
Com bons números e muitas ações empreendidas no primeiro ano a mostrar, e grandes projetos a pleno vapor, o governo da Dubai brasileira quer fazer história e dar o salto que BC precisa para se manter no rol das melhores citys do sul do mundo.
Ou se coça ou dança...
Segundo observadores dos Altos da Dinamarca, vontade ao pop star não falta, nem cobrança dos bagrões indicados que, diante da atitude proativa do prefeito, têm que se coçar. Ou dançar.
Manda ou não manda?
Na visita na semana passada do ministro da secretaria Geral da Presidência da República, Carlos Marum (MDB), com o governador Pinho Moreira (MDB) e o secretário regional, Edson Periquito (MDB), e o atucanado Leonel Pavan (PSDB) à obra do Centro de Eventos, não se vislumbrou que o governo federal vá espirrar os 16 milhões que faltam para a conclusão.
Não foi
O evento teve a presença de um caminhão de puxas, vereadores, assessores e até o prefeito de Camboriú, Élcio Kuhnen (MDB), apareceu. A falta sentida foi a do prefeito da Dubai, o cantor pop star, Fabrício Oliveira (PSB).
Na tampa
Segundo perdigueiros da coluna que se espraiam nos altos da Dinamarca, Fabrício soube do evento muito em cima da hora, através de assessores, e mandou o secretário Miro Teixeira para representá-lo.
Divulgador
Se a reclamação de falta de comunicação no governo Fabrício Oliveira é grande, alguém está tratando de resolver isso. O vice-prefeito, Carlos Humberto (PR), é o rei dos vídeos nas redes sociais.
Feedback
Quer saber o que o governo está fazendo de bom, basta seguias redes. Fiel desde o primeiro dia de governo, o vice-prefeito fiscaliza todas as obras do governo in loco e repassa seu feedback ao prefeito e demais membros da administração.
Proximidade
Possível pré-candidato à leleia neste ano, Carlos Humberto tem grande proximidade com a comunidade da city percorrendo as obras, Deve ouvir muita reclamação também, já que o governo das Novas Ideias ainda não é de excelência.
E os comunistas?
Emilio Dalçoquio, em contato com a coluna, afirma que apoia Jair Bolsonaro (PSL) desde 2014. Diz que a foto que andou circulando e saiu na coluna é de 2015. Frisa que “seu apoio se deve ao fato de que ele possa reduzir o número de comunistas no Congresso Nacional e nas repartições públicas.” Sério?
Sul é meu país?!
Dalçoquio diz ainda:“Feito isto, quero acreditar que facilite a mudança na Constituição, para que 80% dos impostos fiquem na cidade geradora. Essa é a base filosófica do Movimento ‘O Sul é meu País’”. Então tá.
