JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Fedeu!!!
Já faz tempo que se fala que o projeto idealizado pelo governo do então prefeito Volnei Morastoni (PT), da tarifa zero, era um engodo e que o Tribunal de Contas do Estado tava de zoio em cima. Não deu outra, o TCE determinou que o município cancele de imediato a tarifa zero, na coleta de lixo. O Tribunal de Contas afirma que o preju hoje é de mais de 10 milhões de reales aos cofres públicos. Acredito ser bem maior...
Latão virado...
E, nesse rolo todo, foram inquiridos o ex-prefeito Volnei e o atual Jandir, que manteve o programa. Faltou maior divulgação, fiscalização de quem era isento e não reclicava e, quando se colocou em pauta, o programa desvirtuou a licitação com a empresa de coleta de lixo, que ficou de certa forma desobrigada de uma série de situações, e o município arcando. Adivinha quem vai pagar essa conta milionária? Eu, você, nós todos!
Povo leva na espinha
Na verdade, o programa Lixo Reciclado Tarifa Zero foi implantado erroneamente. E esse alerta já teria sido feito lá atrás, quando o vereador Luiz Carlos Pissetti (DEM) sinalizou que as empresas deveriam pagar e os cidadãos serem isentos. Agora, esse deve ser o caminho do executivo. Encaminhar projeto nesse sentido.
Poca vergonha
O vereador Laudelino Lamim (PMDB) tá cuspindo marimbondos vivos com a empresa ERJ que fornece a merenda pra rede municipal de ensino peixeira. Segundo Lamim, que pretende acionar o Ministério Público, a ERJ está exigindo das merendeiras a abertura de uma conta corrente e não conta salarial. O que vai lhes subtrair, do parco salário, taxas bancárias, entre outras facadas. O que é contra a lei. Phode?
CPI do Meio Ambiente
O Marcelo Werner (PCdoB) lascou ontem, nos corredores da casa do povo peixeira, que ainda não conversou com seus colegas vereadores, mas que está pensando seriamente em propor a CPI do Meio Ambiente. Werner diz que vem recebendo denúncias de desmatamentos, entre outras questões ambientais. Ai, ai, ai, que dor!
Intervenção
Não só os nobres edis da casa do povo da Maravilha do Atlântico que perceberam que a situação no hospital Ruth Cardoso estava igual ou pior à da casa da mãe Joana. O Ministério Público percebeu muito antes e passou a investigar as denúncias de irregularidades e mau atendimento, que culminou com o pedido de intervenção.
Desvios
O promotor Rosan da Rocha, da Moralidade Pública, já tinha intimado o prefeito Edson Pirica (PMDB) a se coçar para melhorar o atendimento. No entanto, com a apuração de que outras irregularidades e até desvio de grana estava ocorrendo, decidiu determinar a intervenção e o consequente afastamento da Cruz Vermelha Brasileira do mando de campo do hospital.
Culpados
Não cabe à imprensa indicar os culpados sobre os problemas que envolvem o Ruth Cardoso. No entanto, é bom que se deixe bem claro que o prefeito Edson Periquito foi alertado sobre o risco de entregar a administração do hospital a uma instituição que não tinha experiência comprovada.
Ficar ligado
Pirica não deu ouvidos às notícias e após quatro anos de governo continua devendo ao povo da praia mais cobiçada do sul do país um melhor atendimento na área da saúde pública. Outra falha que se justifica como escolha política foi chamar o médico Fernando Vianna, irmão do ex-deputado Renato Vianna, para a administração do hospital. Goela abaixo?
Coisa de doido
Com vergonhosa passagem pela administração do hospital Santo Antônio, da galega Blumenau, Vianna marcou sua gestão nas páginas policiais dos principais veículos de comunicação do solo catarinense, o mesmo ocorrendo com o assessor de comunicação do Ruth Cardoso, o radialista Bolinha Mendonça, considerado pelo prefeito como seu puxa-saco número 1. Vianna não teria sido indicado pelo alcaide.
Investigações
Enquanto Pirica tenta dar a volta por cima, o Ministério Público prossegue as investigações que podem levar gente para a cadeia. O destino de alguns equipamentos também deve ser apurado, como o caso dos respiradores. Na entrega do hospital, há quem jure que havia 15 aparelhos e que hoje só existem dois. O suposto desvio de R$ 900 mil também é investigado pela promotoria.
Solução
O médico Eroni Foresti é a solução encontrada por Pirica para administrar provisoriamente o Ruth Cardoso, mesmo com fracasso administrativo na área hospitalar em outra região - Eroni teve passagem pelo Santa Inês, contribuindo com o Deus nos acuda do endividamento das finanças do nosocômio.
Krewinkel
O nome de Eduardo Krewinkel desperta a curiosidade das excelências excelentíssimas da Maravilha do Atlântico. Como participou da comissão que acompanhou a construção do hospital Ruth Cardoso e se manteve no governo Periquito, Krewinkel deve ser ouvido para dirimir algumas dúvidas, inclusive quanto ao sucateamento e até desaparecimento de alguns equipamentos. Hummmm...
