JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Momento ímpar
O ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), acompanhado da sua mana e candidata à leleia, Susi Bellini, na visita de ontem ao socadinho escriba JC
O presidente da casa do povo da Maravilha do Atlântico, Moacir Schmitt (PSDB), ao lado do atucanado governador Leonel Pavan, que tava todo faceiro com o título de cidadão honorário de Balneário Camboriu
Quem marcou presença ao meio-dia de ontem, na choupana do socadinho escriba, foi o ex-homem dos galináceos, prefeito Jandir Bellini (PP), acompanhado da loiruda Susi Bellini, que tá se estrebuchando no pedincho de votos pra estar na leleia a partir do ano que vem. Jandir pontuou que é um momento ímpar de quebrar esse círculo vicioso de eleger deputado que acaba candidato a prefeito. Eu mesmo me coloco nessa situação, quando no passado fui candidato a deputado e retornei pra disputar a prefeitura.
Não pedinchou
O alcaide JB afirmou que nunca declarou apoio à candidatura do presidenciável meio-careca José Serra e está seguindo a orientação da sigla, que é de neutralidade. Jandir também negou que pretenda fazer uma caça às bruxas àqueles que não se alinharam com a candidata do governo. Apesar de admitir que está decepcionado com algumas pessoas.
Tá com a tia
Jandir rechaçou as línguas desaforadas que lascam que ele, o maior prefeito dos progressistas no estado, não tá agarrado até o último fio de cabelo na campanha da tia Angela Amin. Minha candidata é a Susi Bellini a estadual, o Paulinho Bornhausen a federal, e Angela Amin para o governo do estado, debulhou.
Carca fora
Ontem, teve reunião do alcaide Bob Carlos (PSDB) com cargos comissionados lá do outro lado da vala, em Navegantes. O recado do prefeito foi: Quem não quer responsabilidade, escutar a população, que não vá para o serviço público. Os governos são passageiros, mas Navegantes não. Precisamos ter consciência que, acima dos partidos, está Navegantes e, o mais importante, é pensar na cidade.
Tá murcho
Na noite de terça-feira, aconteceu um encontro político no diretório do PMDB do outro lado da vala. O negócio foi organizado pelo ex-prefeito Debinha Malvadeza. Foi uma resposta ao encontro organizado pelo Joãozinho Matos, no clube Navemar, com quase mil pessoas.
Cola de cavalo...
Ou seja, era pra arrombar e superar a reunião do Joãozinho. Lá estavam o Edinho Bez, major Márcio, o candidato a vice-governador Pinho Moreira e mais um caralhão de gente. Só que tinha mais candidato que público, foram apenas 30 gatos pingados de Navegantes. O restante veio de Balneário Camboriú e Penha.
Vislumbrar o futuro?
Se os dois eventos servirem como prévia da eleição do diretório municipal do PMDB no ano que vem, já é possível ter um parâmetro. De um lado Joãozinho Matos, que contabiliza cada vez mais apoio em Navegantes, inclusive de outras siglas. E de outro Deba Cabral, que a 11 dias da eleição consegue lotar a antessala do diretório. E sem fila pra dar uma mijada no banheiro... Ai, ai, ai, que dor!!!
Conflito de interesses?
Todos estão felizes, se sentem realizados e a emoção toma conta quando se vislumbra a chegada da empresa Azimut em Itajaí. O que vai gerar trocentos empregos. Parabéns a todos. Agora os linguarudos de plantão andam soprando nos sensíveis zovidos do socadinho escriba que a advogada que representa os interesses da empresa em Itajaí seria justamente a esposa do secretário de Desenvolvimento Econômico, Clayton Batschauer (PR). Será que será?
Dado e arregaçado...
Outra erupção vulcânica é a historinha entre quatro paredes da chegada triunfal da empresa Azimut, que vai se instalar no terreno que pertenceu ao mano do Zé das Medalhas, ops!, chefe de gabinete, Edson DÁvilla. O problema é que tem gente querendo que a prefa puxe pelo bolso e faça o baita aterro necessário ao custo de R$ 8 milhões!!! Dá até uma tonteira na gente, credo!
Pra todo mundo
Até porque tem que se reiterar e parabenizar a empresa por ter escolhido Itajaí para fixar a sua poderosa fábrica de iates de luxo. Agora, se gastar essa dinheirama com aterro, tem que ser estendido para outras empresas locais que poderiam expandir seu negócio e gerar mais uma porrada de empregos, se pudessem disponibilizar de recursos para aterrar áreas no seu entorno.
Bigodudo puxa voto
O grande cabo eleitoral e um dos responsáveis pelo crescimento da candidatura do candidato com cara de padreco, Raimundo Colombo, na Santa & Bela Catarina, tem sido o ex-governador bigodudo LHS. Luiz Henrique, talvez escudado pelos bons números nas pesquisas, muitas vezes não pede voto pra si e sim pro candidato ao governo estadual.
Cumé qui phode!?
O povão de Bombinhas não entende como o atual chefe de gabinete do prefeito Maneca do ex-Quiosque (PP), o José Santana (PP), o Zé Bob, que foi candidato a vereador nas últimas eleições e teve apenas um voto, consegue continuar no poder. Ficou quatro anos com o ex-prefeito Júlio Margarina (PSDB), atuando em duas pontas envolvidas em escândalos e processos: secretaria da Educação (CPI da Margarina) e secretaria de Administração (CPI da Caixa dágua). Agora continua mandando no governo, onde tudo passa por ele, pra sofrer censura ou aprovação. O cara não tem voto, mas continua deitando e rolando. Como é qui phode, hein?
Título e nem te ligo
A casa do povo da Maravilha do Atlântico esteve atopetada de artoridades, lideranças, correligionários, familiares e puxas de plantão na noite de quarta-feira, para o ato solene de concessão do tão esperado título de cidadão honorário para o atucanado governador Leonel Pavan (PSDB).
Empirulitaram
Apesar da concessão do título de cidadão balnear ao gaúcho Pavan e à professora Maria Ester Menegasso ter sido unânime, estranhou-se a ausência, na sessão, de cinco vereadores. As excelências excelentíssimas Claudir Maciel (PPS), Orlando Angioletti (DEM), Marcos Kurtz , Asinil Medeiros e Nilson Probst (estes últimos do PMDB), que não deram as caras. A falta foi considerada, pela maioria dos presentes, como uma desconsideração à própria câmara.
