Publicado 02/01/2026 08:44
Eu tento criticar o mínimo possível, mas o pessoal me atiça (arreda, raça de infelizes!). Não respeitam mais nem a folga de final de ano. Vozes e mais vozes sussurrando nos meus sensíveis zovidos querem minha opinião sobre as festas da virada do ano nas principais cidades da região… Pqp… Mas, vamos lá.
A Robisonpalooza
Não tenho dúvidas que a melhor festa da virada foi a de Itajaí. Não foi, claro, a maior, nem a mais famosa. Mas o prefeito Robison Coelho (PL) entendeu o óbvio: o Itajaiense estava carente de tudo, depois de dois governos de abandono da city pexêra - perpetrado pelo pessoal do Morastoni. Até com a Marejada acabaram...,
Fogos e shows
Robison Coelho compensou a longa espera reconstituindo, com sucesso, todas as festas da cidade logo no seu primeiro ano de governo. E fez mais: inventou o Réveillon de Itajaí, uma coisa que não existia, com festa, shows e fogos (sou favorável a fogos silenciosos, como soltaram na Avenida Paulista, em São Paulo, mas ai é outra história). E foi um sucesso retumbante!
Feliz ano novo
Por isso é que digo: a melhor festa da região foi a de Itajaí. Porque Robison deu ao itajaiense o que os outros governos esqueceram de dar: uma bela comemoração da virada. Então, senhoras e senhores, o prêmio “JC Feliz Ano Novo” vai para Robison Coelho.
Por aí
Mas nem só de Robison Coelho vive a região, outros prefeitos, de outras cidades, também entenderam o cenário e proporcionaram aos seus moradores e turistas espetáculos de virada de ano magníficos. Falo de Navegantes, Itapema, Barra Velha, e outras por aí. Fizeram a lição de casa festiva.
Feliz Ano Velho
O prêmio “JC Feliz Ano Velho”, entretanto, vai para a prefeitona dos bairros, Juliana Pavan (PSD), que, ao contrário de Robison, não entendeu o reclame popular. Mesmo porque vive tão blindada por meia dúzia de três que não lhe chega nada - segundo me sussurram fontes de seu próprio governo. Talvez, nem essas mal estraçalhadas linhas cheguem a seus sensíveis e lindos zovidos… Ai qui dor!
Mais do mesmo
O fato é que o “antigamente” famoso Réveillon de Balneário Camboriú se transformou na gestão Ju Pavan, no mais do mesmo: quinze minutos de fogos na praia cheia de gente, e só. Chatíssimo. Sem som, sem show, sem nenhuma sacada, sem novidades. E num dos lugares mais caros do Brasil, especialmente no fim do ano. Putz!
Aí ficam putos da cara comigo…
O réveillon do governo Ju Pavan foi o resumo do seu primeiro ano de governo: uma coisa desanimada, triste, burocrática… Nem imagens legais se viu do show de fogos, já que proibiram - sem ter autoridade para isso - as empresas particulares de voar drones para registar a festa. Só a prefa podia voar… Dá pra acreditar nisso?
Tudo pela segurança
Aí, antes da virada, prefeitura de BC postou guardinha municipal esfregando drone na cara da moçada dizendo que: “drone aqui não! ”… O que lembra a famosa frase de Juju aos moradores em estado de rua: “se quiser ficar na rua, aqui não!” … Lembram?
Day after
Com essa “segurança” toda, no outro dia, na praia mais famosa do sul do Brasil, teve corre-corre, briga, turista apanhando de ambulantes, facada pra todo lado, etc… E, oiá, que o secretário de (In) Segurança Pública de BC, o Araújo Gomes, gravou vídeo, alardeando que seria o Réveillon, mais seguro do Brasil. Imagine, se não fosse...
Meia boca
Por tudo isso, pelo conjunto da obra, achei - aqui na minha modesta opinião - que o réveillon de BC foi meia boca. Opinião como a minha, nas redes sociais, pululam… Como se dizia antigamente. E durma-se com um barulho desses!
Foto (Divulgação) Fim de Ano na City pexêra
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