Curitiba

PMs do Paraná agridem ex-jogador do JEC após final de partida

Vídeos mostram policiais surrando Perdigão, figura popular do cenário esportivo paranaense

Perdiga ganhou projeção pelos times do Paraná Clube, Athletico e viveu seu auge no Internacional (Fotos: Reprodução)
Perdiga ganhou projeção pelos times do Paraná Clube, Athletico e viveu seu auge no Internacional (Fotos: Reprodução)

O ex-jogador Cleilton Eduardo Vicente, o Perdigão, conhecido por sua atuação no Joinville Esporte Clube (JEC), foi agredido por policiais após partida do campeonato Paranaense, em Curitiba, neste final de semana.

 A violência repercutiu nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a conduta policial em eventos esportivos. 

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O episódio ocorreu na noite de domingo, dia 18, no estádio Vila Capanema, logo após o confronto entre São Joseense e Operário, vencido pelo Joseense por 1 a 0.

Imagens divulgadas na internet mostram o ex-atleta sendo expulso do local de forma violenta por PMs do Paraná, ao lado de um amigo, já caído no chão. O vídeo rapidamente se espalhou nas plataformas. Segundo testemunhas, não havia registro de tumulto ou confusão que justificasse o uso da força.

O deputado Thiago Buhrer (União Brasil), do Paraná, ao tomar conhecimento do vídeo, afirmou que encaminhou oficialmente o caso ao comando da polícia Militar no Estado, solicitando levantamento rigoroso dos fatos.

Segundo apurou o DIARINHO, a polícia Militar ainda não divulgou posicionamento oficial sobre o episódio, mas a expectativa é de que o material audiovisual e os depoimentos colhidos sejam analisados.

Conhecido nacionalmente por sua personalidade carismática e trajetória marcante nos gramados, Perdiga, como também é conhecido, construiu carreira no futebol brasileiro. Formado no cenário paranaense, ganhou projeção vestindo as camisas do Paraná Clube e do Athletico, antes de alcançar o auge no Internacional, onde conquistou títulos de expressão, incluindo o Mundial de Clubes. Também passou por equipes como Corinthians e Vasco.

No futebol catarinense, Perdigão defendeu o JEC, clube pelo qual deixou sua marca e ampliou sua identificação com torcidas do sul do país no início dos anos 2000. Fora de campo, manteve relação próxima com torcedores, o que gerou revolta pelas imagens da agressão. 

“Não fui violento”

Em nota, o próprio Perdigão disse que a covardia “manchou a imagem” da PM, e alegou que apenas havia cumprimentado um policial, sendo gratuitamente agredido em seguida. “Não sei se houve algum mal-entendido, mas, de forma repentina e sem qualquer justificativa, ele veio em minha direção me agredindo com um cassetete”.

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O ex-jogador frisa que ainda tentou apaziguar a situação, se afastando e demonstrando que não havia intenção de confronto. “Não fui violento, não fui rude e não reagi à agressão. Ainda assim, a violência aconteceu de forma totalmente gratuita e injustificável”.



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