Matérias | Entrevistão


Deivide Tomassi

"O Papa quer que as pessoas estejam mais próximas de Cristo”

Pároco da Igreja São João Batista

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]



O padre Deivide Tomassi conquistou as redes sociais ao aparecer de batina cantando Raul Seixas no pub Confraria do Rock, de Itajaí, neste mês de novembro. A música, cantada em companhia da banda GT80, foi uma homenagem ao pai do padre, com quem ele ouvia a canção ainda pequeno. A alegria genuína é percebida no vídeo que bombou nas redes sociais. À jornalista Franciele Marcon, o pároco da igreja São João Batista contou que o gosto musical puxado para o rock nacional e internacional vem desde a infância; comentou que em suas missas existe espaço para música, mas no caso a litúrgica. Comentou sobre a repercussão do vídeo e de como foi bem acolhido pela comunidade que ainda não conhecia esse lado animado do padre Deivide. Contou ainda como foi chamado para a vida sacerdotal, sobre os desafios e as alegrias de ser padre. Também reforçou que a internet e as redes sociais podem ser usadas para evangelizar e explicou como a igreja é influenciada pela figura acolhedora do Papa Francisco – que em sua opinião é o grande exemplo a ser seguido por todos os padres. A entrevista completa, em áudio e vídeo, você confere no Portal DIARINHO.net e nas nossas redes sociais. As imagens são de Fabrício Pitella.

DIARINHO – Padre, o senhor ganhou as redes sociais ao aparecer, de batina, cantando Raul Seixas em um pub da cidade. O senhor costuma dar palinhas em clubes?

 

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DIARINHO – Padre, o senhor ganhou as redes sociais ao aparecer, de batina, cantando Raul Seixas em um pub da cidade. O senhor costuma dar palinhas em clubes?



Deivide: Uns paroquianos tinham falado do Confraria. Como eu gosto de música, de rock, fui lá para ver, dar uma espiada, na verdade. Estava a banda tocando, podia pedir música, pedimos a do Raul Seixas e acabei cantando. E assim, às vezes, quando tem uma festa ou outra de igreja, a gente também canta junto. Nada de subir no palco. Mas gosto de música. E, como deu de ver no vídeo, tava lá bem feliz, bem contente com um dos sucessos do Raul Seixas que eu gosto, que é Maluco Beleza. [Tem uma história de uma memória afetiva dessa música com o seu pai...] Isso mesmo! Meu pai sempre gostou de Raul Seixas. Eu cresci ouvindo. E uma das que a gente mais ouvia era Maluco Beleza, por isso também acabou sendo a minha escolhida. [O senhor demonstrou que gosta de rock...] Sim, eu gosto de rock, dos anos 80, 90. A idade, vamos dizer assim, que eu cresci, sou de 88. Eu gosto também de Legião Urbana, Paralamas, Capital Inicial. Cresci ouvindo um pouco isso também. Alguma coisa de música internacional, essas comuns que todo mundo gosta: Guns ‘n’ Roses, um pouco de Bon Jovi…

 

"A igreja é uma mãe, uma mãe acolhedora”


 

DIARINHO – A repercussão da aparição foi positiva nas redes sociais. Como foi a reação na paróquia do bairro São João?

Deivide: Vários paroquianos que me encontraram foram muito bons comigo, ficaram felizes. Muitos me conhecem, sabem que eu tenho esse jeito mais alegre. Os meus pais gostaram muito. Engraçado, eles estavam em viagem e meu pai mandou o vídeo para mim. Quando eu vi estava tudo meio pipocando. Foi uma repercussão boa aqui na paróquia, as pessoas gostaram também, foi bem interessante. Uma coisa meio surpresa, vamos dizer assim, mas uma surpresa positiva. [Existe alguma vedação, alguma alguma posição da arquidiocese quanto a isso?] Do ponto de vista de “ah, isso é proibido, isso não pode...” não existe nada expressamente. Lá não é um lugar imoral. É um lugar onde se toca rock. O padre estar presente nesses lugares não é uma coisa errada, vamos dizer assim. Às vezes pode causar uma certa impressão, talvez, de a pessoa se escandalizar um pouco. Se isso aconteceu também, peço perdão. Não era essa a intenção. Mas não teve nenhum pronunciamento. Eu tive com meu arcebispo e estava bem tranquilo. Acho que ele não viu o vídeo, porque não tocou no assunto comigo. Talvez ainda vai conversar alguma coisa, mas, a princípio, pelo que vi, não teve uma repercussão negativa. [Até para esclarecer para as pessoas, o fato de o senhor estar de batina que causou espanto?] A batina caiu meio que em desuso hoje em dia. Já não é mais obrigatório o uso. Eu gosto de usar a batina. Eu, desde 2020, praticamente, só uso batina. A batina é uma veste civil do padre. Assim como a clerical – uma camisa com uma golinha, branca, tipo essa gola que eu estou usando embaixo da batina. O padre se identifica às vezes com a batina, às vezes usa uma camisa com uma cruz. Existem algumas vestes próprias para a gente usar. Eu gosto de usar batina, onde eu vou eu estou de batina. Mas, como eu disse, hoje já não tem mais a obrigatoriedade de usar a batina, pode usar uma outra roupa para identificar que é padre. É uma questão de gosto mesmo.

DIARINHO – Suas celebrações na paróquia do bairro São João têm espaço para música?

Deivide: Tem, mas não aquela música que eu cantei lá na Confraria. Tem vários grupos de cantos aqui. A missa é a missa, ela tem o seu rito. É algo que a gente deve respeitar sempre. A seriedade e o mistério, aquilo que é sagrado. Os jovens, às vezes, numa missa ou outra, no final, eles cantam também. Tudo no seu lugar. A missa é a missa. Raul Seixas é Raul Seixas. Mas assim, as missas aqui são bem celebradas e os grupos de canto são bem dedicados. Tem espaço para a música.


 

"A igreja busca usar as redes sociais também como um meio de evangelização que favorece um anúncio do Nosso Senhor”

 

DIARINHO – O senhor completou recentemente 10 anos de sacerdócio. O que o levou a querer ser padre?


Deivide: A minha vocação surgiu, mais ou menos, quando eu tava com uns 10, 11 anos. Eu participava de um encontro de infância missionária. Ainda existe a Infância Missionária em algumas paróquias. Quando era criança era bem forte isso lá na comunidade onde eu cresci, lá em Brusque, em Tomás Coelho. E tinha um seminarista que falava das missões, de onde eles iam, contava histórias de alguns padres missionários. Eu achava aquilo muito desafiador, uma coisa bonita, de se doar, de ir para um lugar onde não tinha nada, por exemplo. Ele contava de missões, lugares onde não havia escolas, hospitais, nada. Os missionários, além de levar o evangelho, levavam tudo isso junto. Aquilo me inspirou muito. E eu pensei “quero dedicar minha vida a isso também”. Acabou que Deus foi me chamando para ser padre mesmo. Eu fui sentindo esse desejo. O que me levou a ser padre é esse desejo de me doar. Querer o bem para as pessoas. Entregar a vida para Deus, para as coisas dele. Naquela minha infância, gostava de dedicar a vida assim, evangelizando. Acabou que fui crescendo, e foi crescendo dentro de mim e eu fui dando certos passos para que isso acontecesse também. [O que o senhor imaginava aos 10 anos de idade, para esses 10 anos que o senhor já exerce o sacerdócio. É mais difícil, mais fácil, mais acolhedor do que o senhor pensava?] Com 10 anos a gente sonha muitas coisas, quando é criança. Uma coisa que eu posso dizer é que é muito maior e muito melhor do que eu imaginava. Eu imaginava algo, hoje a minha vida de padre ela é muito maior, muito melhor do que eu imaginava. Aquilo que eu imaginei, assim, a graça que Deus me deu de ser padre é grande. Deus ele meio que surpreende a gente. O sacerdócio realmente dá uma grande alegria. Daquela criança de 10 anos que sonhava em ser missionário longe, distante... Hoje eu vejo que o trabalho que eu faço aqui, na paróquia, os lugares onde eu passei, as alegrias que Deus me deu, as graças, assim que a gente vê Deus realizando por meio do ministério, daquilo que a gente faz como padre supera em muito o que eu imaginava.

 

"O sacerdote tem um pouco isso. Ele vai levando as pessoas para Deus, orientando.”

 

DIARINHO - O levantamento do Anuário Pontifício 2023 mostra uma queda tímida no número de padres no mundo: de 410.219 em 2020 para 407.872 em 2021. Como a igreja faz pra estimular o sacerdócio?

Deivide: O sacerdócio é um dom que Deus dá para nós. E que nós temos que saber responder a ele. E claro, vem o sacerdote, ele tem que ter, vamos dizer assim, os meios para viver bem a sua vida sacerdotal. Ele tem que ter boas amizades, principalmente entre padres. A gente, às vezes, pode ter uma vida meio isolada. Sou padre aqui, mas eu não tenho um vigário comigo, um outro padre comigo. Se eu não tenho amizade com outros padres, às vezes, posso acabar enfraquecendo a minha vocação também. Tem que ter uma vida de oração muito forte, muito constante. Tem que realmente querer ter o coração em Deus. Foi Deus que chamou a gente para essa missão. Se a gente quiser ser padre, vamos dizer assim, sem Deus, é uma coisa meio impossível. Mas se a gente for esquecendo as coisas de Deus, às vezes o demônio pode atentar a isso. Se um sacerdote cuida da sua vocação, ele guarda, ele tem zelo por ela, não é difícil ser padre. Não sinto nenhuma dificuldade em ser sacerdote. Me sinto muito feliz e muito realizado, muito pleno. Agora, numa questão de facilidade, nenhuma vida é fácil se a gente não se dedica naquilo que a gente quer. Não dá também para descuidar. Vem aquelas coisas do dia a dia que, às vezes, vai tentando a gente. As ocupações de padres são muitas, tem que cuidar da paróquia, da administração das coisas. Isso pode esfriar, se a gente não tem amigos em quem se apoiar, não tem um diretor espiritual para conversar, se orientar. Não guarda os seus tempos de oração para estar com o Senhor. Isso pode acabar realmente se tornando uma dificuldade. Toda vida tem cobranças. O padre é uma pessoa pública que as pessoas cobram. Mas se a gente não tá bem com Deus, não tá bem estruturado, aí realmente vai virando um fardo. Às vezes é por isso que diminuem as vocações, tem dissidência de padre. Não culpo os padres que fazem isso. [Mesmo porque as pessoas têm uma falsa impressão, às vezes, que a tarefa do padre se restringe à missa. Mas tem toda uma administração por atrás da igreja...] Um padre, se ele é pároco, ou administrador paroquial, que é meu caso, é a mesma coisa, só muda o nome, mas a função é a mesma. Ele cuida de toda a paróquia, de todas as coisas. Desde uma luz que está meio queimada, desde as contas, pagar conta de luz... A gente não faz isso diretamente, mas tem o cuidado. Essas coisas são nossas responsabilidades. Como cuidar das coisas próprias do ministério sacerdotal. Rezar a missa, administrar os sacramentos, a confissão, batizar, fazer casamento. Tudo aquilo que envolve a igreja. As pastorais, as atividades que a igreja tem. Vamos dizer assim, o dia de um sacerdote é bem ocupado. Também tem que cuidar da sua própria formação, rezar uma missa, fazer uma homilia, tudo isso exige estudo, exige preparação. Tem que conciliar bem o tempo. “Ah, o padre só reza a missa”. Não é bem assim. A gente tem uma vida que tem que estar bem ordenada.


DIARINHO - O seu sermão, a homília, o senhor faz com base no que está estabelecido no rito da semana ou o senhor faz trazendo elementos da realidade, do que aconteceu na comunidade, na cidade ou no país naquele momento?

Deivide: A igreja tem um ciclo de leituras dominicais. E durante a semana também. Todo domingo o padre tem que fazer a homilia. Como eu já tenho os textos prontos, cada fim de semana já tem o texto. Eu não preciso escolher um texto para a missa. Já tem um ciclo de leituras que vai meio que complementando, como se fosse passando todo o evangelho. Por exemplo, agora nós estamos indo no final desse ano litúrgico, o ano A, chama assim, o evangelho de São Mateus. Estamos terminando o evangelho de Mateus. Cada fim de semana tem um trecho do evangelho de Mateus, com as leituras. São leituras selecionadas, isso pela Santa Sé, a gente só segue esse rito. Durante a semana, eu tenho umas bíblias que tem comentários para os leitores. Tem o evangelho e tem os comentários de padres, de teólogos. Primeiro espiritual, a gente lê e medita. Depois a gente vai lendo os comentários e vai moldando o que diz o evangelho. Primeira coisa: tem que entender o que o nosso Senhor está falando para nós. Disso eu tento sempre casar com a realidade da comunidade. Com a assembleia que me ouve. Jesus diz isso, a gente entendeu o que ele disse, e como isso repercute na minha vida? O que faz eu me converter, mudar, melhorar? Tento casar um pouco essas duas coisas. Como eu sou padre aqui no São João, eu conheço as pessoas que frequentam a missa. No evangelho a gente tenta iluminar a vida dos que estão ouvindo.

 

“O que me levou a ser padre é esse desejo de me doar. Querer o bem para as pessoas. Entregar a vida para Deus, para as coisas dele”

 

DIARINHO – O que a igreja tem feito para atrair e manter os fiéis mais jovens?

Deivide: As redes sociais, a internet, elas são também um bom instrumento para a evangelização. São meios. Vamos pensar que o Nosso Senhor Jesus Cristo ensinou a sua doutrina, o seu evangelho, ele deu a sua vida por nós. E isso tem uma validade eterna, perene. Todos os tempos Nosso Senhor sempre vai ter, vamos dizer assim, a palavra dele sempre vai ser vivificada. Agora, nos novos tempos, a gente tem que achar os novos meios de anunciar esse evangelho também. De levar aquilo que o Nosso Senhor disse. E, para isso, se usam esses meios. Eu vejo o grupo de jovens aqui da paróquia, eles buscam realmente evangelizar. Eles fazem, às vezes, uns reelszinhos de Instagram, eles fazem algumas coisas. Eles pegam coisas que são tendências e sabem trabalhar muito bem. A igreja anuncia o evangelho, vamos dizer assim, buscando uma linguagem que as pessoas entendam. A gente vê todo esse esforço que a igreja faz. Pensar assim, no Papa Francisco, por exemplo, o esforço que ele tem de chegar nas pessoas, como ele fala, conversa... A igreja busca usar as redes sociais também como um meio de evangelização que favorece um anúncio do Nosso Senhor.

 

“A batina caiu meio que em desuso. Já não é mais obrigatório o uso. Eu gosto de usar a batina. Eu, desde 2020, praticamente, só uso batina”

 

DIARINHO – O Papa Francisco tem demonstrado ser um líder religioso piedoso e conciliador. Esse jeito de ser de Francisco reflete no dia a dia da igreja católica?

Deivide: O Papa Francisco é um Papa que Deus quer para a igreja. A gente tem essa alegria. E ele tem esse desejo de levar a igreja àquelas pessoas que estão afastadas. Ele tem realmente um desejo de trazer todos para a igreja. A igreja é uma mãe, uma mãe acolhedora. Ela acolhe e a gente diz assim, acolhe e transforma, converte. Ou seja, temos espaços para todos aqueles que querem abraçar e seguir Nosso Senhor Jesus Cristo. Esse espaço depende também do quanto nós nos comprometemos em seguir o Nosso Senhor. O Papa quer realmente atrair todos para Nosso Senhor. Ele tem esse desejo, ele quer que todos venham para Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele falava uma vez, em uma homilia, comparando a igreja como um hospital de campanha. Numa campanha de guerra, as pessoas estão lá machucadas, feridas. E não perguntam muitas coisas. Primeiro trata as feridas mais graves, cuida. O Papa ele tem esse desejo realmente, ele quer que as pessoas estejam mais próximas de Cristo. [Esse jeito dele reflete nas igrejas?] Sim, bastante. O Papa é a cabeça visível da igreja. O modo como o Papa exerce o seu ministério, de certa forma, é um exemplo para todos nós padres. O Papa pede isso de nós. Ele diz que os padres estejam atentos às pessoas, que as escutem, que as acompanhem, que as ajudem a discernir muitas coisas. E o caminho de conversão é um caminho que ele exige o quê? Paciência, atenção. Não dá pra gente achar que as pessoas vão se converter na base apenas da intimação. “Ah, você tem que mudar assim, assado...”. Não! Conforme as pessoas vão buscando a Deus, a gente vai aproximando de Deus, e elas vão fazendo o caminho. O sacerdote tem um pouco isso. Ele vai levando as pessoas para Deus, você vai orientando. Essa é a beleza da igreja. Nosso Senhor fez isso com todos. Ele ia até os pecadores e os acompanhava para que eles se convertessem, para que tivessem mais fé, que acreditassem e mudassem de vida. E nós fazemos isso também.

 

Raio X

 

NOME: Deivide Tiago Tomassi

NATURAL: Brusque

IDADE: 35 anos

ESTADO CIVIL: celibatário

FORMAÇÃO: Bacharel em Filosofia e Teologia

FILHOS: não

TRAJETÓRIA: ordenado diácono e padre em 2013 na igreja Católica; iniciou o sacerdócio em Biguaçu, atuando na paróquia até 2016; atuou na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Leoberto Leal; foi vigário paroquial por seis meses em Camboriú no ano de 2021; e desde julho de 2021 atua como padre na paróquia São João Batista, em Itajaí.




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