Balneário Piçarras

Acusado de matar esposa é condenado

Caso chocou a cidade em 2015; marido tinha personalidade violenta, não aceitava separação e matou a esposa, pelas costas, na frente dos filhos

Jaciel costumava bater e ameaçar a mulher
(Foto: Divulgação)
Jaciel costumava bater e ameaçar a mulher (Foto: Divulgação)

A justiça de Balneário Piçarras condenou Jaciel Wilck a 18 anos, cinco meses e 15 dias de prisão, em regime fechado. Jaciel foi condenado por matar a ex-mulher, Neiva Aparecida de Oliveira, em novembro de 2015. Ela foi morta com cinco tiros, disparados pelas costas.

O julgamento, conduzido pelo magistrado Luiz Carlos Vailatti Júnior, encerrou por volta das 21h de quarta-feira, e ele foi condenado pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil ...

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O julgamento, conduzido pelo magistrado Luiz Carlos Vailatti Júnior, encerrou por volta das 21h de quarta-feira, e ele foi condenado pelo crime de homicídio qualificado por motivo fútil, após o histórico de desavenças com a esposa, que culminou com a trágica morte dela, seis anos atrás – crime motivado por uma suposta infidelidade conjugal de Neiva, num relacionamento que durou 15 anos.

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O juiz considerou que Jaciel agiu com “dolo elevado”, num crime cometido na casa da vítima. Vailatti Júnior ainda frisou que Wilck “demonstrou desprezo pela ex-esposa, quando se deslocou a Navegantes para um bar, local em que foi preso, bebendo”.

Outro fator levado em conta pelo magistrado foi a personalidade violenta de Jaciel, que andava sempre armado – e no crime, foi flagrado com arma ilegal. Ameaças e violências contra Neiva eram constantes. 

O casal morava em Piçarras, após mudança de Chapecó, e tinha dois filhos, de 12 e 14 anos. Neiva encerrou o relacionamento em fevereiro de 2015, e nove meses depois, perdeu a vida vítma de um feminicídio.

Terceira vez

Jaciel já havia enfrentado o tribunal do júri por outras duas vezes, entre 2016 e 2017. O primeiro julgamento, em novembro de 2016, foi anulado pelo fato de um jurado comunicar à juíza Regina Soares Ferreira, na ocasião, que teria ouvido os demais jurados antes do tribunal.

Em agosto de 2017, houve o segundo julgamento, com pena de cinco anos de prisão em regime semiaberto, mas o ministério Público, autor da denúncia, recorreu da sentença e conseguiu levar o caso a júri mais uma vez.



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