Balneário Camboriú perdeu um de seus maiores empreendedores. Carlos da Rosa, o Carlinhos Rosa, morreu na noite do feriado de Sete de Setembro aos 96 anos de idade. O empresário, que é dono do morro onde fica o complexo turístico Cristo Luz, deixou esposa, cinco filhos, 15 netos e oito bisnetos.
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Carlinhos Rosa foi sepultado na sexta-feira à tarde no cemitério da Fazenda, em Itajaí, depois de ter sido velado no Cristo Luz. Foi por lá que centenas de pessoas, entre familiares, amigos e admiradores ...
Carlinhos Rosa foi sepultado na sexta-feira à tarde no cemitério da Fazenda, em Itajaí, depois de ter sido velado no Cristo Luz. Foi por lá que centenas de pessoas, entre familiares, amigos e admiradores foram lhe dar o último adeus.
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O empresário faleceu no hospital do Coração, onde estava internado. “Estava com pneumonia, que agravou e o coração não aguentou”, conta a neta Thaísy Moreno. “Trabalhou em seu escritório até duas semanas atrás. Era incansável, gostava de estar a frente de tudo”, afirma Thaísy.
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O “dono de Balneário Camboriú”
Natural de Rio do Sul, Carlinhos Rosa chegou jovem a Balneário Camboriú. Negociante de tino apurado, comprou muitos imóveis e teve a ideia de investir no terminal urbano da cidade que havia acabado de nascer. “Ele foi proprietário da rodoviária na rua 600 e depois na rua Inglaterra”, informa a neta. E completa: “Com o passar do tempo foi adquirindo um grande patrimônio imobiliário, com mais de 100 casas e ainda salas comerciais”.
Por isso, era comum a brincadeira de que Carlinhos Rosa “era o dono de Balneário Camboriú”. Dos imóveis, tirava a renda do aluguel.
Mas a menina dos olhos de Carlinhos Rosa era outra. “O seu maior orgulho foi o Cristo Luz”, afirma Thaísa. Dono do morro nos fundos da rua Inglaterra, arrendou o espaço para o empresário Mário Preto construir um dos maiores símbolos turísticos da cidade.
Também foi fornecedor de água potável quando a Casan ainda nem havia chegado em Balneário Camboriú. E era dele a água encanada que chegava ao prédio da prefeitura.
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