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Itajaí

Latoeiro morre fuzilado ao sair do Kubanacã

Dos sete tiros que levou dentro de um carro, um deles atravessou o coração. Polícia ainda não tem pistas de quem peneirou o rapaz

Redação DIARINHO [editores@diarinho.com.br]

O latoeiro itajaiense Júlio Cesar Fagundes, 24 anos, não viu o sol nascer. Morreu na madruga de ontem, crivado de balas, depois de uma noitada de festerê no Terra Brasil, o antigo clube Kubanacã, que fica na avenida Reinaldo Schmithausen, no bairro Cordeiros, em Itajaí. O atentado rolou pertinho do bate-coxas e até ontem a polícia não tinha pistas da autoria do crime.

Júlio César morreu no banco de um Fox preto, sentado no lugar do carona. O atirador agiu assim que o latoeiro saiu da boate, às 4h30 da madruga. Na tentativa de escapar do atentado, o motorista do carango, que não teve o nome revelado pela polícia, acelerou forte e acabou trombando um quilômetro adiante, na rótula da entrada da avenida Irineu Bornhausen, a Caninana.

Foi tudo tão rápido, que a polícia não sabe dizer se o assassino estava a pé ou motorizado. O que se tem certeza é que Júlio era o alvo preferencial do atirador. Todos os disparos foram feitos contra ...

 

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Júlio César morreu no banco de um Fox preto, sentado no lugar do carona. O atirador agiu assim que o latoeiro saiu da boate, às 4h30 da madruga. Na tentativa de escapar do atentado, o motorista do carango, que não teve o nome revelado pela polícia, acelerou forte e acabou trombando um quilômetro adiante, na rótula da entrada da avenida Irineu Bornhausen, a Caninana.

Foi tudo tão rápido, que a polícia não sabe dizer se o assassino estava a pé ou motorizado. O que se tem certeza é que Júlio era o alvo preferencial do atirador. Todos os disparos foram feitos contra ele. O motora do Fox saiu ileso.



O tirombaço que acabou com a vida do jovem latoeiro pegou logo abaixo da asa (escápula) direita e foi sair no peito, atravessando o coração. Os demais tiros atingiram o braço e também a parte direita do corpo de Júlio.

Uma baratinha da polícia Militar, que estava em ronda pelas proximidades, chegou rápida ao local. Mas o bandido já havia siscapulido. Apesar das rondas, nenhum suspeito foi encontrado.

Quando os paramédicos do corpo de Bombeiros chegaram, Júlio já estava morto. O rapaz era solteiro, morava no bairro Cidade Nova e já teria passagens pela polícia por porte de armas.


Os tiras da divisão de Investigações Criminais (DIC) de Itajaí assumiram as investigações do caso. Uma suspeita da polícia é de que a motivação do crime tenha sido alguma briga dentro da boate.




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