Itajaí

Matou a tiros dois filhotinhos de cachorro

Elci dos Anjos Elias, 30 anos, foi preso em flagrante, pela polícia Militar de Camboriú, depois de matar a tiros dois filhotes de cachorro. Sua desculpa foi a de que os cadelinhos pegaram uma doença chamada parvovirose, mas a polícia dúvida da história. Até ontem, ele continuava engaiolado no presídio da Canhanduba.

O crime aconteceu na rua Imbuia, no bairro Taboleiro, às 10h da matina de quinta-feira. Elci levou os filhotes numa sacola e jogou num terreno baldio. Depois, disparou contra os coitadinhos. Em ...

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O crime aconteceu na rua Imbuia, no bairro Taboleiro, às 10h da matina de quinta-feira. Elci levou os filhotes numa sacola e jogou num terreno baldio. Depois, disparou contra os coitadinhos. Em seguida fugiu pela rua Garuva.

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O que o matador de animais não contava é que havia sido seguido por uma testemunha, que indicou seu paradeiro à PM - que tinha sido chamada ao local por moradores da rua Imbuia. Tava todo mundo revoltado com a sacanagem. Elci foi preso em flagrante, inclusive com a arma do crime, um trabuco calibre 38, e encaminhado pra delegacia do Monte Alegre.

A história contada por Elci, de que os cadelinhos tavam com parvovirose, não colou. Como crime ambiental é inafiançável, ele foi transferido da depê pro presídio regional da Canhanduba.

Uma veterinária da prefa coletou amostras de sangue dos bichinhos. O resultado vai indicar que se os animais estavam mesmo dodóis.

A polícia não informou se a arma do cara legalizada.

Sacrifício era desnecessário, afirma veterinário

O veterinário Ary da Silva Ramos, da clínica Doutor Ary, diz que a parvovirose é uma doença grave que ataca o estômago e o intestino do animal. “É um vírus oportunista que tá em qualquer ambiente. Basta baixar a resistência do animal”, explica o dotô. Pra evitar que o dógue pegue o vírus, basta vaciná-lo. A injeção custa entre R$ 15 e R$ 30, fora a aplicação.

Pro médico veterinário, o sacrifício dos dois filhotes foi desnecessário. Isso porque a parvovirose tem tratamento. “Quando se pega a tempo, se trata e dá pra reverter a situação. Tem cura”, garante. O tratamento é feito com injeção de soro e antibiótico e dura apenas seis dias. A doença não deixa sequelas, diz ainda o dotô. “Ele volta normal. Perde sangue e emagrece, mas se recupera”, conclui Ary.

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