Itajaí

Garoto de 16 anos é fuzilado no Imaruí

Pra polícia é rolo de crack. Pros vizinhos do guri, foi vingança por briga

Um adolescente de 16 anos foi assassinado com cinco tirombaços na noite de quinta-feira, na rua Pedro Teixeira de Mello, na região do Imaruí, em Itajaí. Pra polícia, Celso Maclene teria sido morto por conta de uma dívida de drogas. Colegas do garoto, no entanto, garantem que a morte foi motivada por uma rixa pessoal com um pistoleiro. Até o início da tarde de ontem, o assassino não tinha sido localizado.

O barulho dos tiros foi ouvido pela vizinhança minutos antes das 21h. Um dos vizinhos informou à polícia Militar ter escutado seis disparos de arma de fogo. “Ao chegar, viram a vítima caída ao chão ...

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O barulho dos tiros foi ouvido pela vizinhança minutos antes das 21h. Um dos vizinhos informou à polícia Militar ter escutado seis disparos de arma de fogo. “Ao chegar, viram a vítima caída ao chão, e um homem de bicicleta, segurando a arma, fugindo do local”, descreve o relatório da PM.

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Três dos disparos acertaram as costas do rapaz. Uma bala entrou pelo pescoço e duas no rosto de Celso. Até o início da tarde de ontem, a perícia não tinha concluído qual o calibre das balas retiradas do corpo.

Agonizou antes de morrer

Apesar da montoeira de tirombaços que recebeu, Celso ainda tava consciente quando os homidalei apareceram por lá. Ele agonizou na estrada até que, pouco antes da chegada dos paramédicos do corpo de Bombeiros, deu seu último suspiro.

Os moradores do Imaruí acompanharam os últimos minutos de vida de Celso. “Quando cheguei na rua, ele ainda tava vivo. Cheguei perto, peguei na mão dele, e ele apertou com muita força. Não disse nenhuma palavra”, lembra uma amiga e vizinha de Celso.

Tava no crack, diz policial

Celso, informou um policial civil, era de Caçador. Lá, vivia com os pais. Aqui nas terras peixeiras, estava morando com uma tia, próximo do local onde foi executado. A polícia não revelou se já tem algum suspeito identificado.

Pros homidalei, a morte do jovem tá ligada com o tráfico de drogas. “Ele era usuário de crack e, possivelmente, devia a um traficante. Já teve passagens pela DIC [divisão de Investigações Criminais]”, afirmou a fonte policial.

Assassinato rolou no meio da rua

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Vizinhos dizem que rapaz era do bem

Dois vizinhos de Celso, que moram na rua Pedro Teixeira de Mello, onde o corpo foi encontrado, deram pro DIARINHO uma versão diferente daquela da polícia. Garantiram que o rapaz era gente boa, não usava drogas e foi vítima de uma vingança infantil de um casqueiro da região. “Eles brigaram de soco, um tempo atrás. Ele [Celso] bateu no cara, e o cara disse que se vingaria. Foi briga de rapaz pequeno”, disse um dos vizinhos, que garante saber quem puxou o gatilho. “Sei quem foi, mas não posso dizer. Pode sobrar pra mim”, concluiu.

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