Itajaí

Tacaram fogo na padoca da Armação

Nem os bombeiros e muito menos os donos da panificadora HS, na avenida Eugênio Krause, no bairro de Armação, na Penha, sabem quem foi o malacabado que tacou fogo na padoca. O incêndio aconteceu por volta das duas da madrugada de sexta-feira e foi controlado pelos bombeiros antes que destruísse todo o comércio.

O fogo começou pela garagem, onde tem tijolo vazado, anexa a outras quatro salas que servem pro atendimento ao público e a produção de pão. No local ficam a lenha, algumas caixas e os botijões de ...

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O fogo começou pela garagem, onde tem tijolo vazado, anexa a outras quatro salas que servem pro atendimento ao público e a produção de pão. No local ficam a lenha, algumas caixas e os botijões de gás.

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Segundo o comandante dos bombeiros voluntários de Penha e Piçarras, Jhonny Coelho, não existem dúvidas de que o incêndio foi criminoso. Ele acredita que o incendiário tenha jogado álcool em uma bucha de papel e tacado fogo. “Alguém ateou fogo pelo lado de fora e jogou o material para dentro”, opina.

O risco de uma tragédia foi muito grande e deixou, além dos comerciantes, toda a vizinhança apavorada. Tudo porque a panificadora fica ao lado do posto de gasolina Avenida. Pra evitar uma desgraça, os vermelhinhos chegaram em seis minutos na ocorrência e usaram 1500 litros de água pra conter as chamas.

Família tava dormindo

“Estávamos dormindo e um vizinho é que nos chamou avisando que tava saindo fumaça”, contou Jheniffer Hoffman, 26 anos, dona da padoca. Ela disse que a família, de quatro pessoas, mora no segundo piso e não percebeu o fogaréu. “Quando ele chamou, como a gente tava dormindo, não entendeu o que era. Ao ver a fumaça, voltei correndo para pegar minha filha de dois anos e ir pra rua”, lembrou.

Enquanto chamavam os bombeiros, os vizinhos se uniram pra começar apagar o fogo e salvar o que dava do local. Jheniffer acredita que essa ação rápida é que fez o preju ser menor e evitou que alguém ficasse ferido. “Meu marido tirou o carro e a gente tentou apagar o fogo até a chegada dos bombeiros. A sorte é que ninguém ficou ferido”, comemorou.

Primeira vez

Jheniffer nunca tinha sido vítima de um incêndio e nem imagina quem possa ter feito a sacanagem. A comerciante lembra que várias casas já foram queimadas na Penha. Ao todo, conforme os vermelhinhos, três incêndios criminosos rolaram somente em agosto.

“Falaram que tinha três moradores de rua parados perto daqui (padaria) e que brigaram. Não sei se eles têm algo a ver com isso, mas certo é que tem alguém tacando fogo nas casas e ninguém sabe quem é”, lamenta a comerciante, que conseguiu abrir a padaria na sexta-feira mesmo.

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