Itajaí

Capivara é juntada por carango

Roedor não resistiu e morreu; é o terceiro acidente com capivaras em um mês

Uma cena triste chamou a atenção de quem passava pela avenida Ministro Victor Konder (Beira-rio) em frente ao Centreventos da Marejada em Itajaí, sexta-feira de manhã. Uma capivara morreu após ser atropelada por um carango. O acidente rolou na quinta e a bichinha passou a madruga na calçada da avenidona. Foi um leitor do MACRIADO quem clicou a roedora.

Curiosamente, o caso não foi atendido pela coordenadoria Municipal de Trânsito de Itajaí (Codetran).

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Curiosamente, o caso não foi atendido pela coordenadoria Municipal de Trânsito de Itajaí (Codetran).

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De acordo com Willian Gervasi, mandachuva do órgão, nada foi repassado ao setor de acidente de trânsito. “O condutor pode registrar um boletim de ocorrência pra acionar o seguro, nesses casos. Mas não temos BO nenhum nesse sentido”, informou Willian.

Não faz muito tempo que o trânsito de capivaras, principalmente na região de Cabeçudas, complica a vida dos motoras na city peixeira. Só no mês passado, dois acidentes de trânsito rolaram porque os barbeiros não conseguiram desviar dos animais que atravessavam a pista.

O primeiro caso rolou em 26 de setembro, quando um Gol prata beijou o poste na saída do molhe da Atalaia. Outro porradaço, muito parecido, aconteceu quatro dias depois, dessa vez entre entre Itajaí e Brusque, quando um Golzinho branco acertou um poste. A desculpa, na ocasião, foi a mesma: o motora alega que tentava desviar de uma família de capivaras.

Atropelamento teria sido proposital

Roberto Pereira, diretor de Defesa Animal da Famai, informou que o animal foi recolhido pelo órgão e levado ao aterro sanitário da city, na Canhanduba. Segundo o sabichão, a capivara foi atropelada, a princípio, de propósito. “A gente tem a informaçaõ de que o motorista fez por querer. Andavam em uma família de uns 15 elementros [capivaras]”, revela Roberto.

De acordo com o diretor da Famai, as capivaras que circulam na city são oriundas de cidades como Rio do Sul e Blumenau, de onde migraram por falta de alimento. “De Itajaí, elas não podem mais fugir para lugar nenhum. Quando acabar a comida aqui, a tendência é que elas se reproduzam menos”, avalia.

Só na city pexeira, a estimativa é de que vivam cerca de 20 famílias de capivaras. Esse número, contudo, tem crescido nos últimos meses. “Toda semana descem mais animais dessas cidades”, concluiu Roberto Pereira.

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