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Casos e ocasos

Casos e ocasos

Rosan da Rocha é catarinense, manezinho, deísta, advogado, professor e promotor de Justiça aposentado. Sem preconceitos, é amante da natureza e segue aprendendo e conhecendo melhor o ser humano

Palhaçada


Palhaçada
IMAGEM GERADA POR IA

Com o advento das redes sociais cresceu no país, assustadoramente, milhares de pessoas fazendo vídeos dos mais diversos para receberem curtidas, “likes” ou seja, atrair quem gosta do que está sendo exposto e, ainda, ganhando muito dinheiro da plataforma, dona da rede.

Com tal “influência”, muitas pessoas ficaram milionárias da noite pro dia porque começaram também a fazer propaganda de marcas conhecidas ou até criar a sua própria. Pois bem, políticos vendo que tais vídeos traziam engajamento, participação ativa de vários eleitores, começaram a postar sobre inúmeros assuntos nas redes sociais, principalmente em época de campanha. Já falei sobre isso. Contudo, vê-se que alguns deles, depois de eleitos, ainda continuam a postar de tudo em suas redes sociais, não só opiniões, feitos e promessas públicas, como também sua vida pessoal com a família, passeios, uma mistura entre o público e o privado. 

Mas o pior é que, além dessas maçantes postagens sobre cada situação que acontece durante o dia, vem uma enxurrada de “macaquices” e “palhaçadas” (que me desculpem os macacos e palhaços, figuras tão queridas e engraçadas). Fazem postagens dançando, brincando de luta, pulando, se jogando no chão, comendo, cantando, um show de horrores. O que fazem é mal feito e não têm a menor vocação para serem artistas, comediantes.

O que estão fazendo bem é papel de ridículo como não se espera de uma autoridade pública.

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Com tal “influência”, muitas pessoas ficaram milionárias da noite pro dia porque começaram também a fazer propaganda de marcas conhecidas ou até criar a sua própria. Pois bem, políticos vendo que tais vídeos traziam engajamento, participação ativa de vários eleitores, começaram a postar sobre inúmeros assuntos nas redes sociais, principalmente em época de campanha. Já falei sobre isso. Contudo, vê-se que alguns deles, depois de eleitos, ainda continuam a postar de tudo em suas redes sociais, não só opiniões, feitos e promessas públicas, como também sua vida pessoal com a família, passeios, uma mistura entre o público e o privado. 

Mas o pior é que, além dessas maçantes postagens sobre cada situação que acontece durante o dia, vem uma enxurrada de “macaquices” e “palhaçadas” (que me desculpem os macacos e palhaços, figuras tão queridas e engraçadas). Fazem postagens dançando, brincando de luta, pulando, se jogando no chão, comendo, cantando, um show de horrores. O que fazem é mal feito e não têm a menor vocação para serem artistas, comediantes.

O que estão fazendo bem é papel de ridículo como não se espera de uma autoridade pública.

Mas ainda pior é que, realizando essas atitudes espalhafatosas, nada cômicas, demonstram a visão deturpada que têm de seus eleitores como sendo um bando de imbecis, estúpidos.

Desta maneira, passam uma imagem institucional degradante, sem responsabilidade, discernimento ou credibilidade, ofendendo cada eleitor que espera de uma autoridade seriedade, sobriedade, ética e respeito, mormente do(a) prefeito(a), eleito(a) para fazer um ótima gestão e cuidar bem da cidade e da coisa pública, em vez de ficar querendo aparecer a qualquer custo.

Mas no tempo que vivemos hoje, aqui como em Brasília, inúmeros prefeitos, governadores e parlamentares viraram uma farsa descarada, debochando da cara do povo, sem o mínimo de pudor.


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