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“Lightyear”


“Lightyear”
O longa da Pixar é um “spin off” que conta como o boneco astronauta se tornou tão famoso no universo de “Toy Story” (foto: divulgação)

Desde que estreou em 1995, “Toy Story” tem sido uma das franquias de filmes animados mais famosas e lucrativas da Pixar, entrando para a lista de clássicos da empresa. Com quatro filmes, a história dos bonecos que ganham vida quando ninguém está olhando recebeu mais um “spin-off” em 2022, dessa vez concentrado na figura emblemática do astronauta Buzz Lightyear, cuja chegada à coleção de brinquedos do garoto Andy, liderada pelo xerife Woody, inicia toda a história original. O filme leva o título de “Lightyear”, teve seu lançamento nas telas de cinema do mundo todo em junho e já se encontra disponível na Disney Plus desde o dia 3 de agosto.

Apesar de estar inserido no universo de “Toy Story”, a nova empreitada da Pixar não menciona mais nenhum de seus personagens além de Buzz. Na verdade, a trama se apresenta como o filme assistido por Andy que o cativou tanto a ponto de comprar o boneco do seu protagonista. É uma espécie de metalinguagem, mas que não necessita do conhecimento dos demais filmes para ser compreendida e apreciada. Além disso, possui um dos traços mais fotorrealistas das animações da Pixar, mais um esforço de aparentar ser o live-action assistido por Andy.

Em “Lighyear”, acompanha-se a dupla de patrulheiros espaciais Buzz e Alisha que, juntamente com um recruta, são enviados em uma missão. Porém, quando a prepotência do protagonista toma conta, ele acaba cometendo um erro que colocará em risco toda a missão e acaba aprisionando todos os tripulantes em um planeta hostil. Ao longo de anos, o personagem se dispõe a fazer uma série de voos experimentais na esperança de se redimir pelo seu erro. Apesar de ser um filme infantil, existe um quê dramático característico dos filmes da Pixar que permite a abordagem de temas adultos como o egoísmo, a ganância e o companheirismo – além de uma representatividade LGBTQIAP+ surpreendente e importante.

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Apesar de estar inserido no universo de “Toy Story”, a nova empreitada da Pixar não menciona mais nenhum de seus personagens além de Buzz. Na verdade, a trama se apresenta como o filme assistido por Andy que o cativou tanto a ponto de comprar o boneco do seu protagonista. É uma espécie de metalinguagem, mas que não necessita do conhecimento dos demais filmes para ser compreendida e apreciada. Além disso, possui um dos traços mais fotorrealistas das animações da Pixar, mais um esforço de aparentar ser o live-action assistido por Andy.

Em “Lighyear”, acompanha-se a dupla de patrulheiros espaciais Buzz e Alisha que, juntamente com um recruta, são enviados em uma missão. Porém, quando a prepotência do protagonista toma conta, ele acaba cometendo um erro que colocará em risco toda a missão e acaba aprisionando todos os tripulantes em um planeta hostil. Ao longo de anos, o personagem se dispõe a fazer uma série de voos experimentais na esperança de se redimir pelo seu erro. Apesar de ser um filme infantil, existe um quê dramático característico dos filmes da Pixar que permite a abordagem de temas adultos como o egoísmo, a ganância e o companheirismo – além de uma representatividade LGBTQIAP+ surpreendente e importante.


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