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Jânio Flavio de Oliveira é comunicador, comentarista esportivo, apresentador, colunista, radialista (DRT 2608/SC) e jornalista (DRT 7183/SC). Atualmente, preside a Associação Catarinense de Cronistas Esportivos (ACCE)

Vai começar a Copa


 

Depois da eliminação na primeira fase da série D, o Marcílio Dias ganhou duas semanas de preparação para a estreia na Copa Santa Catarina, que acontece no próximo domingo, às 15h, contra o Avaí, na capital. Ao contrário das duas últimas edições, em que o Marcílio entrou como um dos principais favoritos e fez a melhor campanha da primeira fase, sendo eliminando nos mata-matas e decepcionando seu torcedor, neste ano, o rubro-anil tem uma concorrência mais forte na disputa pelo título. Criciúma e Joinville têm um investimento muito mais alto e devem entrar pra valer na disputa a partir das semifinais, utilizando times alternativos na primeira fase, enquanto o Figueirense deve entrar de cabeça na Copinha, se a sua eliminação na série C do Brasileiro for confirmada na primeira fase. Consideradas grandes grifes do futebol catarinense, Tigre, JEC e Figueira não têm vaga garantida na Copa do Brasil e veem na Copa SC a sua grande chance de estar na competição nacional em 2022, além de embolsarem a premiação inicial de mais de R$500 mil. Isso quer dizer que o Marcílio Dias não tem chances? Claro que tem, até porque tem enfrentado esses adversários de igual pra igual, nos últimos anos, independente da diferença financeira entre os clubes. Correm por fora Juventus e Hercílio Luz, que entraram na Copa SC também pensando na preparação para o Catarinense de 2022. Ambos serão páreo duro na briga por uma vaga no G4. Caçadorense e Avaí (utilizando atletas de aspirantes e da base) completam a lista dos participantes, mais com caráter de participação e experiência para atletas do que com objetivo de título.

 

A volta do torcedor

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Depois da eliminação na primeira fase da série D, o Marcílio Dias ganhou duas semanas de preparação para a estreia na Copa Santa Catarina, que acontece no próximo domingo, às 15h, contra o Avaí, na capital. Ao contrário das duas últimas edições, em que o Marcílio entrou como um dos principais favoritos e fez a melhor campanha da primeira fase, sendo eliminando nos mata-matas e decepcionando seu torcedor, neste ano, o rubro-anil tem uma concorrência mais forte na disputa pelo título. Criciúma e Joinville têm um investimento muito mais alto e devem entrar pra valer na disputa a partir das semifinais, utilizando times alternativos na primeira fase, enquanto o Figueirense deve entrar de cabeça na Copinha, se a sua eliminação na série C do Brasileiro for confirmada na primeira fase. Consideradas grandes grifes do futebol catarinense, Tigre, JEC e Figueira não têm vaga garantida na Copa do Brasil e veem na Copa SC a sua grande chance de estar na competição nacional em 2022, além de embolsarem a premiação inicial de mais de R$500 mil. Isso quer dizer que o Marcílio Dias não tem chances? Claro que tem, até porque tem enfrentado esses adversários de igual pra igual, nos últimos anos, independente da diferença financeira entre os clubes. Correm por fora Juventus e Hercílio Luz, que entraram na Copa SC também pensando na preparação para o Catarinense de 2022. Ambos serão páreo duro na briga por uma vaga no G4. Caçadorense e Avaí (utilizando atletas de aspirantes e da base) completam a lista dos participantes, mais com caráter de participação e experiência para atletas do que com objetivo de título.

 

A volta do torcedor

O Marcílio Dias ganhou um reforço diferenciado na Copa Santa Catarina, que será a volta do torcedor ao estádio. Ainda de forma gradativa e seguindo regras e protocolos do governo do estado, o torcedor marcilista é fundamental para o clube em dois aspectos: financeiro e desportivo. Cerca de 60% da receita do clube vem do seu torcedor, e, por isso, em um ano e meio de arquibancadas vazias, o clube teve grandes dificuldades, o que se refletiu também na contensão de despesas para contratar jogadores. O fato de poder comercializar, novamente, ingressos e incentivar a adesão ao plano de sócio será um respiro para o Marinheiro. Já dentro de campo, o torcedor marcilista é conhecido por jogar junto com a equipe e também cobrar mais empenho dos seus jogadores em fases ruins. Certamente, o comportamento de muitos atletas vai mudar com a volta do torcedor, e isso será positivo na briga pela conquista da Copinha.

Mais reforços

Só a volta torcida na arquibancada não será suficiente para o Marcílio. É preciso reforçar a equipe, urgentemente, e o departamento de futebol tem corrido contra o tempo para dar mais opções ao técnico Paulo Foiani. O elenco curto do Brasileiro demonstrou muitas deficiências e o Marinheiro precisa de jogadores em todas as posições, menos entre os goleiros.

 


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