JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
À espera do milagre
Nos dois depoimentos que deu à CPI da FMEL o ex-superintendente Fábio Rezes, o Fabinho, nada disse de importante para as investigações. Nem assumiu erros nem apontou erros. Dizem que Fabinho espera ser contemplado com um cargo no governo pós-CPI.
Confiança
Fabinho age na confiança de que seu silêncio lhe abrirá portas. Coitado. Nem parece que vive há trocentos anos na política. Não é assim que a banda toca, pelo menos não a banda do governo do paço da Vila Operária. O ex-vereador bigodudo Laudelino Lamim (PMDB) que o diga.
Valentão
As bocas frouxas de plantão (vão trabalhar, raça!) dizem que o companheiro de uma vereadora da região teria ameaçado Fabinho de morte, mas este preferiu abafar para garantir seu cargo. Quase apanhou, foi ameaçado e mesmo assim foi exonerado da FMEL. Teria até B.O., dizem.
Cagadas dos outros
O dossiê da FMEL, documento que fez o vereador Bonzinho Edson Lapa (PR) pedir a abertura da CPI, apontava mancadas do atual superintendente, de técnicos, e outros bagrões da administração pública. Fabinho nem tchum. É medo ou estaria negociando, como dizem?
Colegiado reunido
Apesar do horário de verão adotado pela prefa peixeira, o prefeito Volnei Morastoni (PMDB) convocou o primeiro escalão ontem cedo pra fazer um balanço do primeiro ano de gestão. Teve bagrão que chegou com o zoio remelento, mas apareceu. Cada secretário destacou as ações desenvolvidas e os desafios pra 2018.
Força de Itajaí
Um dos carros-chefes deste ano e também do próximo é a retomada da força portuária. Ainda este mês devem ser reinaugurados os berços 1 e 3 do porto de Itajaí, passando de 25% pra 75% a ativação do terminal. Com isso, mais movimentação, mais receita, mais emprego e renda pra população.
Novos bagrões
A reunião também serviu pra Volnei anunciar mais dois nomes pra compor o time e ajustar a sintonia do governo. Na secretaria de Administração quem assume é Wilson Nelson Duarte, e na Fundação Genésio Miranda Lins, Paulo Maes será o superintendente.
São daqui
Desta vez, pros bocudos não reclamarem muito, pois sempre reclamam de algo, os nomes são da terrinha. Duarte já foi secretário geral da piramidal casa do povo.
Experiência
Duarte tem longa experiência em setores administrativos na iniciativa privada, deixa o cargo de diretor de auditoria na Controladoria Geral pra assumir a pasta que era ocupada interinamente por Iran Brasil, que retorna à função de secretário-adjunto.
Dobradinha na Cultura
Já Paulo Maes, novo superintendente da FGML, era superintendente-adjunto na FMEL. Ele é membro do Conselho Estadual de Esporte, Turismo e Cultura, tem experiência em gestão e agora fará uma dobradinha com o superintendente da Fundação Cultural, Normélio Weber, que acumulava o cargo na FGML.
Alvoroçou
A informação na coluna de ontem de que o governo do paço da Vila Operária - pode apresentar proposta que mexe nos direitos dos servidores peixeiros, alvoroçou e preocupou os colaboradores. Teve barnabé que classificou (se tal ocorrer), como ‘saco de maldades natalinas do governo’. Uiii!
Outro ritmo
A Maravilha do Atlântico transformou teste de foguete em prévia do show da virada na noite da última sexta-feira. No sábado teve desfile de abertura de temporada e um “abraço pela paz” na praia Central.
Na ponta dos cascos
A temporada promete e o governo do pop star Fabrício Oliveira (PSB) vai vencendo os obstáculos. Esta semana recomeça o que até aqui foi o calcanhar de Aquiles de Fabrício: a reconstituição das vias. Será que agora vai?
Na articulação
O vereador do PSB da Maravilha, Omar Tomalih, o amiguinho da Mônica, foi o primeiro vereador nessa legislatura a sair da casa do povo para virar secretário.
Aqui e ali
Omar vai ser responsável pela Articulação Governamental, pasta extremamente deficitária no governo do pop star. E ainda vai ficar no comando do Parlanada, ops, ParlAmfri.
Não aguentou
No começo do mandato, o prefeito apostou suas fichas no ex-PSD, Ary Souza. Durante o pouco tempo à frente da pasta, Ary não deu conta e havia muita reclamação de vereadores da base e também da oposição.
Peito e raça
Depois da saída do Obama da Maravilha do Atlântico, a casa do povo ficou quatro meses sem articulação. Projetos importantes eram “articulados” no peito e na raça.
Partido apagado
Ainda na Maravilha, o partido do prefeito pop star anda apagado. FO que assumiu a presidência no meio deste ano, tem encontrado dificuldades em administrar a city e também o partido.
No limbo
Com isso, as atividades públicas do PSB andam no limbo. O problema também é que a grande maioria da executiva está em cargos de alto e médio escalão da PMBC e com isso a atividade partidária foi pro beleléu.
Insatisfeitos
Com a falta de atividade, muitos pessebistas que não ganharam tetinha na prefa, andam insatisfeitos com a sigla, que não fede nem cheira, não faz campanha para novos filiados e pior, anda perdendo filiados para os demais partidos da base, como o PR.
