JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Assuntos bombados
A Gororoba desse socadinho foi um grande sucesso no fim de semana. Entre políticos e outros participantes se falou de tudo, mas teve um assunto que deixou a cambada de zovido bem atento. Invejado Entre um bago de feijão e um gole de uma cerveja da marca emocionalmente gelada, o gordo salário do reitor veio à tona. Disseram alguns que chegaria a R$ 1 milhão por ano. E ainda que a conta de padaria do vereador Calinho Mecânico sobre o super, hiper, mega salário do reitor está certinha... Show do milhão Calinho teria informações de que o salário do reitor da Univali, que é uma fundação pública municipal e sem fins lucrativos, é de mais de 60 mil reais por mês. Um milhão anual! Com o 13o- salário, férias, FGTS, encargos trabalhistas e penduricalhos que só deputado recebe, um único funcionário custa mais de 1 milhão. Isso é que é filantropia. Tinha gente com zoios arregalados de susto. E quem paga por isso? Me belisca, meu pai eterno!... Sem fins lucrativos? Como é que uma fundação que é filantrópica, sem fins lucrativos e municipal, paga salários assim? Professores lutando para ter uma aula aqui e outra ali para conseguir melhorar um pouquinho sua renda e uma turminha que se enriquece com super salários? Abrir a caixa É preciso abrir essa caixa e dizer pra todo mundo quanto se ganha cada um. Se é pública municipal, sem fins lucrativos e filantrópica, tem que ser transparente! Quem não deve não teme! Ou então quero ser reitor da Univali. Que os Santos me ajudem!! Os do céu! Entornou o caldo Na sexta-feira, em meio ao turbilhão que atingiu o governo do paço da Vila Operária, uma reunião às pressas, marcada na casa do secretário Érico Laurentino com a presença da base que sustenta internamente o prefeito barbudinho Volnei Morastoni, (PMDB) teria incendiado o cenário político. Ultimato O grupo teria entregado uma pauta de exigências a VM para que o governo tenha um novo rumo político. Os líderes não admitem mais a forma como a política de governo vem sendo gerida. Será que se referiam aos petistas Alcides Volpato e Raquel Gastaldi? A pauta Inicialmente, tomados pelo sentimento de derrota mesmo tendo aprovado a carcada do Io lombo do povo peixeiro, o grupo quer o afastamento do barbudinho júnior, vereador Thiago Morastoni (PMDB) da piramidal, para que seja guindado a uma secretaria debaixo das asas do pai. Lá no paço Especulações dão conta que no dia de ontem já estaria sendo tratada a SEPOG (Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão) para abrigar o filho do homi, como a coluna citou, ontem. Pra forca O grupo teria exigido ainda a punição, exemplar, para os vereadores Edson Lapa (PR), Otto da Farmácia (PRB), Tristonho, ops, Tonho da Grade (PP) e Beto Cunha (PSDB). Prêmio O bonzinho Edson Lapa perderia o superintendente da FMEL, Fábio Rezes, o Fabinho, que seria substituído por um indicado do vereador Fabrício Marinho (PPS) que votou a favor do aumento e assumiria a liderança do governo como prêmio na piramidal. Adeus ao Beto Cunha Como o vereador Beto Cunha votou contra o aumento do IPTU, sofreria a perda da cadeira com o retorno do Dedé da Murta (PSDB), conforme previu a coluna quando denunciou as ameaças que ele sofreu na pressão de quinta-feira. Não se sabe Já Otto da Farmácia ninguém sabe o que teria no governo para perder, mas segue seu mandato e agora fora do bloco que Fabrício Marinho montou para se cacifar. PP fora? Corre um burburinho que diante de toda essa onda, o vereador Murilo Pereira (PP) pode rever suas posições individuais. Murilo escuta muito os conselhos do ex-vereador topetudo, Osvaldo Gern (sem partido), atual secretário de Administração. Gern tem visão, vivência e experiência politica. Agarrado na sacaria Tristonho, ops, Tonho da Grade, deve sofrer baixas também por ter votado contra o aumento. Fernando Pegorini (PP) já fez sua escolha e o Calinho Mecânico (PP), como sói acontecer - prefere ficar agarrado na sacaria de VM. Dulce líder? A vereadora Dulce do Amaral (PR) também quer negociar a liderança do governo na casa e teria dito a pessoas próximas do prefeito que se ninguém quiser assumir ela assume, mas quer rediscutir o comando da educação. PDT baila, será? Saca o Sodré O grupo que contava com a presença do casal Manda-Brasa Pedro e Neusa Giraldi teria alertado o prefeito barbudinho quanto à movimentação política do vice-prefeito e chefão do Semasa, Marcelo Saldré, ops, Sodré, que só tem projetos pessoais e estaria engolindo os morastonis na articulação. “É preciso podar o Sodré, prefeito!” teria lascado o casal, segundo a raça da língua solta. Arreda, infelizes! Ausências sentidas? Fui questionado por uma pá de leitores por conta de algumas ausências na Gororoba, no sábado. É normal por parte daqueles que não sabem lidar com o contraditório, com a crítica que faço, mesmo sem ser o dono da verdade. Quem não foi por birra ou criancice deixou de prestigiar quem lá estava, e eram muitas pessoas. Simples assim. Saiu da toca O ex-vereador e ex-candidato a vice-prefeito, Maurilio Moraes, assinou a ficha do partido Solidariedade no finde. Há quem diga que pode ser candidato a estadual. O ex-vereador circulou com desenvoltura na Gororoba do JC. Apoios O presidente do PMDB peixeiro, Wilson Rebello Júnior, o Rebelinho, é o nome de consenso para ser reconduzido ao comando da sigla, segundo peemedebistas de sete costados. Inclusive, falam no nome de Rebelinho para ser coordenador regional do PMDB. Hummmm... Ou apoia ou... Rebelinho disse para o vice-prefeito e chefão do Semasa, Marcelo Saldré, ops, Sodré, na Gororoba, que se ele apoiar Thiago Morastoni à leleia será apoiado à federal, caso contrário o Manda-Brasa apoiará outro candidato. Marcelo disse que vai apoiar Thiago, como candidato do governo e que o governo tem que ser uníssono.
