JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Se arrependeu
O ex-vereador, bigodudo Laudelino Lamim, atual presidente do Manda-Brasa peixeiro, causou um furdunço nesta quarta-feira de cinzas nas redes sociais. Ele esculachou o prefeito barbudinho Volnei Morastoni (PMDB) e o barbudinho Júnior, vereador e líder do governo na piramidal, Thiago Morastoni (PMDB). O bigodudo lascou que “pai e filho são do PT” e fez um mea culpa por trazer os dois para dentro do manda brasa.
Patrão
Lamim aponta com dedo de presidente do peemedebe, com o crachá no peito, acusando que os barbudinhos montaram um governo dos dois e não do PMDB, que usaram o manda-brasa e seus militantes para trampolim e que agora dão as costas ao partido. “São petistas,” lasca o bigodudo.
Avisado foi
Muitos militantes inundaram as redes sociais cobrando Lamim. Dizendo que ele foi avisado que a suposta traição aconteceria desde o período em que ele bancou os Morastonis na guerra contra a sumida dama de ferro, Eliane Rebello. Chamados de petistas e de traidores pela militância do manda-brasa, vai ficar difícil curar essa fratura.
Promessas
Claro que Laudelino Lamim detém o maior número de votos dos filiados do Manda-Brasa peixeiro e com tranquilidade venceria qualquer demanda interna. Se o bigodudo tiver liberdade estadual para atuar, os barbudinhos vão enfrentar sérios problemas internos.
Por outro lado...
...perdigueiros da coluna no paço da Vila Operária assopraram nos sensíveis zovidos do escriba que não dá pra entender o comportamento de Lamim, ao debulhar de que não seria ouvido pelo prefeito barbudinho, Volnei Morastoni, na tomada de decisões.
Não pede
Garantem que Lamim possui cargos no atual governo, e que seu chororôé suspeito. Se o governo de repente ficou tão ruim, porque Lamim não pede pra tirar todo o seu pessoal? Ou será que a revolta é pro político, derrotado nas urnas, conseguir mais carguinhos, caceteiam as línguas frouxas dos corredores do paço peixeiro.
PMDB protagonista
As línguas afiadas palacianas lascam ainda que Lamim, na sua postagem, se disse culpado por levar o prefeito Volnei e o vereador Thiago Morastoni ao PMDB, mas não faz questão alguma de lembrar que o partido voltou a ser protagonista em Itajaí, depois de muito tempo apenas compondo chapa. Também não considera que as principais lideranças estaduais do Manda-Brasa têm prestigiado constantemente a city peixeira e o atual prefeito.
Queria Segurança
Bocudos de plantão expõem que Lamim não engole o fato de não ter sido escolhido pra ser secretário de Segurança. O problema é que Lamim responde há um processo criminal e pegaria muito mal pro prefeito nomear o ex-vereador pra função até que tudo seja devidamente esclarecido. Os fofoqueiros governistas dizem que Lamim deveria pensar um pouco mais no bem comum, na população itajaiense, e menos em cargos e benefícios particulares.
Bebê desmamado?
Por outro lado, se for só chororô de bebê desmamado, o bigodudo Lamim corre o risco de escorregar pela vala comum e ter seu nome mais enfraquecido entre seus seguidores (ai, ai, ai que dor!). O tempo vai dizer o que vai acontecer daqui pra frente.
Renascendo das cinzas
Os puxas de plantão da prefa peixeira, em contato com este socadinho escriba, informaram que Itajaí não teve Carnaval de rua porque não podia. A recomendação foi do Tribunal de Contas do Estado por causa de problemas na prestação de contas da Liga das Escolas de Samba, e também em função da suspeita da gestão passada ter repassado dindim pra clubes realizarem carnavais particulares. Neste ano, o desafio do governo do barbudinho, Volnei, foi renascer as folias das cinzas.
Mercado
Pra data não passar em branco, o povo da prefa foi pessoalmente bater um plá com o TCE pra garantir o festerê, mesmo que pequenininho. O objetivo foi resgatar as tradições e realizar um evento enxuto, mas de qualidade. E conseguiu: com um orçamento de apenas R$ 30 mil organizou uma festa de quatro dias dentro do Mercado Público.
Bonito de ver
A folia não invadiu as ruas, mas foi das boas. Quem foi aprovou o resgate das clássicas marchinhas de carnaval, sambas-enredos e as músicas populares que há muito tempo não se escutavam por aqui. A festa reuniu famílias inteiras, sem nenhuma briga. Mais de 10 mil pessoas pularam o Carnaval no Mercado.
Recomeço
Desde janeiro, a Fundação Cultural tem mostrado serviço e o Mercado Público está voltando a ser o ponto de encontro dos itajaienses. Muitas novidades na cultura também vão ser anunciadas em breve. Além disso, o Carnaval do próximo ano já começa a ser organizado pra que volte a ser grande. Um bom exempl
