JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
NOTAS
Fede mais ou menos?
O chefão da Engepasa parece não entender o que se passa, talvez escoltado por contratos tão amarrados, mas tão amarrados, que ninguém tem acesso. E que passa governo, entra governo, e tudo continua na mesmice. Vide o ex-prefeito barbudinho Volnei Morastoni (PT). Fez corpo mole, amoleceu o discurso feito um tomate maduro...
Amancebou-se
Na época de vereador, deputado, quando tava na oposição, era pau direto no lombo da Engepasa. Era o diabo a ser exorcizado, surrado sem piedade. Quando aportou no governo com seu séquito avermelhado, ficou caladinho, não mexeu uma vírgula e ainda fez propaganda do aterro com uma das maravilhas do mundo moderno.
Abobrão viajando?
Não interessa pro povo peixeiro saber que a prefeitura da Maravilha do Atlântico paga, contribui, deposita ou estrebucha valor para ajudar na manutenção do aterro pra Engepasa. Ou estaria o capo da toda poderosa chamando os sabichões do Tribunal de Contas de lesados? Quem pede que a prefa de Itajaí se coce para formalizar um acordo é o Tribunal de Contas. Ponto.
Eh, terrinha boa!
E daqui não vai uma palavra contra a praia mais desejada e amada do sul do mundo, de um povo ordeiro e gente boa pacas. O que não pode é que os governantes não se incomodem com o lixo, simplesmente porque a nojeirada é jogada do lado de cá. E todos sabem que este temente ao Altíssimo tem como missão disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno para o bem da coletividade...
Até o talo!
O que se sabe é que a área do aterro tá saturada, apesar de terem adquirido mais uma nesga de terra, existe a necessidade de expandir. Daqui a pouco não terá mais como socar o lixo de Itajaí e o de Balneário Camboriú naquelas bandas. E tem a pretensão da empresa de ser um aterro regional. Será que Nostradamus previu isso?
Tapinha de luva de pelica?
Fico de cara com o Nilton Dauer, que vem realizando um baita trabalho frente à Famai. Afinal, lascou uma multa de 20 mil no lombo de um secretário municipal e na toda poderosa Engepasa, que tava (parou?) cagando com o lençol freático, apenas 100 mil ou um carrinho pra botar no pátio já saturado da fundação? Para, né, Nilton!
Governo bate no governo?
Ontem, teve a reunião mensal do conselho de Autoridade Portuária (CAP) e ficou estranho o governo batendo no diretor financeiro do terminal peixeiro. Ali foi colocado que a grana pra manutenção do porto anda mixa e que será necessário buscar recursos na armazenagem, pra equilibrar as despesas.
Até o gargalo
Outra questão que aferventou a távola redonda do CAP foi o concurso público realizado na gestão passada e que o Ministério Público tá em cima pra que o porto chame os aprovados. O padre, ops!, superintendente do porto, Antônio Ayres, quer pedinchar a prorrogação por mais dois anos.
Socar tudo lá
O grande problema é que não tem necessidade de mais gente. Já tem um monte que vive se batendo lá dentro, sem mesa, sem cadeira e sem função. Os conselheiros discutiram a possibilidade de ponderar à dona Justa que não tem como chamar os concursados, principalmente porque falta grana. Não tem como pagar...
Num é assim
Os sacrossantos do porto sisplicam que a autarquia tem dois contratos. Um deles é com a empresa Do Vale, pra gerir sete postos de vigilância 24 horas, perfazendo 32 vigilantes ao custo de quase 74 mil mensais. O outro é com a empresa Cristal, que cuida da limpeza, com 53 funcionários ao custo de 93 mil reais ao mês.
Coceira no...
O que me dá uma coceira danada no cocoruto é saber que o porto já tem 110 guardas, com mais 32 são 142 guardas. Daqui a pouco, vai ser mais conveniente chamar o secretário da (In) Segurança, Carlos Ely, pra estar no nosso terminal. Afinal, ele não quer uma guarda?
...cocoruto
E não adianta coçar, que parece que a praga encalacrou no coco, na cachola. O porto tem 142 guardas, a prefa tem mais uns 108, fora a batelada de terceirizados. Se duvidar, o poder público municipal tem mais homens à sua disposição que a polícia Civil e, talvez, até a polícia Militar na cidade. Xô, coceira!
Tapa na espinha
Bem diz aquela frase de que a política ama a traição, mas não perdoa os traidores. Sobre essa história do Provesi e o Pavan, que deu uma de que sisqueceu, aqui na pequena pátria isso não é novidade. Já traíram lá atrás uma pá de gente que tava com o pé na porta pra entrar.
Alembrei!
E isso vem lá de trás, quando este socadinho entregava o DIARINHO pelas ruas da city peixeira. Que o digam Nereu Tibúrcio Sestrem, Nazareno Medeiros, Edson Picolli, Iráci Sodré, Anita Pires, Manoel Rodrigues Nelinho Conceição, e, mais recentemente, Osvaldo Gern, Clayton Batschauer, José Provesi, entre outros.
