JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Porto é nosso!
Leitor debulha que basta perguntar aos despachantes, funcionários de terminais retro portuários, caminhoneiros e até para fiscais intervenientes se o porto de Itajaí é nosso ou não. Lascam que a Portonave, do outro lado da vala, em Navegantes, começou há pouco tempo e dá um banho de eficiência e movimentação. Motivo de orgulho pra todo sul do mundo. É verdade!
Trançam as pernas
O leitor lembra que é um trabalho convencer as figurinhas carimbadas pra conseguir colocar um contêiner no porto. Expõe, ainda, a problemática dos caminhões que só são liberados pra entrar no porto através de senha, e diz que a Codetran manda dar voltas pela city. Questiona, por exemplo, o fato de dois órgãos controlados pela prefa serem campeões em lerdeza, ineficiência e dificuldade.
Filas sem fim
No caso das filas não é apenas uma desgraceira em frente ao terminal. Na rua Blumenau, por exemplo, um dia sim e outro também se forma fila em frente ao terminal da Braskarne. No horário de pico, fica apenas uma pista e forma uma baita fila, sem que os sacrossantos da Codetran se cocem. A única medida que fizeram foi colocar um pardal pra tascar multa no lombo dos motoristas dos brutos em frente à APM.
Engenharia de trânsito
É a fila que faz companhia a outras dezenas de filas famosas em pontos que tão há muito estrangulados em Itajaí e que aguardam por uma solução. Como os trevos de Blumenau e Brusque; o entorno da Univali; a saída pra Balneário Camboriú em frente ao cemitério; o trevo do Vanolli e da entrada da Estefano José Vanolli e por aí vai. Só vão melhorar se houver investimento e engenharia de trânsito. Recursos, obras e elevados.
Lutar, sim
Na questão do terminal, lembro que uma reportagem do jornalão Folha de São Paulo mostrou, em 2012, que Itajaí tinha crescido 700% nos últimos 10 anos, graças ao porto. Por conta da municipalização e dos avanços que tal medida trouxe. É preciso unir forças, independentemente de cor partidária, e manter o crescimento. É preciso avançar pra que a superintendência do porto fique enxuta. O programa de demissão incentivada é um deles.
Não larga
O vereador e presidente do PP da Maravilha do Atlântico, o baixinho entisicado Fábio Flor, afirma que a sigla fez uma análise da conjuntura municipal, estadual e nacional e se reúne no próximo dia 13 pra deliberar se o partido fica no governo do homem pássaro, prefeito Edson Periquito. Flor se diz um democrata e que a decisão tem que ser conjunta com a sigla. Aparentemente, ninguém quer largar o osso. Ou quer?
Ralo abaixo
Na verdade, Fábio não quer e nem deseja largar o governo do prefeito psitacídeo dos altos da Dinamarca neste momento. Vai correr pra onde? Partidários do PP não conseguem engolir o fato de o prefeito peemedebista jogar seu vice e o apoiou na candidatura a deputado estadual. Enquanto Fabinho levou na espinha. O problema é que largar a máquina e fazer parte da minguada e fraquinha oposição, vai levar pra onde?
Saíram do ninho
O PMDB de Penha está recrutando e fez algumas aquisições: levou três tucanos. Os ex-tucaninhos voaram da Fundação Municipal de Esportes, do Detranpen e também - esse há um pouco mais de tempo - do setor de comunicação. O trio, que antes fazia juras de amor à bandeira tucana, agora usa o vermelho.
Coragem mascarada
Agora usando a camisa vermelha, o trio começou a articular uma campanha de caça às bruxas, ou também, caça-tucana. Antes de confiança, os meninos prodígios agora usam as redes sociais para alfinetar o atual governo municipal, comandado por Evandro Eredes dos Navegantes (PSDB). Contudo, usam máscara: perfis falsos no fecibúque, a rede social do momento.
Sobrou até pro parque
Depois de malharem o Vando na internet, o trio ternura agora segue os pedidos de outro menino maroto, aquele que não sustenta ninguém, mas leva o nome: Aquiles Schneider. A nova juventude está questionando a isenção tributária concedia por ex-prefeitos da Capital do Marisco ao Parque Beto Carrero. Aquiles, em off e pra uma meia dúzia, afirma que é contra isso, assim como a nata do PMDB.
Sobrou até pro parque 2
Entretanto, à língua miúda e acostumada a lamber a ponta do marisco, já está tratando de refrescar a memória do povo. Quando foi derrotado na última eleição a prefeito, Aquiles, em campanha, sentou-se à mesa do Edilson (diretor do parque) e teria prometido o mundo e o fundo caso o BCW o apoiasse nas eleições. Ai, ai, ai, que feio calcanhar!
Discurso diferente
Calcanhar de Aquiles quando está no Bar do Baiano, no Bar da Gorete ou mesmo no Bar do Ponga, gosta de dizer que é contra a isenção do parque e que quando sentar na cadeira estofada do Vando vai cortar as regalias do mundo encantado. O mocinho bom do PMDB ainda garante que seu hobby não é andar de cavalo, mas sim com o Hillux do sogro.
