JotaCê
Por Coluna do JC -
JC é colunista político do Diarinho, o jornal que todo mundo lê, até quem diz que não. A missão do socadinho escriba é disseminar a discórdia, provocar o tumulto e causar o transtorno, para o bem da coletividade.
Era uma vez R$ 9 milhões...
Na posse do prefeito da terra da pedrada e ex-tiro ao vereador, Elcio Kuhnen, a ex-prefeita loirosa, Luzia Coppi (PSDB), fez a entrega pomposa de documentos e ressaltou que deixava a prefa com R$ 9 milhões em caixa. O que é muita coisa e deixou o pessoal pensando que Elcio teria dias fáceis à frente do comando do munícipio.
Não é bem assim...
Mas o pessoal do financeiro, fuçando as contas, descobriu que mais de R$ 8 milhões deste dindim eram recursos vinculados, que só podem ser usados para fins específicos. E daí pouco mais de R$ 900 mil são recursos livres. O problema aumenta, quando se verifica que as despesas de recursos livres que devem ser pagos são de mais de R$ 3 milhões o que gera um déficit financeiro de recursos livres de R$ 2.303.300,48.
Historinha...
Além desta dívida, ficaram quase R$ 3 milhões (R$2.948.811,45) de parcelamento da Previdência dos barnabés. A prefa não havia recolhido os valores de agosto a dezembro de 2016. E continua: Há ainda para pagar financiamentos de obras com o Badesc e a Caixa Econômica. Ou seja, Luzia deixou mais dívidas do que dinheiro em caixa.
A farra genealógica
Cada dia chegam mais e mais denúncias a este socadinho escriba da parentada que senta os glúteos nas cadeiras da administração do prefeito, barbudinho Volnei Morastoni (PMDB). Tem uma leva na piramidal casa do povo, comandada pelo presidente Paulinho Amândio (PDT) da nova-velha, ou seria velha-nova politica?
Farinha pouca...
Lideranças partidárias têm feito a festa nas nomeações. Os presidentes que participaram do acasalamento, ops, coligação que elegeu o barbudinho, primeiro grudaram as buzanfas branquelas nas cadeiras. Agora, estão remando a barcaça pra não deixar patroas, filhos, noras, genros, amantes e até sogras no solão desse calor infernal.
Pai, filho e...
O dito popular diz que farinha pouca, meu pirão primeiro. O presidente do PPS, purexemplo, Jorge de Andrade já tá grudado nos canos do Semasa e, agora como um bom pai, emplacou seu filho como diretor de Eventos da piramidal casa do povo. Não contente, ainda nomeou a esposa como secretária de escola. Ou vocês acham que ele ia deixar a patroa sem uma renda?
Passa a foice
Na última edição do jornal do município, o pai do vereador Marcelo Werner (PCdoB), conhecido na comunidade rural como Zeca Werner, apareceu como assessor de Diretoria na secretaria de Agricultura de Itajaí. Se continuar do jeito que está, quando o barbudinho Volnei Morastoni pedir um organograma da prefa peixeira, lhe entregarão árvores genealógicas. Oh, raça infeliz de bocudos!
Bateu, levou...
Marcelo Werner, comunista e evangélico, se elegeu numa coligação ao lado dos tucanos da BBB, Anna Carolina. Na eleição da Mesa Diretora da piramidal esteve ao lado do independente Nikolas Reis (PDT), contrariando novamente o governo de plantão no paço da Vila Operária. Marcelo Werner foi, inclusive, xingado de coisas feiosas, pelo vereador sem projetos - pula canoa, Vanderlei Dalmolim (PMDB).
Por isso que...
...na política se diz que promessa de campanha é como brisa do mar, passa rapidinho. E se alguém tirar um tempinho pra bizolhar com calma o JM, vai encontrar muito bom da boca que alardeia bons princípios com a parentada toda alojada na cola da prefa. Mas, tá caladinho, caladinho. Lembra aquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo? Já me descobriram aqui! Larga deu, larga deu, sô!
Geladeira boa
Os puxas do paço da Vila Operária quiseram botar panos quentes nas questões da SEPOG, levantadas pela coluna, afirmando que foi a super secretaria que tirou poderes da Fazenda, Administração e Urbanismo, e que foi criada especialmente para um nome, a super secretaria deveria juntar Planejamento, Orçamento, Gestão, Compras e muito mais. Ocorre que, mesmo assim, o município entrou em uma crise medonha.
Cara do Governo
Alardeiam que cada governo precisa dar a sua cara, precisa estabelecer sua gestão, e não pode ficar refém de nomes, justamente por isso que os efetivos são tão necessários, para dar essa continuidade permanente, mas os bocudos de plantão dizem que existe uma hierarquia e que o governo mudou, muitos dos costumes da gestão anterior, não devem permanecer.
Nos cornos da lua
Colocam, também o secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão nos cornos da lua, ao dizer que Alexandre Balbino (PDT) é um cara excelente, e tem a difícil tarefa de tocar uma super secretaria com vícios difíceis. Tudo passa por ela de alguma forma, ou seja, precisa de comando, hierarquia e respeito.
Babada
Os puxas poderosos também dão uma babada na Jane Gomes Furtado ao lascar que a muié é uma excelente profissional, foi para o IPI que precisa de gestão para garantir a aposentadoria do funcionalismo, o que é uma tarefa difícil e precisa de bons servidores, alem disso receberá uma boa gratificação
Rachada
Como a coluna noticiou, ontem, a primeira sessão da casa do povo da Maravilha do Atlântico, durou quase cinco horas. As excelências excelentíssimas aprovaram a reposição salarial dos barnabés da prefa de 8,77% e o cartão alimentação de R$ 326,31. E o encontro mostrou que o Manda-Brasa praiano tá mais do que rachado.
Soberano
O ex-presidente da casa do povo da Maravilha e dublê de vampiro italiano, Nilson Probst (PMDB), parece que que ainda não caiu a ficha de que não é mais o presidente da casa. A todo instante dava ordens ao novo presidente Roberto de Souza Júnior (PMDB), querendo que Robertinho conduzisse o parlamento da mesma forma que Nilson conduzia. Mas pra que serve o regimento interno então, se o presidente é soberano?
Doído
Em um dos momentos mais tensos da reunião, Roberto Júnior fez um gesto passando a mão no braço, sugerindo que o colega de parlamento Nilson, ainda estaria com dor de cotovelo pela perda da presidência. Foi o suficiente para o policial Nilson sair da tamanca, digo, de si, e dar voz de prisão, digo, provocar um bate boca medonho, com direito a corte do som dos microfones.
Líder
O vereador Marcelo Achutti (PP) chegou a pedir aos colegas do manda-brasa que deixassem de lado a discussão partidária que já tomava quase uma hora, das cinco que durou a sessão. Deixem a discussão política para a sede partidária, aqui tem pessoas esperando o resultado da votação e não dos nossos problemas pessoais, bradou Achutti, que até o momento exerceu o papel de líder do governo, mesmo não sendo oficializado no cargo.
