A Vigilância Sanitária de Itajaí fez uma nova fiscalização no shopping da cidade, no centro. Ao todo, 26 estabelecimentos foram vistoriados pelos fiscais nesta terça-feira, e um deles foi interditado. Os demais comércios receberam orientações para seguir as regras municipais.
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Em cinco horas, o restaurante interditado foi completamente limpo, passou por nova vistoria e recebeu autorização para reabrir. No entanto, terá que pagar multa referente ao embargo inicial. O nome ...
Em cinco horas, o restaurante interditado foi completamente limpo, passou por nova vistoria e recebeu autorização para reabrir. No entanto, terá que pagar multa referente ao embargo inicial. O nome do local não foi informado.
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O diretor da Vigilância Sanitária, Silvio Schaadt, explica que o local pode reabrir porque, a vigilância dá prazo de 15 dias para a regularização. No entanto, o comerciante rapidamente atendeu as exigências, deixando toda a cozinha higienizada, pedindo uma nova vistoria para conseguir reabrir. “Com a nova vistoria ele reabriu, mas ainda tem prazo de 15 dias para se adequar nas outras situações, como a carteirinha de saúde, mudar algumas coisas que faltavam ali, mas a parte de higiene, que houve a interdição, ele já resolveu”, explicou Silvio.
Além da falta de higiene na manipulação dos alimentos, muitos funcionários dos restaurantes vistoriados não tinham a carteira de saúde, exigida por lei. Os comerciantes terão prazo de 15 dias para fazer as adequações apontadas pela fiscalização.
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O objetivo da ação é proteger a saúde de frequentadores do centro comercial, prevenindo contaminações, viroses e surtos de doenças transmitidas por alimentos.
Os fiscais também orientam os trabalhadores sobre como evitar contaminações, garantindo a qualidade dos produtos e serviços oferecidos à população e aos visitantes.
“As inspeções serão constantes para verificar se os estabelecimentos seguem as normas de higiene, acondicionamento e armazenamento de alimentos. Também orientamos a população a ficar atenta à higiene dos locais frequentados e a exigir o alvará sanitário”, destaca o diretor.