CAMBORIÚ

Corpo de morador de rua fica largado em calçada

Populares reclamam da demora do recolhimento 

Andarilho morreu de causas naturais e funerária se negou a fazer o serviço por falta de pagamento  (Foto: Leitor)
Andarilho morreu de causas naturais e funerária se negou a fazer o serviço por falta de pagamento  (Foto: Leitor)

A demora para transportar o corpo de um andarilho na rua Monte Frade Macaé revoltou os moradores do bairro Monte Alegre, em Camboriú, na quinta-feira. O homem, que morreu de causas naturais, ficou cerca de quatro horas largado no passeio público até ser retirado por uma funerária conveniada com a prefeitura.

Os bombeiros atenderam a ocorrência por volta das 11h30 e inicialmente suspeitaram de possíveis lesões na vítima, acreditando ser uma ocorrência de homicídio.

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Os bombeiros atenderam a ocorrência por volta das 11h30 e inicialmente suspeitaram de possíveis lesões na vítima, acreditando ser uma ocorrência de homicídio.

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As Polícias Científica e Civil foram chamadas e descartaram a morte violenta, alegando que o homem morreu de causas naturais. Os policiais saíram do local e a funerária foi acionada.

No entanto, como faltava a liberação do corpo — documento emitido pela Polícia Científica — a funerária se recusou a realizar o recolhimento sem o documento em mãos. “Ficou horas e horas jogado na calçada. Foi uma burocracia e a funerária se recusou a pegar o corpo”, contou um vizinho.

Segundo a PM, a demora no recolhimento ocorreu porque a família da vítima não tinha dinheiro para pagar a funerária. Eles tiveram que acionar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que autorizou a remoção por uma funerária conveniada com o município.

No entanto, quando a funerária chegou ao local, ainda faltava o documento de liberação do corpo. A Polícia Científica precisou emitir o documento e retornar ao Monte Alegre para a funerária fazer, finalmente, o recolhimento. “O trâmite demorou, mas o problema é que o corpo ficou exposto na rua, gerando comoção”, informou a corporação.



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