Matérias | Entrevistão


Arildo Simão

"Eu acho que aprendi mais do que ensinei”

Professor, compositor e intérprete

Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]



Arildo Simão da Silva leciona em Itajaí há quatro décadas. Compositor, intérprete e regente de coral, o professor Arildo usa a música para auxiliar os alunos no processo de aprendizado, mas também para descobrir novos talentos, como a cantora Bárbara Damásio. As aulas estão na memória afetiva dos alunos que passaram por essas classes. À jornalista Franciele Marcon, Arildo falou sobre música, educação, contou como escreveu o hino do Clube Náutico Marcílio Dias, relembrou os festivais de música na região na década de 80 e parabenizou o município de Itajaí e a Univali por manterem o Festival de Música de Itajaí e o Festival Internacional de Música da Univali. Arildo também comentou sobre o orgulho de ter visto seu filho, Simão, se tornar músico e dos amigos dele, como Vitor Kley, estourarem nacionalmente. Ele ainda reserva todas as sextas-feiras para levar música aos pacientes do hospital Marieta Konder Bornhausen ou a outras instituições filantrópicas. Arildo também segue firme como professor e nem pensa em se aposentar. Sorte dos alunos...

As imagens são de Fabrício Pitella. A entrevista, em áudio e vídeo, você confere no portal DIARINHO.net e em nossas redes sociais.



 

DIARINHO - O senhor iniciou como professor do CAU há cerca de quatro décadas, 37 anos mais precisamente. Como conseguiu envolver a vida em sala de aula com a dos palcos?


Arildo – Eu acho que a música foi bem encaminhada. Eu penso que a música tem esse papel junto à educação, é uma estratégia, uma dinâmica, que pode ajudar e ajuda muito. Tanto que hoje a gente fala com vários alunos que sempre lembram do professor cantando, o professor usando essa dinâmica, harmonizando o ambiente. A música tem esse papel relevante na minha vida. A música pode fazer esse diferencial. Porque eu diria que é um recheio na didática, né? Favorece a harmonização do ambiente, faz com que o aluno se sinta bem, e abre esse caminho para que a pessoa possa buscar o conhecimento. [E o senhor foi professor de História e Religião com o Normélio [Weber], com o Bento [da Silva]?  Conta essa história pra gente...]. É, na época foi Educação Religiosa. Eu lembro que eu tinha vários amigos, se não me engano era o Normélio Weber que estava iniciando naquela época a Educação Religiosa e também o José Bento, grande amigo da gente. E em seguida fui trabalhando em vários colégios. Eu comecei muito cedo. Comecei também na Fucabem, que é Fundação Catarinense do Bem-Estar do Menor, que era inserida ao Parque Dom Bosco. Iniciei ali com 17 anos dando apoio, e assim fui gostando da educação e entrei pela educação lecionando em vários colégios e sempre levando a música como uma didática, uma dinâmica para que levasse o conhecimento aos alunos. [O senhor começou em sala de aula num tempo sem internet ou redes sociais.  Quais as transformações que o senhor observa na juventude? Tem mais benefícios ou mais malefícios?] Eu acho que muitas coisas são adiantadas demais, porque nem todo canal que essas crianças hoje pegam, nem tudo o que se vê nas redes sociais é verdade. Eu acho que o professor presencial, no seu contexto de vida, pode trazer muito mais conhecimento que meramente um telefone, que no seu Google lá que se busca e cai no colo deles. Eu acho que é meio perigoso, no meu ponto de vista, os canais em que o aluno tem acesso. É minha preocupação. Existem verdades, mas também podem existir muitas mentiras nesse meio. Eu acho que o conhecimento presencial do professor, a presença do mestre, ainda é muito importante.

 


 

DIARINHO - O seu filho Simão, que também é músico, sempre fala em entrevistas que a inspiração veio do senhor. Ele também foi seu aluno? É um sentimento de dever cumprido quando ouve o filho falando assim?

Arildo – Eu fiquei muito feliz, porque eu tive muitas passagens por festivais. Eu comecei com festivais cristãos, de músicas religiosas, em 79, e ali comecei a me inspirar, porque eu sempre fui muito ligado na fé, na religiosidade, graças a Deus. E meu filho sempre me acompanhou. E depois eu peguei o coralzinho do CAU, e ele participava. Fiz um clipe muito bonito de final de ano e ele estava. Inclusive era uma música minha: “Tudo depende de nós”. Ele vivenciou muito. E eu sentia o Gustavo sempre presente, sempre arrumando meu microfone, sempre pegando o violão, e eu acho assim uma surpresa, uma surpresa muito grande. Ele compõe muito bem, tem uma boa interpretação no palco, e isso me alegrou muito, que eu seja uma referência...

DIARINHO – O senhor ainda conduz o coral infantil da Univali, do CAU?


Arildo – Agora não. Eu larguei faz seis meses. A gente não pode parar com a música, mas a gente tem que dar chance para outras pessoas. Hoje nós temos uma boa faculdade de música, tem acadêmicos que podem fazer bem esse papel. É o colégio de aplicação aplicando realmente, mas eu sempre estou envolvido. Eu acho que a música, eu fui vocacionado pra isso. Depois... ah, por que não cantar? A gente tem que ousar. É isso que eu faço, eu levo a música e eu levo uma verdade da música. Então quando tu tem uma verdade a ser levada, eu digo na questão vocacional, seja na pintura, seja na culinária, não teime. A arte tem que aparecer em todos os sentidos. A vocação. Tem que aparecer. Abrir a janela [ E o senhor fez isso também há cerca de 30 anos lá no morro da Cruz, na época que o fundador do DIARINHO ainda era vivo, o Dalmo Vieira...] Mais de 30 anos. Eu lembro que o seu Dalmo pegou o jormal, que tinha saído na hora, eram umas 22h, 23h, naquela época não lembro bem o detalhe, que eu peguei, como se diz “no forno”, e o DIARINHO que estava ali iniciando, já estourando. Eu fiquei muito feliz, isso daí marcou muito pra mim, sabe, a trajetória do seu Dalmo, no morro da Cruz, quando eu fui fazer uma visita. Eu estava muito em evidência. E fui chamado lá, tive a honra de estar com o seu Dalmo, o DIARINHO saindo da gráfica na hora. São quase 40 anos, tá? É tempo pra caramba.

 

A música Lua tirou o primeiro lugar no Festival Universitário da Canção. Que bom ser lembrado pelos alunos por essa canção”

 

DIARINHO - Como orientar uma criança que queira participar do coral?


Arildo – Eu penso assim: a universidade tem esse leque de opções, nós temos o coral infanto-juvenil, nós temos também o curso de música, que devo, tenho que falar porque eu estou lá dentro, então eu acompanho, mas nós temos várias entidades que trabalham com música em Itajaí. A própria prefeitura também tem e eu penso que os pais devam detectar. Às vezes o filho canta. É tão fácil entrar onde tem entidade que trabalha com música. A própria Casa da Cultura. Se o aluno já tem manifestação com a música, tem que incentivar. Eu acho que vem de casa esse incentivo, porque, de repente, está ali o grande músico. Eu sempre fui uma pessoa de observar: quem era o aluno que manifestava… vem cá, vem cá, vem cantar comigo. Eu sempre resgatava muitas pessoas que tinham o dom da música pra levar pra frente. Dar essa oportunidade.

DIARINHO – Professor, no final do ano passado, ainda quando o senhor estava à frente do coral da Univali, vocês gravaram com o Vitor Kley um clipe, uma parceria com o coral, as crianças cantando. Como é que foi?

Arildo – Foi maravilhoso. O Vitor manifestou em uma das músicas dele, estava com o Simão, meu filho, em colocar o coralzinho junto, o que eu achava. É maravilhoso. Inclusive naquele dia foi um auê, a sala encheu. Tinha mais pai do que aluno querendo ver o Vitor. E as crianças, pra elas foi superdivertido, e acho que é por aí. Pras crianças, além de ser o ídolo delas, é um up, uma autoestima, que o Vitor também começou cantando no colégio. E ele também é a cara da criançada, com aquele jeito. Foi muito maravilhoso.

 

A arte não pode ficar guardada na gaveta”

 

DIARINHO – Falando em música e memória afetiva, ficou na memória de muitos alunos do CAU a letra de uma música que falava sobre a lua. É mais ou menos assim: “ó lua, ó lua imaginária, ó lua, me leva para o céu ó luaaaa.” O senhor apresentou muito essa música Pode cantar um trechinho pra gente?

Arildo – Claro que sim. Inclusive, às vezes, me encontram no supermercado: “dá licença um pouquinho, professor, professor, quero mandar pro meu grupo, canta a lua”. Foi uma música que interagiu muito com os jovens. “Quero seguir para o alto, quero seguir para o alto, cantar a minha canção. Ó lua, ó lua imaginária lua, me leva para o céu, ó lua... ó lua imaginária, ó lua, me leva para o céu, ó lua!” Eles cantavam muito, eles gostavam muito. E que bom ser lembrado por esta música... [E o senhor apresentava em festivais?]. Ela tirou o primeiro lugar no festival promovido pela Furb, o FUC (Festival Universitário da Canção). Na época era muito forte o festival, e nós tiramos o primeiro lugar. Então nós levávamos muitos alunos, inclusive eu levei o coral para um dos festivais lá também. A criança tem que aparecer, ela se sente muito feliz. Como eu falei, a música não pode ficar guardada em gaveta. A arte não pode ficar guardada na gaveta. Eu volto sempre a falar isso. Tem muitos artistas em Itajaí, tem muitas pessoas que pintam, bordam, e às vezes está ficando só pra ela. Eu sou uma pessoa que gosta de estimular. Tem que mostrar o trabalho, acho muito lindo quando tem feiras ali, os artesanatos, as pessoas também têm que parar pra olhar esses artistas. Eu sempre fui de estimular e valorizar essas pessoas.

DIARINHO – Falando em coisas boas, o senhor compôs a nova melodia do hino do Marcílio Dias. Como foi essa experiência?

Arildo – Essa música, o hino do Marcílio Dias, eu tenho muita honra. A primeira composição era do padre Schmidt, falecido padre Schmidt, professor do Salesiano, só que não havia uma oficialização. Letra tinha, mas não havia a pauta da música, então fizeram um concurso e eu entrei. Inclusive, é muito interessante, a gente não tinha esse recurso, mas eu gravei dentro de um banheiro da Univali, que dava eco. Eu botei meu gravador, nem era celular, um gravadorzinho. Eu compus essa música, terminei a letra lá porque era uma acústica boa, e eu compus essa letra e música e entrei no concurso. E essa música foi a vencedora. O Marcílio faz gol, gol, gol, pra vitória eu vou, vou, vou. Então eu queria pegar uma música que desse um ritmo legal, que tivesse um refrão legal. Espero que o mesmo gol que tá na letra da música, o Marcílio possa fazer. [Como o senhor vê a tentativa de alterar o hino de Santa Catarina?] Eu tenho comigo o seguinte: existe uma história por trás disso. Não se mexe na história das pessoas que já passaram. É como querer ou mexer com a nona sinfonia de Beethoven. É um hino difícil? É. Ele tem uma cadência, é difícil, mas por trás disso tem uma historia, até de pessoas que cantaram e se já partiram dessa vida. Eu não mexeria. É difícil, é complicado, mas tem que se respeitar a história.

 

Tudo o que eu faço de melhor e pior é para mim. A gente tem essa regra”

 

DIARINHO – Professor, o senhor também ficou à frente do Coral Univida. Ele continua suas atividades?

Arildo – Houve uma parada por causa da pandemia. Nós tivemos um trabalho na área assistencial, e nós nos reencontramos sim. Não há um ensaio geral, mas a gente ensaiou tanto, e as músicas são tão conhecidas, que é só chamar o pessoal. Vamos ao orfanato, vamos no asilo, e chega todo mundo. A gente faz esse trabalho no hospital Marieta também. Porque existe ainda o curso de extensão do curso de Psicologia que é o preparo para trabalhar no voluntariado, né? Então a Univida é isso, a universidade para a vida. É um curso que faz parte do curso de psicologia, que são pessoas egressas, que se formaram e tal. E aí começamos a formar, e a gente fez esse trabalho, que é muito bacana, são pessoas que são a maioria acima de 60 anos, que também ajuda esse momento delas. Eu sempre falei, falo e repito, essas pessoas nos agradecem e eu acho que o ser humano tem que aprender uma coisa: o obrigado que as pessoas nos dão não é obrigado. É dizer: eu fiz para mim. Não é obrigação minha. Tudo o que eu faço de melhor é para mim e de pior é para mim. A gente tem essa regra. É uma lógica. É, malandro, eu aprendi com a vida, com os tropeços que tudo o que eu faço... as pessoas me agradecem e tal. Muito obrigado. Eu fiz para mim. O retorno é para mim. Que as pessoas tenham isso na consciência. O bem que tu faz incondicionalmente não vai para ele. Incondicionalmente. Ah, dei um presente pra aquela pessoa mas ela não me deu nada. Morreu, cara. Não faça isso. Então, a vida me ensinou e me ensina a cada dia, porque o bem que eu tenho na minha vida e que eu recebo é incondicionalmente eu que fiz. Às vezes as pessoas pensam assim: “mas aquela pessoa foi embora”. Mas foi com Deus. A diferença é essa, porque eu também vou. Sadiamente aqui, eu posso ir amanhã, cantando, e bum. Então que as pessoas tenham isso, que vá, mas vá em paz, que vá sublimando, vá leve. Então esse é o papel que eu levo na música no hospital... Que as pessoas possam ver, mesmo na dor. Que a música possa fazer essa diferença.

DIARINHO - Itajaí vive a 25ª edição do Festival de Música e também vai receber o Festival Internacional de Música da Univali agora em setembro. Qual a importância de iniciativas assim para a vida cultural da região?

Arildo: Eu acho que tudo vem para somar. Itajaí tem essa característica de trazer sempre música. Eu quero fazer uma referência também ao reitor da universidade, o professor Valdir Cechinel, uma pessoa que teve esse olhar artístico. Eu não estou puxando saco não, que eu tô quase me aposentando, então não preciso puxar o saco do reitor. Eu estou falando pela verdade. É uma pessoa que fez uma diferença muito grande na parte artística da universidade. Ele é compositor também. Ele abriu esse leque, na parte que toca, na música. Também compus com ele muitas coisas. Ele teve esse olhar para a música. Além de ser um cientista... O professor Valdir Cechinel foi uma pessoa que abriu esse lado da universidade para a música, tanto que também ele teve esse olhar para a faculdade de Música. E hoje a gente vê a música internacionalizado, hoje tem um Festival de Música Internacional que vai começar na universidade, que também tem a mãozinha dele ali. Ele gosta. E isso veio a somar. O Festival de Música de Itajaí, com o Festival de Música da universidade que vai começar agora. E vai ser muito bacana. Tá vindo aí Gilberto Gil. A gente também tem que parabenizar o Normélio Weber por esse trabalho que ele vem fazendo junto à Fundação Cultural. E eu fico muito feliz. É a parte que realmente é um diferencial de Itajaí. Tanto pela Fundação Cultural como também pela universidade. [E quem o senhor cita como um grande músico que é da região, que é de Itajaí? Quem é para o senhor o grande músico da cidade?] Vou começar pelo meu filho Simão. Novinho, que tá chegando aí, compondo com o grande Vitor Kley. Amigo também da Atitude67, outros mais. E o Gustavo, novo como é, já compondo. A Bárbara Damásio, que é cria do meu coralzinho. Começou ali no coralzinho comigo. Tem tanta gente. A Hilda. Eu, Hildinha Deola, quanto tempo cantamos juntos. Era do Cantando por Aí, mas antes cantou em festivais comigo. Supertalentosa também, carismática. Eu não posso esquecer, até perigoso eu falar aqui, talvez até esqueça de alguém. Mas nós temos vários músicos. [Não dá de resumir em um só...] Não dá, não dá. Tem vários músicos. Vários talentos, corais que nós temos na cidade. Tem o Paulo Severino com o grupo dele e com os corais também...

 

A arte tem que aparecer em todos os sentidos. A vocação tem que aparecer. Abrir a janela”

 

DIARINHO – São quase 40 anos de magistério. O que fica de lição da sala de aula?

Arildo: Que eu tenho que aprender mais. Muito mais. Aprender com as minhas derrotas, podia refazer algumas coisas. Mas eu acho que, vejo aqui o Fabrício [que está produzindo a entrevista em vídeo], que está ao meu lado aqui, que foi aluno do CAU. Uma surpresa muito grande quando a gente vê alunos. Eu comentava com o Fabrício também. A gente aprende muito. A gente falhou muito. Mas a educação é muito importante. É um sacerdócio a educação. Foi muito importante a vida no magistério. Passou muita gente pela vida. Eu aprendi muito com os alunos. Aprendi muito com as pessoas. E hoje aprendo ainda. O reconhecimento, “pô, não fui tudo isso”. Eu comentava ali que alunos vem falando para mim. “Poxa, Arildo. Eu vejo os alunos cantando o Hino Nacional, alguns mexem só com a boca. E eu canto Hino Nacional porque tu dava um ponto pra nós quando nós cantávamos o Hino Nacional em sala de aula. Tu lembra?” E muitas coisas mais. O carisma dos alunos. A gente tem que ver também. Passaram muitas pessoas boas, alunos maravilhosos pela vida da gente. Famílias maravilhosas. Então a gente aprende com as famílias e com os alunos. Eu acho que aprendi mais do que eu ensinei. Essa é a minha resposta.

 

Raio X

 

NOME: Arildo Simão da Silva

NATURAL: Itajaí

IDADE: 61 anos

ESTADO CIVIL: Casado

FILHOS: um 

FORMAÇÃO: Pedagogia

TRAJETÓRIA PROFISSIONAL: Trabalhou por 30 anos na rede estadual de ensino, atuando com as disciplinas de Ensino Religioso e Ciências em colégios como Victor Meirelles, Francisco de Paula Seara, Pedro Paulo Felipe e Henrique da Silva Fontes. Trabalha há 37 anos na Univali, atuando como professor, responsável pelo coral infantil do Colégio de Aplicação da Univali (CAU) e atualmente como coordenador da Pastoral Universitário; foi regente do coral Univida e atualmente é voluntário levando música para os pacientes do hospital Marieta Konder Bornhausen, instituições, asilo e Unacon. É compositor e intérprete tendo participado de vários festivais de música pelo Brasil.

 

 

 




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