Matérias | Entrevistão


Jorge Bornhausen

“As urnas são absolutamente seguras. Até hoje ninguém descobriu fraude. É história de quem está pensando que pode perder”

Ex-governador de Santa Catarina

Franciele Marcon [fran@diarinho.com.br]




O catarinense Jorge Bornhausen participou ativamente da história política do Brasil nas últimas décadas. Antes disso, desde a infância, foi espectador privilegiado da formação política de Santa Catarina. Filho do governador Irineu Bornhausen, sobrinho de Marcos Konder [prefeito por vários anos em Itajaí], de Adolfo Konder [governador do estado] e Victor Konder [ministro de estado]. Todos ligados a Itajaí. Jorge faz, desta forma, parte de uma das mais tradicionais famílias catarinenses que alternaram os sobrenomes Bornhausen e Konder no poder por muitas décadas. Jorge iniciou sua carreira política na época da ditadura militar, foi eleito de forma indireta duas vezes governador, e senador em eleições diretas em outras duas oportunidades. Foi ministro de estado dos presidentes José Sarney e Fernando Collor de Mello. Foi também o líder da oposição, quando comandou o PFL, na época do ex-presidente Lula.

Depois de 11 anos afastado da política partidária, Jorge se filiou ao PSD e apoia a candidatura a deputado federal do filho, Paulo Bornhausen, e manifestou apoio ao candidato ao senado Raimundo Colombo e a Gean Loureiro ao governo estadual. Sobre o atual contexto político do Brasil e de Santa Catarina, Jorge respondeu todas as perguntas das jornalistas Franciele Marcon e Samara Toth Vieira.

Para o ex-senador da República, a democracia no Brasil está consolidada e sem qualquer chance para arroubos ditatoriais. A entrevista completa em áudio e vídeo você confere nas redes sociais do DIARINHO. Acesse www.DIARINHO. net. As imagens são de Fabrício Pitella.



 

DIARINHO - O senhor ocupa, pela extensão da sua carreira política, pela vivência partidária e pelo acesso às principais lideranças nacionais, um lugar privilegiado de observação da conjuntura. Desde o fim do governo militar, em 1985, até hoje, passando pela aprovação da Constituição de 1988, a democracia brasileira tem se consolidado, ou ainda tem fragilidades que talvez estimulem aventuras autoritárias?

Jorge Bornhausen: Eu entendo que a democracia no Brasil está consolidada. Existem alguns arroubos antidemocráticos, mas eles não superarão as estruturas democráticas e institucionais existentes e que funcionam. Funcionam, às vezes deixam a desejar, mas estão preservando a democracia.


DIARINHO - Numa entrevista publicada em novembro de 2021, o senhor disse que não via muitas possibilidades de surgir uma terceira via eleitoralmente viável para a presidência. Segundo as pesquisas, o cenário está claramente dividido entre dois candidatos, que o senhor qualificou como “o passado da corrupção e o presente da falta de equilíbrio mental”. O senhor mantém essa afirmação a um mês da eleição?

Jorge Bornhausen: Olha, eu acho que a gente não pode perder a esperança no Brasil, não é verdade? Eu não considero que os candidatos na frente das pesquisas sejam bons candidatos, pela experiência já vivida. Eu estou entre votar na Simone Tebet [MDB] ou no Luiz Felipe D’Ávila [Novo]. [Quem seria um bom candidato a presidente para o senhor?] Um bom candidato teria sido o governador do Rio Grande, o ex-governador Eduardo [Leite, do PSDB]. Eu acho que era a mudança geracional que o país estava precisando. Os políticos mais antigos, os que tinham liderança, já não existem mais. Os novos não têm nenhuma liderança e não estão levando o país para o rumo certo. Eu acho que o Brasil vive uma desorganização institucional. Precisava de alguém que tivesse muito respeito e credibilidade, colocasse cada poder dentro daquilo que lhe é incumbido na Constituição, sem um poder avançar no espaço do outro. Não acredito que os atuais candidatos que estão em melhor posição nas pesquisas, se eleitos, conseguirão fazer isso.

DIARINHO - O senhor não havia manifestado apoio a nenhum nome à presidência publicamente até então. O senhor está indeciso entre a Simone e o candidato do Novo…

Jorge Bornhausen: Não, eu acho que não me cabe manifestar, é um voto pessoal. [Mas em Santa Catarina o senhor anunciou voto no Gean Loureiro e no Raimundo Colombo…] Porque eu tenho convicção de que os dois são os melhores. Então não tenho nenhuma dúvida em afirmar o meu voto ao senado e governo do estado. Agora, eu vejo como mais preparada a Simone, o Luiz Felipe. Vou ver quem tem mais chance e, na época oportuna, eu decido o meu voto para presidente. Mas meu voto é pessoal, hoje.

DIARINHO - Como o senhor imagina o Brasil de novembro de 2022, depois de proclamados os resultados da eleição?


Jorge Bornhausen: Eu espero que os fantasmas desapareçam. Mas eu vejo uma situação ainda muito difícil. Além dessa desorganização institucional, nós temos um risco fiscal evidente, porque as medidas adotadas, eu não sou contra elas não, porque nós temos um grande desequilíbrio social, mas não há uma previsão adequada para o cumprimento financeiro dessas medidas. Nós temos um problema fiscal que o novo presidente vai ter que enfrentar em abril, maio. É mais uma dificuldade. E, de outro lado, temos uma dificuldade política, que hoje tem uma “arapuca do centrão”. E o centrão irá com o presidente que lhe oferecer as condições que ele deseja. Lamentavelmente nós não tivemos o corte no chamado “orçamento secreto”, que são as emendas de relator. É uma tristeza isso, porque é uma invasão de poder e coloca-se o dinheiro de forma sem estar programada, sem projetos, e muitas vezes com má intenção.

DIARINHO - Há alguma chance de o resultado das urnas não ser respeitado?

Jorge Bornhausen: Não, eu não vejo por quê. As urnas são absolutamente seguras. Eu já vivi o tempo da cédula e o tempo da urna. Muito melhor o tempo da urna, ninguém contesta. Até hoje ninguém descobriu uma fraude, nada disso. É história de quem está pensando que pode perder.

DIARINHO - O senhor costuma dizer que gosta de manter o diálogo com adversários por apreço à democracia, mas também, estrategicamente, para saber o que os seus adversários políticos estão planejando. O senhor foi duramente criticado por aliados de Bolsonaro quando recebeu para uma conversa o ex-ministro José Dirceu, um dos ideólogos do petismo, grupo que, historicamente sempre foi seu adversário político. O senhor se arrependeu dessa conversa amigável depois de tanta polêmica causada?


Jorge Bornhausen: Não, eu sou um homem educado. As pessoas com quem eu tenho relação eu trato bem. Zé Dirceu foi presidente do PT quando eu era presidente do PFL. Nós tínhamos que ter um contato educado, adequado à democracia. Ele chegou em Florianópolis, estava hospedado no meu prédio e disse que gostaria de me visitar. Eu o convidei para vir à minha casa. Isso é um gesto de educação política. Qualquer outra interpretação é muito miúda para cabeça que não entra nada. [Mas o senhor esperava essa reação tão dura, tão crítica do bolsonarismo, quando o senhor fez essa gentileza?] Não, primeiro a notícia surgiu dois meses depois. A intenção era fazer confusão. Eu tenho uma posição anti-PT histórica. A minha posição anti-Lula é histórica e continua sendo e continuará sendo, porque eu discordo completamente dos métodos dele. Agora, isso não significa que eu não possa conversar com alguém do PT. Eu acho que a educação política precisa ser aprendida por muita gente por aí. Não torne o seu adversário um inimigo, porque ele pode ser o seu companheiro de amanhã.

 

[…] Nós temos um risco fiscal evidente, porque as medidas adotadas, eu não sou contra não, porque nós temos um grande desequilíbrio social, mas não há uma previsão adequada para o cumprimento financeiro dessas medidas”

 

DIARINHO - Como o senhor vê a nominata de candidatos ao governo de Santa Catarina?

Jorge Bornhausen: Olha, eu entendo que o Esperidião já foi governador, já teve a sua oportunidade, tem um mandato de senador a cumprir. A sua missão deve ser continuada no senado. O mesmo se aplica ao senador Jorginho Mello, que também está com um mandato em curso e deveria cumprir, não procurar outro caminho. E o Gean é um vitorioso. A sua gestão em Florianópolis foi uma coisa extraordinária. Tá na hora! É mais jovem, tem mais força, tem vontade de trabalhar. Ao contrário do atual governador, que não gosta de trabalhar, não respeita a comunidade catarinense, joga dinheiro pela janela porque não tem projeto nem sabe aplicar. E tá lá, o nosso hospital de Itajaí [obra de ampliação do hospital Marieta Konder Bornhausen], sem que se fizesse nada. Ainda ameaçaram fazer um contrato duvidoso de um hospital de campanha, que em boa hora foi barrado, mas que o governador queria fazer.


DIARINHO - O senhor pretende apoiar publicamente algum candidato num eventual segundo turno em Santa Catarina se Gean não estiver no páreo?

Jorge Bornhausen: Não! Não pretendo não. O meu compromisso é com o Gean. Tenho certeza de que ele irá ao segundo turno e vai ser o governador de Santa Catarina. E ele tem um compromisso que eu considero muito sério, que é não concorrer à reeleição. A reeleição é um mal político. Os governantes, ao invés de olhar a administração, olham para a sua reeleição. Esse compromisso para mim é o suficiente para mostrar o desejo de acertar, o desejo de ser um grande governador.

DIARINHO – Seu pai, Irineu Bornhausen, foi duas vezes prefeito de Itajaí, sua mãe dá nome ao principal hospital da região, o Marieta Konder Bornhausen. Sua família sempre esteve envolvida com a política catarinense e também com a de Itajaí. Seu filho Paulo é candidato a deputado por Itajaí e, apesar de viver na cidade, tem sido criticado por supostamente ser “forasteiro”. O senhor se considera ainda politicamente ligado a Itajaí?

Jorge Bornhausen: Claro que sim. Isso ninguém pode negar. Isso é histórico. Antes do meu pai ser eleito em 30 e depois em 35 prefeito, ele já tinha sido vereador. E os meus tios: o Marcos Konder foi prefeito por vários anos em Itajaí, o Adolfo foi governador do estado. O Victor, ministro de Viação e Obras Públicas. Todos ligados a Itajaí. E esse sentimento ninguém vai nos tirar.

DIARINHO – Em sua trajetória, o senhor está ligado à fundação de dois partidos conservadores: UDN e ARENA – este último criado em 1965 com a finalidade de dar sustentação política à ditadura militar. O senhor foi governador de Santa Catarina por duas vezes durante a ditadura militar, mas ficou em terceiro lugar quando disputou eleições diretas. O senhor tem alguma frustração política por não ter sido eleito governador nas urnas?

Jorge Bornhausen: Não sinto nenhuma frustração. Fui governador, acho que fiz um governo bom, com obras em todo o estado. Consegui fazer e dar o exemplo, que não foi seguido, recentemente. Exemplo de enfrentar uma paralisia infantil trazendo o doutor [Albert] Sabin a Santa Catarina. Tive coragem para enfrentar os distúrbios feitos pelo presidente Figueiredo aqui em Florianópolis. Não me arrependo de nada. Não fui eleito governador porque a maioria não quis e eu tenho que, como democrata, respeitar. Me orgulho da minha ação como senador. Acho que contribuí de forma decisiva para a transição democrática. Uma transição que se deu sem ódio, sem mortes, sem feridas e que trouxe ao Brasil a democracia de forma completa. Sou um homem realizado. Politicamente feliz, olhando com uma certa intranquilidade quanto ao futuro do Brasil. [O senhor citou a visita do presidente Figueiredo, teve aquele episódio conhecido como a Novembrada. O que o senhor lembra desse episódio?] Eu sou uma pessoa que olha para a frente. E lembranças ruins já desapareceram.

DIARINHO – O senhor integrou a Constituinte de 1988, que selou a democracia no Brasil depois de um longo período de ditadura. Agora, o STF está investigando um grupo de empresários que supostamente deseja uma intervenção militar em caso de vitória do candidato Lula. O que o senhor acha dessa polêmica em 2022?

Jorge Bornhausen: Olha, eu acho uma polêmica estéril, porque, na verdade, eu já disse: existem realmente ações que estão extrapolando aquilo que os poderes devem fazer, um entrando na atividade do outro. Mas isso não dá motivo para que você queira que o estado democrático seja derrotado e que a gente passe a ter um ditador dirigindo o Brasil.

 

“A minha posição anti-Lula é histórica […]. Agora, isso não significa que eu não possa conversar com alguém do PT. Eu acho que a educação política precisa ser aprendida por muita gente. Não torne o seu adversário um inimigo, porque ele pode ser o seu companheiro de amanhã”

DIARINHO – O senhor foi senador da República de 1999 a 2007 e sempre trabalhou fortemente nas articulações políticas catarinenses. Como avalia a atual representatividade de SC em Brasília?

Jorge Bornhausen: Eu acho que Santa Catarina atravessou junto do Governo Federal um período ruim, porque o governador, por sua inabilidade, ele que foi premiado pelo Bolsonaro e se elegeu pelo número, e não pelo seu valor, brigou com o Bolsonaro. E, mesquinhamente, Santa Catarina saiu do mapa das obras. Vejam o aeroporto de Navegantes. Isso tudo tem que ser avaliado agora que nós estamos neste período eleitoral. Eu entendo que o governador do estado tem que ter uma convivência amistosa e produtiva com o governo federal. Ele não pode se afastar. Eu nasci numa casa anti-Getulista, meu pai foi eleito governador em 50, o Getúlio era presidente. Ele foi procurar o Getúlio. Foi conversar. Por quê? Porque Santa Catarina não pode ficar se metendo em picuinhas locais. Temos que ser abertos, temos que avançar. E por isso é que eu confio que isso tudo vai mudar com a eleição do Gean Loureiro. E espero que o Paulinho [Bornhausen] se eleja também para poder ajudar nesta tarefa, e Santa Catarina voltar, no caso de Brasília, com o Raimundo, com Paulinho, à mesa das decisões nacionais. [Independentemente de quem seja o presidente?] Independentemente de quem seja o presidente. Santa Catarina em primeiro lugar.

DIARINHO – Desde 2010 o senhor não concorre mais às eleições. Teve algum motivo especial para se afastar da política?

Jorge Bornhausen: Olha, não tem motivo. É questão de enxergar. Eu acho que quem não enxerga que tem que dar espaço para as novas gerações acaba sendo afastado pelo eleitor da política. Eu saí, deixei de ser candidato. Quem entrou no meu lugar foi Raimundo Colombo. Se elegeu senador, se elegeu governador, se reelegeu governador. Se eu não tivesse aberto espaço a uma pessoa bem mais jovem, isso não teria acontecido.

 

“A reeleição é um mal político. Os governantes, ao invés de olhar a administração, olham a sua reeleição”

 

DIARINHO - O senhor ficou num hiato sem filiação política e recentemente se filiou ao PSD. O senhor está filiado politicamente agora?

Jorge Bornhausen: Eu me filiei ao PSD em função da candidatura do Paulinho. [Mas o senhor não pretende mais concorrer?] Não, não. Eu tenho consciência das limitações da idade. [E o senhor tem o sonho de ver seu filho ser seu sucessor na política?] Ele é o meu sucessor na política. Agora, eu desejo a ele sucesso, não é fácil. O caminho da política é um caminho sempre cheio de obstáculos. Mas se comportando bem, tendo credibilidade, agindo, trazendo recursos, cumprindo seu papel, ele poderá ter um futuro ainda maior do que hoje.

DIARINHO – O senhor lembra de Itajaí dos passeios, das suas férias, da infância. Como o senhor vê o avanço da região e, especificamente, de Itajaí?

Jorge Bornhausen: Eu acho que Itajaí é uma cidade importantíssima, bem diferente de Itajaí da minha infância. Hoje, o Porto de Itajaí se tornou um polo, realmente, que deu o crescimento à cidade muito grande. Houve uma expansão, bons empresários. Itajaí de hoje é uma cidade respeitada e que todo mundo gosta - eu especialmente.

 

Raio X

 

NOME: Jorge Konder Bornhausen

NATURALIDADE: Rio de Janeiro

IDADE: 84 anos

ESTADO CIVIL: casado

FILHOS: quatro

FORMAÇÃO: Direito

TRAJETÓRIA POLÍTICA:  vice-governador de Santa Catarina (1967/1971), presidente do Besc (1975/1978), governador de Santa Catarina (1974/1978, 1979/1982), senador (1983/1991 e 1999/2007), embaixador do Brasil em Portugal (1996/1998).

 




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